José Maria Monção, ex-prefeito do município de Cocal, no estado do Piauí, admitiu ter roubado ao criticar a atual gestão de Rubens Vieira (PSDB). Monção afirmou: “Fui prefeito três vezes, sei do sofrimento. Mas também não roubei o tanto que esse aí roubou, não. Esse é descarado, tá afundando o Cocal”.
A declaração foi na convenção do MDB realizada no último domingo (6). O ex-prefeito pedia votos para o candidato do partido à prefeitura, o médico Cristiano Brito (1min16s). A declaração foi recebida com risadas e aplausos. Monção admitiu “até ter tirado alguma coisa, dado para os pobres”.
E depois acrescentou, rindo: “Se eu fui preso, tem um motivo”. O ex-prefeito disse ainda que “político rouba, mas rouba para dar para o povo. É difícil o cara roubar para si” –comportamento que o atual prefeito teria adotado, de acordo com Monção.
Problemas com a Lei
Monção foi preso preventivamente em 2009, suspeito de participar do desvio de R$2,6 milhões do Fundeb (Fundo de Educação Básica). Ele também foi detido em 2015 por falsificar documentos da Câmara Municipal em meados de 2010 para aprovar as contas da sua gestão como prefeito e poder concorrer como deputado na eleição daquele ano. A pena foi convertida em serviços comunitários.
Fonte: Poder 360

A atualização diária do Ministério da Saúde trouxe novos totais sobre a pandemia do novo coronavírus no Brasil. O número de mortes por covid-19 subiu para 126.650. Nas últimas 24 horas, foram registrados 447 novos óbitos em razão da covid-19. Ontem, o painel do ministério marcava 126.203 óbitos. Ainda há 2.475 falecimentos em investigação.

De acordo com o balanço da pasta, desde o início da pandemia, 4.137.521 pessoas foram infectadas com o coronavírus. Entre ontem (5) e hoje (6), as secretarias de Saúde acrescentaram às estatísticas mais 14.521 pessoas diagnosticadas com a doença. Ontem o sistema de dados sobre a pandemia trazia 4.123.00 casos desde o início da crise sanitária.
O total de casos é menor aos domingos e nas segundas-feiras pelas limitações de alimentação de dados pelas equipes das secretarias de Saúde. Nas terças-feiras, o número tem sido usualmente maior com o envio dos dados acumulados do fim de semana.
Ainda de acordo com a atualização, 693.644 pessoas estão em acompanhamento e 3.317.227 pacientes já se recuperaram.
A letalidade (número de mortes dentro do conjunto de infectados) se manteve em 3,1%. A mortalidade (óbitos pela população) ficou em 60,3. Já a incidência (total de casos em relação à população) subiu para 1968,9.
Estados
Os estados com mais registros de morte pela covid-19 são São Paulo (31.353), Rio de Janeiro (16.568), Ceará (8.565), Pernambuco (7.702) e Pará (6.249). As unidades da Federação com menos vidas perdidas até o momento são Roraima (598), Acre (624), Amapá (672), Tocantins (748) e Mato Grosso do Sul (966).
Em número de casos, São Paulo também lidera (855.722), seguido de Bahia (271.225), Minas Gerais (234.804), Rio de Janeiro (232.818) e Ceará (222.372). A novidade é Minas Gerais, que passou a ser o terceiro entre os estados com mais casos, superando o Rio de Janeiro, que ficou durante meses nessa posição.
As unidades da Federação com menos pessoas infectadas são Acre (25.443), Amapá (44.770), Roraima (45.137), Mato Grosso do Sul (53.491) e Tocantins (55.513).
Fonte: Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (1º) que o auxílio emergencial será prorrogado em mais quatro parcelas de R$ 300. Ele se reuniu na manhã desta terça-feira (1º) com ministros e parlamentares da base do governo, no Palácio da Alvorada, para alinhar as próximas ações do governo na área econômica.
O auxílio é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, como forma de dar proteção emergencial durante a crise causada pela pandemia da covid-19. O benefício começou a ser pago em abril, e foi estabelecido em três parcelas de R$ 600.
Em junho, por decreto, o governo prorrogou o auxílio por mais duas parcelas, no mesmo valor. E agora, com mais quatro parcelas, em valor menor, o benefício vai se estender até o final do ano.
“Resolvemos prorrogá-lo, por medida provisória, até o final do ano”, disse Bolsonaro, em declaração à imprensa após a reunião. “O valor, como vínhamos dizendo, R$ 600 é muito para quem paga e podemos dizer que não é o valor suficiente para todas as necessidades [das famílias], mas basicamente atende”, disse.
Reforma administrativa
Durante a reunião, também ficou acertado que, na quinta-feira (3), o governo vai encaminhar o projeto da reforma administrativa ao Congresso, que terá como base a meritocracia. Bolsonaro destacou que a medida não atingirá os atuais servidores públicos, apenas os futuros concursados.
Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, a retomada das reformas é uma importante sinalização do compromisso do governo com a responsabilidade fiscal e o enfrentamento da crise econômica causada pela pandemia da covid-19.
“Então, a reforma administrativa é importante, não atinge os direitos dos servidores públicos atuais, mas redefine toda a trajetória do serviço públicos do futuro, um serviço público de qualidade, com meritocracia, concursos exigentes e promoção por mérito. Estamos não só com os olhos na população brasileira a curto prazo, mas toda a classe política está pensando no futuro do país e implementando as reformas”, disse o ministro.
De acordo com o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, Bolsonaro já comunicou as decisões de hoje aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. Bezerra também adiantou que o programa de distribuição de renda do governo, chamado de Renda Brasil, também entrará em discussão em breve.
“Existe hoje uma sintonia muito boa entre o Poder Executivo e o Legislativo para que a gente possa retomar essa agenda de reformas que iniciou ano passado com a reforma da Previdência, agora dá sequencia com a reforma administrativa. E vamos tocar outras importantes reformas como a discussão do Renda Brasil, que vem após o auxilio emergencial, para que a gente possa apresentar o maior programa de solidariedade social da história do Brasil”, disse o senador.
Ajuda
Cerca de 4,4 milhões (6,5%) de domicílios brasileiros sobreviveram, em julho, apenas com a renda do auxílio emergencial pago pelo governo federal para enfrentar os efeitos econômicos da pandemia de covid-19. Entre os domicílios mais pobres, os rendimentos atingiram 124% do que seriam com as rendas habituais, aponta estudo publicado nesta quinta-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
A ajuda financeira também foi suficiente para superar em 16% a perda da massa salarial entre as pessoas que permaneceram ocupadas, segundo a análise que usa como base os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Fonte: Agência Brasil

No Brasil, desde o início da pandemia, 121.381 pessoas morreram em função da covid-19. Nas últimas 24 horas, foram registrados 553 novos óbitos. Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta segunda-feira (31). Ontem, o painel do ministério marcava 120.868 óbitos. Há 2.708 falecimentos em investigação.
De acordo com o balanço da pasta, o número de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 3.908.272. Entre ontem e hoje, as secretarias estaduais de saúde acrescentaram às estatísticas 45.961 novos casos. Ontem, o sistema do Ministério da Saúde trazia 3.862.311 casos acumulados.
Os casos são menores aos domingos e segundas-feiras pelas limitações de alimentação pelas equipes das secretarias de saúde. Já às terças-feiras, o número usualmente tem sido maior pelo envio dos dados acumulados do fim de semana.
Ainda de acordo com a atualização, 689.157 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.097.734 já se recuperaram.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,1%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 57,8. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1859,8.
Covid-19 nos Estados
Os estados com mais morte foram São Paulo (30.014), Rio de Janeiro (16.065), Ceará (8.409), Pernambuco (7.593) e Pará (6.146). As Unidades da Federação com menos óbitos até o momento são Roraima (587), Acre (612), Tocantins (673), Amapá (661) e Mato Grosso do Sul (862).

Fonte: Agência Brasil

A Mega-Sena sorteia neste sábado (29) prêmio acumulado há oito concursos e estimado em R$ 52 milhões. As seis dezenas do concurso 2.294 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
De acordo com a Caixa, o valor do prêmio principal, caso aplicado na poupança, renderia cerca de R$ 67 mil por mês.
Lotofácil da Independência
As apostas para a Lotofácil da Independência, que vai pagar um prêmio estimado de R$ 120 milhões, podem ser feitas, em cartela específica, nas casas lotéricas.
O sorteio está previsto para o dia 12 de setembro, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa.
Assim como nos demais concursos especiais, o prêmio principal oferecido não acumula. Não havendo apostas premiadas com 15 números, o prêmio será rateado entre os acertadores de 14 números e assim sucessivamente.
A aposta custa R$ 2,50 e a pessoa deve escolher entre 15 a 20 números dentre os 25 disponíveis no volante.
Fonte: Agência Brasil

O Brasil atingiu 118.649 mortes em função da pandemia do novo coronavírus, conforme a atualização diária do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quinta-feira (27). O resultado marca um aumento de 0,8% sobre ontem, quando eram contabilizados 117.665 óbitos desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas, foram registrados 984 novos óbitos.
Os casos acumulados chegaram a 3.761.391 Entre ontem e hoje as secretarias de saúde enviaram ao Ministério da Saúde informações sobre 44.235 novos diagnósticos de infecção pelo coronavírus. O total marca acréscimo de 1,2% sobre ontem, quando o painel do Ministério da Saúde trazia 3.717.156 casos acumulados.
Ainda de acordo com a atualização, 695.492 pessoas estão em acompanhamento e outras 2.947.250 já se recuperaram.
Covid-19 nos estados
Os estados com o maior número de mortes foram São Paulo (29.415), Rio de Janeiro (15.859), Ceará (8.265), Pernambuco (7.480) e Pará (6.102). As Unidades da Federação com menos óbitos até o momento são Roraima (586), Acre (607), Tocantins (635), Amapá (652) e Mato Grosso do Sul (800).

Fonte: Agência Brasil

O Diário Oficial da União publicou, nesta quinta-feira (27), portaria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga as estimativas da população para estados e municípios, com data de 1º de julho de 2020.
As estimativas mostram que o Brasil já tem uma população de 211.755.692 de pessoas. Em 2019, a população estimada era de 210.147.125 pessoas. De acordo com a projeção, o Brasil ganhou mais 1,6 milhão de habitantes em relação ao ano passado,
Os estados mais populosos são: São Paulo (46.289.333), Minas Gerais (21.292.666) e Rio de Janeiro (17.366.189).
O Distrito Federal já conta com uma população de 3.055.149 habitantes. Roraima é o estado com a menor estimativa populacional (631.181).
A tabela completa, por estado, pode ser conferida no Diário Oficial.
Fonte: Agência Brasil

Mais de 2,77 milhões de pessoas já se recuperaram do novo coronavírus
O número de mortes em função da pandemia do novo coronavírus chegou a 115.309. Nas últimas 24 horas, foram 565 novas vidas perdidas registradas pelas secretarias estaduais de saúde. Ontem o painel trazia 114.744 falecimentos. Os dados foram apresentados no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta segunda-feira (24).
Ainda conforme a atualização do ministério, o total de casos confirmados acumulados chegou a 3.622.861. Entre ontem e hoje, foram acrescidos às estatísticas 17.078 novos casos. Ontem o sistema do Ministério da Saúde marcava 3.605.783 pessoas infectadas desde o início da pandemia. A atualização registrou ainda 728.843 pessoas em acompanhamento e outras 2.778.709 que já se recuperaram.

Balanço do Ministério da Saúde mostra dados do novo coronavírus em 24/08/2020 - Divulgação/ Ministério da Saúde
As estatísticas são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras há tendência de números maiores em função do acúmulo de registros que são enviados ao sistema do Ministério da Saúde.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,2%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 54,7. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1724.
Estados
Os estados com mais mortes registradas foram São Paulo (28.505), Rio de Janeiro (15.392), Ceará (8.292), Pernambuco (7.399) e Pará (6.062). As unidades da federação com menos óbitos são Tocantins (593), Roraima (579), Acre (604), Amapá (637) e Mato Grosso do Sul (749).
Fonte: Agência Brasil

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e a Polícia Civil deflagraram, nesta segunda-feira (24), uma operação, batizada de Lucas 12, para cumprir mandados de prisão preventiva contra 9 dos 11 denunciados pelo assassinato de Anderson do Carmo, ex-marido da deputada federal Flordelis dos Santos de Souza. Ele foi executado com mais de 30 tiros em 16 de junho de 2019. De acordo com a denúncia, a viúva é a mandante do crime, mas não há mandado de prisão contra ela devido à imunidade parlamentar. “O GAECO/MPRJ não requereu mandado de prisão, em razão de a denunciada deter imunidade por estar em exercício de mandato parlamentar de deputada federal. Nestes casos, a Constituição (§ 2º do art. 53) veda a prisão cautelar que não seja a prisão em flagrante delito”, diz o comunicado do MP. Até o momento, cinco filhos foram presos.
Também são cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos réus em Niterói, São Gonçalo, Rio de Janeiro e Brasília/DF. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Criminal de Niterói, que recebeu a denúncia oferecida pelo GAECO/MPRJ. São alvos dos mandados de prisão preventiva os também denunciados Marzy Teixeira da Silva, Simone dos Santos Rodrigues, André Luiz de Oliveira, Carlos Ubiraci Francisco da Silva, Rayane dos Santos Oliveira, Flávio dos Santos Rodrigues, Adriano dos Santos Rodrigues, Andrea Santos Maia e Marcos Siqueira Costa.
A denúncia apresentada à Justiça aponta que Flávio dos Santos Rodrigues, em conluio com Lucas Cézar dos Santos de Souza, Flordelis e os demais denunciados, atirou diversas vezes contra Anderson do Carmos de Souza, na madrugada do dia 16 de junho de 2019, em sua casa no bairro Badu, Pendotiba, Niterói. Flordelis é responsabilizada por arquitetar o homicídio, arregimentar e convencer o executor direto e demais acusados a participarem do crime sob a simulação de ter ocorrido um latrocínio. A deputada também financiou a compra da arma e avisou da chegada da vítima no local em que foi executada, segundo a denúncia.
O motivo do crime, de acordo com a denúncia, seria o fato de a vítima manter rigoroso controle das finanças familiares e administrar os conflitos de forma rígida, não permitindo tratamento privilegiado das pessoas mais próximas a Flordelis, em detrimento de outros membros da numerosa família. As ações dos demais denunciados são descritas em diferentes etapas como no planejamento, incentivo e convencimento para a execução do crime, assim como em tentativas de homicídio anteriores ao fato consumado, pela administração de veneno na comida e bebida da vítima, ao menos seis vezes, sem sucesso.
Fonte: JOVEM PAN

Inaugurada no último dia 26 de junho pelo presidente Jair Bolsonaro, a obra de transposição do Rio São Francisco em Jati, município da região sul do Ceará, vazou na sexta-feira (21) e obrigou moradores a deixarem suas casas durante a madrugada. De acordo com a Folha de S.Paulo, cerca de 2 mil pessoas que moram nas proximidades do reservatório Jati tiveram de ser evacuadas.
Moradores foram avisados do rompimento da barragem por meio de carros de som. A população está sendo levada para hotéis, pousadas e alojamentos na região. Outros preferiram ir para casas de parentes e amigos que moram mais distante da barragem.
Mais cedo, o Ministério do Desenvolvimento Regional divulgou uma nota informando que o vazamento estava contido. “A situação no local está estabilizada após o fechamento da comporta”, dizia o texto. “Equipes técnicas da pasta mantêm os trabalhos em campo para verificar danos à estrutura e avaliar necessidades de reparos”, continuou.
O rompimento ocorreu durante operação teste no reservatório. Na última quinta-feira (20), foi feito o acionamento das comportas da barragem para que ela começasse a abastecer o Cinturão das Águas, que levará as águas do rio São Francisco até o Açude Castanhão, que abastece Fortaleza e outras cidades próximas.
A obra inaugurada por Bolsonaro começou a ser executada em 2007 pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP). Ela já estava 94% pronta antes da posse do ex-capitão.
Fonte: Revista Fórum
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