Em 2026, a moda é cobrada por soluções reais em clima, inclusão, logística e dados. O setor precisa evoluir do discurso para métricas, governança e execução.
A indústria da moda entra em 2026 sob pressão inédita. O debate deixou de orbitar apenas tendências estéticas para exigir respostas concretas em clima, trabalho, inclusão, logística e tecnologia. Consumidores querem transparência. Reguladores apertam o cerco. Investidores cobram métricas e planos de descarbonização críveis. Em paralelo, as rupturas nas cadeias globais e a hiper-digitalização do varejo expõem fragilidades antigas com nova intensidade. Não basta lançar mais uma coleção. É preciso revisar modelos de negócio, governança e operações do fio ao pós-venda.
A janela de tolerância se estreitou. Greenwashing custa caro em reputação e em passivos regulatórios. Campanhas diversas sem inclusão no produto e no atendimento soam vazias. Promessas digitais sem proteger dados e reduzir devoluções comprometem margem e confiança. A moda que prospera em 2026 é a que transforma compromissos em processos, relatórios e incentivos internos que de fato mudam a forma de produzir e vender.
A pauta ambiental saiu do marketing e entrou no balanço. Marcas são cobradas por metas de emissões, consumo de água, resíduos e uso de fibras com menor impacto. O ponto crítico continua no planejamento de sortimento. Coleções mal dimensionadas geram excesso de estoque, remarcações, descarte e logística reversa dispendiosa. A solução passa por previsões de demanda mais acuradas, ciclos mais curtos de teste e aprendizado, e menor complexidade de SKU onde não há ganho claro para o cliente.
Transparência virou ativo. Relatórios que detalham matérias-primas, fábricas, auditorias e indicadores por peça ajudam a separar avanço real de narrativa. Programas de recommerce, reparo e prolongamento de vida útil deixam de ser piloto e entram no P&L. Sem medir, não há gestão. Sem gestão, não há sustentabilidade que resista ao primeiro choque de demanda.
Eventos climáticos extremos, tensões geopolíticas e custos logísticos voláteis reconfiguraram mapas de abastecimento. Dependência de poucas rotas e fornecedores concentra risco em pontos sensíveis. Em 2026, cresce a diversificação de origens, a nacionalização parcial de etapas e a adoção de contratos que compartilham riscos de demanda e matéria-prima.
Tecnologia ajuda a enxergar. Ferramentas de rastreabilidade por lote, passaporte digital de produto e monitoramento de escopo 3 permitem decisões mais rápidas sobre de onde comprar, quanto comprar e quando realocar. A resiliência exige redundância, mas também eficiência. Clusters regionais com integração entre fiação, tecelagem, acabamento e confecção encurtam prazos e reduzem emissões. A agenda logística inclui ferrovias, hubs multimodais e planejamento que suaviza picos de transporte para evitar custos de última hora.
A diversidade não pode parar no casting. É preciso refletir na grade de tamanhos, nos ajustes de modelagem, na comunicação, nos pontos de contato e no atendimento de loja física e digital. Inclusão também é acessibilidade em preço e usabilidade. Moda adaptativa, plus size e gênero neutro deixam de ser cápsulas e passam a orientar parte do sortimento principal. Marcas que avançam internalizam indicadores de inclusão no bônus de liderança e escutam comunidades com processos formais de cocriação.
O risco da tokenização persiste. Trocas episódicas de imagem sem estruturas, metas e orçamento tendem a produzir retrocessos. O caminho efetivo passa por equipes diversas em cargos de decisão, metas públicas de contratação e fornecedores alinhados com direitos trabalhistas. A coerência entre discurso e prática se mede na experiência do cliente e na permanência das mudanças ao longo das coleções.
A explosão do e-commerce trouxe conveniência e também um passivo silencioso: devoluções em alta, com custo financeiro e impacto ambiental. Tamanhos pouco consistentes, fotos e descrições imprecisas e promessas de entrega que não condizem com o produto real alimentam um ciclo caro. Soluções incluem padronização técnica de medidas, prova virtual com tabelas inteligentes, IA para previsão de caimento por corpo e materiais que mantêm desempenho após lavagens. O objetivo é vender certo na primeira vez.
A segurança digital fechou a conta. Vazamentos de dados corroem confiança e atraem multas. É imperativo adotar governança de dados, consentimento claro, minimização de coleta e auditorias em fornecedores de tecnologia. Um ponto sensível são as recomendações personalizadas. Elas devem ser transparentes e centradas em valor para o cliente, não em vigilância. A pressão por privacidade redefine times, processos e o desenho das plataformas.
Exemplo concreto do efeito boomerang das devoluções: peças com alto índice de troca por caimento incorreto pressionam margens e emissões. Em muitas operações, uma calça feminina concentra parte das devoluções por variação de padronagem entre marcas e linhas. Onde equipes adotam guias de medida comparáveis, reviews úteis e ajuste fino por lote, a taxa cai e o NPS sobe.
A agenda estrutural se traduz em alavancas práticas. Três movimentos sintetizam o que diferencia quem avança de quem fica no discurso.
O desafio de 2026 não é anunciar mais compromissos. É executar melhor. Quem tratar sustentabilidade, cadeia e inclusão como pilares operacionais, e não como campanhas, tende a atravessar a década com rentabilidade, reputação e relevância. A moda sempre contou histórias. A partir de agora, a história que importa é a do processo que sustenta cada peça.
Fonte: As informações são de assessoria.
O evento está na sua 2° edição com o intuito de propagar o consumo sustentável e sua valorização.
A idealizadora do evento Renata de Valdão tem incentivado as empreendedoras no ramo de brechós, uma moda que está quebrando tabus na sociedade.
Acontecerá no dia 25 de março na Praça da Feira ao lado do Açougue da Carne, das 7 às 13h30. Renovando seu guarda roupa e gastando pouco " Reutilizar é a moda da vez".
O encontro reunirá 06 brechós entre eles Brechó de Renata de Valdão, Brechó da Luciana, Brechó Brechó Trajano, Brechó da Geisa, Brechó das amigas e Brechó Recanto da Beleza.
Então, “estamos esperando todas as amantes da moda sustentável para abrilhantar nosso evento”.
Brechó é pra quem tem classe, personalidade e bom gosto!

Fonte: Renata de Valdão
As aulas, ministradas pela consultora Fernanda Gonçalves, acontecem nos dias 20 e 21 de setembro, na Fisio Bela.
Às vezes, você se olha no espelho e não gosta da imagem refletida? Isso é porque, nem sempre, as roupas que usa são adequadas ao seu corpo, ou ao ambiente de trabalho, ou àquele evento bacana para o qual foi convidada e, por incrível que pareça, nem mesmo têm a ver com a sua personalidade... Para lhe ajudar a descobrir seu estilo, nos dias 20 e 21 de setembro, próximas quinta e sexta-feiras, a consultora de Moda, Fernanda Gonçalves, ministra a primeira edição do curso 'Consultoria de Imagem', em Irecê.
Formada pela conceituada Escola Baiana de Arte, Moda e Gastronomia (Ebam), em Salvador, a profissional pretende, com o curso, ajudar as mulheres no despertar de sua autoimagem, favorecendo suas qualidades, por meio da moda. "Somos capazes de nos encontrar através do reconhecimento de nossa imagem, levando em conta o estilo de vida e a personalidade como maiores referências para este despertar", explica Fernanda, que é só elogios às suas conterrâneas. "Podemos definir a mulher ireceense como uma mulher com muito estilo e sensualidade. Precisamos, no entanto, equilibrar estas características marcantes", analisa ela, que também é fisioterapeuta funcional, mas sempre teve uma quedinha pela moda. "Saí de Irecê no ano passado para me especializar na área e me encontrei como consultora", conta.
Fernanda Gonçalves também é digital influencer, com mais de 18 mil seguidores no Instagram, onde mostra seu estilo de vida e dá dicas de moda e produtos estéticos. "Muitas pessoas pensam que moda é futilidade, mas temos que abrir nossa cabeça para um conceito mais amplo: o da moda como valorização da nossa autoestima. Uma pessoa bem vestida se sente mais segura e confortável para lidar com determinadas situações, como uma entrevista de emprego, a apresentação de um projeto no trabalho, e mesmo em momentos mais corriqueiros da vida", garante.
O curso 'Consultoria de Imagem' acontece no auditório da clínica Fisio Bela, quinta e sexta, de 18h às 22h. "Procurei um horário que fosse acessível para todas", diz Fernanda, que terá como convidadas a coach Isabel Salviano, a empresária e fisioterapeuta Michele Quaresma (especilizada em estética feminina), e a maquiadora profissional Tayline Souza, que vai dar uma aula de auto maquiagem.
Os parceiros e colaboradores são a Rádio Caraíbas FM, a Mahogany Irecê e a Fisio Bela. Também serão realizados sorteios de brindes e um cofee-break. As inscrições podem ser feitas pelo email goncalves.fe.nanda03@gmail.com ou via direct, no perfil da consultora no Instagram onde ela também informa o valor do investimento do curso à pessoa interessada.
Fonte: Central Notícia/ Nilma Gonçalves
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