
Reportagem de Monica Gugliano na edição de agosto da revista Piauí divulgada nesta quarta-feira (5) revela que Jair Bolsonaro anunciou a ministros militares que iria mandar tropas para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 22 de maio, após o ministro Celso de Mello pedir parecer à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a possível apreensão do aparelho celular do presidente e do filho, Carlos.
“Vou intervir”, teria dito Bolsonaro, segundo a reportagem, em reunião com os ministros Walter Braga Neto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), todos militares. O presidente teria chegado “transtornado” ao Palácio do Planalto e dito, entre xingamentos e palavrões, mais de uma vez a mesma frase: “Vou intervir”.
Ainda segundo a reportagem da Paiuí, Bolsonaro queria mandar as tropas porque acreditava que o STF estaria “passando dos limites em suas decisões e achincalhando sua autoridade”. Na cabeça de Bolsonaro, com a intervenção, ele destituiria os 11 ministros do STF e nomearia substitutos, militares ou civis, “até que aquilo esteja em ordem”, segundo as palavras do presidente.
A decisão de Bolsonaro teria sido bem recebida por Luiz Ramos, mas Braga Netto e Heleno tinham dúvidas. “Não é momento para isso”, teria dito o ministro-chefe do GSI.
Fonte: Revista Fórum

Desde o início da pandemia, 2.801.921 de brasileiros contraíram o vírus. O total de mortes chega a 95.819. Há 3,6 mil óbitos em investigação. Nas últimas 24 horas, foram registrados 51.603 novos casos confirmados de covid-19 e 1.154 mortes relacionadas à pandemia do novo coronavírus. Os números estão no balanço diário desta terça-feira (4) publicado pelo Ministério da Saúde.
De acordo com o ministério, 1.970.767 pessoas já se recuperaram da covid-19 e 735.335 pacientes estão em acompanhamento. A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 45,6. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.333,3.
Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.
O Brasil mantém-se como segundo no ranking mundial em casos e mortes relacionados à pandemia. A liderança é dos Estados Unidos. De acordo com o mapa da universidade Johns Hopkins, o país possui 156.426 mortes e 4.758.028 casos acumulados.

Covid-19 nos estados
Os estados com mais mortes por covid-19 são: São Paulo (23.702), Rio de Janeiro (13.715), Ceará (7.806), Pernambuco (6.717) e Pará (5.799). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Tocantins (408), Mato Grosso do Sul (432), Roraima (528), Acre (545) e Amapá (581). Mato Grosso do Sul, que permaneceu ao longo da pandemia como o local menos letal, perdeu o posto para Tocantins, que ocupa agora o último lugar no ranking (408).
Já em termos de casos, São Paulo lidera (575.589), seguido por Ceará (179.341), Bahia (175.389), Rio de Janeiro (168.911) e Pará (158.277). A Bahia ultrapassou o Rio de Janeiro na terceira posição. Os estados com menos pessoas infectadas até o momento são: Amapá (36.999), Roraima (33.194), Mato Grosso do Sul (27.678), Tocantins (27.664) e Acre (20.708). O Acre consolidou a posição de estado com menos casos. Nas últimas semanas, essa posição era ocupada por Mato Grosso do Sul.
Fonte: Agência Brasil
O balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda (3) trouxe 561 novas mortes registradas nas últimas 24 horas em razão da covid-19. Com isso, o total de óbitos chega a 94.665. Ainda há 3.578 óbitos em investigação. A atualização do ministério trouxe também 16.641 novos casos de covid-19 notificados pelas secretarias de saúde nas últimas 24 horas.
Com este acréscimo, a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia atingiu 2.750.318. Ainda de acordo com o boletim diária do Ministério da Saúde, há 743.334 pacientes em acompanhamento. Até o momento, 1.912.319 pessoas já se recuperaram da doença.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 45. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.308,8.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.
Covid-19 nos estados
Os estados com mais mortes causadas pelo novo coronavírus são: São Paulo (23.365), Rio de Janeiro (13.604), Ceará (7.752), Pernambuco (6.669) e Pará (5.784). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (421), Tocantins (402), Roraima (513), Acre (539) e Amapá (576).
Fonte: Agência Brasil

O Campeonato Brasileiro começa neste final de semana com a promessa de meses de compromissos intensos para times e, principalmente, para os médicos. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estabeleceu uma diretriz detalhada de cuidados com o novo coronavírus e fixou uma rotina diferente da habitual para todos os torneios nacionais. Jogadores, técnicos e árbitros terão testes regulares e vão encarar mudanças até no cerimonial pré-jogo. Execução de hinos e cumprimentos entre os atletas estão vetados.
As regras sobre o funcionamento do Brasileirão estão resumidas em cerca de 60 páginas de um material elaborado sob a coordenação do presidente da Comissão de Médicos da CBF, Jorge Pagura. Foram quatro meses de estudo, discussões com mais de 140 médicos e opiniões com epidemiologistas e infectologistas até a entidade fixar como o futebol nacional será restabelecido. "Atingimos o nível máximo de segurança. Não temos como fazer algo melhor", garantiu Pagura ao Estadão.
A principal definição da CBF está na padronização de testes. Todos os exames PCR serão bancados pela entidade e realizados no hospital Albert Einstein, em São Paulo, para se ter amostras mais uniformes. Seja para as quatro divisões do Brasileiro, Copa do Brasil, torneios femininos e competições de base, a promessa é de ter o mesmo rigor. Três dias antes de cada partida os 23 atletas de cada time, os dois técnicos e os quatro árbitros passarão por testes. Ou seja, serão 52 exames por jogo. O material será enviado para análise e em até 24 horas os resultados precisam estar prontos.
A ideia é evitar o que ocorreu no Paulistão. O hospital Albert Einstein errou o resultado de 26 testes para covid-19 - sendo 13 de atletas - feitos no Red Bull Bragantino antes do jogo contra o Corinthians, pelas quartas de final. Todos foram liberados para a partida na véspera, após novo exame testar negativo.
"Ter um jogador com PCR positivo será como um cartão vermelho. Vai precisar ficar uns dias fora. Por isso a uniformização dos testes é importante porque todo mundo estará sob o mesmo critério", disse Pagura. Os próprios clubes vão precisar atualizar as informações dos contaminados.
Ao longo do campeonato há a expectativa de essa cartilha de cuidados ser revista. A CBF aposta na melhora da situação da pandemia no Brasil. "Todos os dados e conceitos sobre a doença estão em atualização constante", afirmou o médico.
CONTROLE TOTAL NO GRAMADO - A CBF não vai permitir a presença de torcida. Partidas da Série A e da Copa do Brasil podem ter até 300 pessoas entre jogadores, comissões técnicas, árbitros, dirigentes, jornalistas e funcionários. Para outras divisões o limite é menor. Nas últimas semanas, a entidade realizou uma vistoria nos estádios para definir separações de diferentes áreas.
"O objetivo é restringir o acesso ao estádio somente para quem realmente precisa estar ali. O importante agora é viabilizar a entrega da temporada do futebol", explicou o diretor de competições da CBF, Manoel Flores. Os estádios serão divididos em três diferentes áreas, basicamente separadas em gramado, corredores de acesso e tribunas. Para frequentá-las, é preciso apresentar credencial e ter a temperatura medida.
Para evitar a emissão de gotículas de saliva, a execução dos hinos não será realizada. Só podem trabalhar no máximo quatro maqueiros, com luvas e máscaras. Estão liberados seis gandulas, mas todos devem lavar as mãos com água e cuidar da higiene das bolas, que devem ser limpas com álcool líquido. O gel está descartado porque pode deixar a superfície escorregadia.
Fora os testes oficiais do torneio, várias equipes pretendem continuar a fazer exames. Segundo o executivo de futebol do Grêmio, Klauss Câmara, o controle é importante para cuidar das pessoas que não serão contempladas pela CBF. "Às vezes um fisioterapeuta ou massagista nosso pode ser contaminado. Mas aí para o jogo seguinte nós teremos de pensar em outra pessoa como substituta".
A CBF recomenda que as equipes consigam embarques diferenciados com as companheiras aéreas para evitar aglomerações em salas de espera de aeroportos. "Os clubes estão buscando um acordo coletivo para encontrar uma situação favorável para o fretamento de alguns voos", comentou Câmara. Os atletas são orientados a viajar de máscara e evitar se alimentar dentro dos aviões.
Fonte: Notícias ao Minuto

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) já formou maioria para punir o procurador-chefe da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol. “Ele tem que responder mais do que pela incontinência verbal”, afirmou à CNN Brasil um dos integrantes do CNMP, em referência às postagens do procurador nas redes sociais.
Dos 11 integrantes do conselho, oito se mostram favoráveis à remoção de Dallagnol da Lava Jato, segundo a emissora. Há diversos processos contra Deltan em pauta. Esse caso que pode levar à remoção é relatado pelo conselheiro Luiz Fernando Bandeira, que deve alegar que se trata de interesse público.
“Ele vai cuidar de outro setor. A Lava Jato não é de uma pessoa só”, afirmou à CNN um conselheiro em off. O principal argumento do CNMP se baseia na tentativa da força-tarefa de criar uma fundação para administrar parte dos recursos que ficariam com o Brasil, a partir de um acordo que a Petrobras firmou com os Estados Unidos para indenizar acionistas lesados pela Lava Jato.
Fonte: CNN Brasil

O personagem da nova cédula será o lobo-guará – Foto: Divulgação
O Banco Central informou nesta quarta-feira (29) que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o lançamento da cédula de R$200, que terá como personagem o lobo-guará. De acordo com a instituição, a nova cédula deverá entrar em circulação no final de agosto, e a previsão é que sejam impressas 450 milhões de cédulas de R$200 em 2020.
Até a última atualização desta reportagem, o Banco Central ainda não tinha divulgado a imagem da nova cédula. Atualmente, há seis tipos de cédulas em circulação: R$2, R$5, R$10, R$20, R$50 e R$100. A diretora de Administração do Banco Central afirmou que a instituição está atenta à demanda da população por mais meio circulante. “Se ela [a demanda] existe, a gente precisa atender. A gente não sabe por quanto tempo essa demanda adicional por dinheiro vai durar”, declarou.
Segundo ela, em momentos de incerteza, como atualmente, durante a pandemia de coronavírus, as pessoas tendem a fazer saques e acumular dinheiro. “Isso não é um fenômeno do nosso país, e isso gerou um aumento expressivo de demanda nas casas impressoras”, declarou. De acordo com a diretora, o Conselho Monetário Nacional autorizou nesta quarta-feira (29) o valor de R$113,4 milhões para impressão de 45 milhões de cédulas de R$200 e 170 milhões de cédulas de R$100.
A diretora do BC afirmou que a impressão de novas cédulas não tem relação com inflação. “Temos um sistema de metas. No momento, a inflação é baixa, estável, e controlada”, disse.De acordo com Carolina Barros, o Banco Central fez uma pesquisa em 2001 e selecionou para as cédulas uma lista de imagens de animais ameaçados de extinção. “Como nas demais cédulas, tem elementos de segurança robustos e capazes de proteger de falsificação. Quanto maior o valor, maior é a preocupação”, afirmou a diretora.
Impressão de cédulas
Neste mês, o governo teve um gasto extra de R$ 437 milhões para impressão de cédulas, com o objetivo de imprimir R$ 100 bilhões adicionais em dinheiro de papel. De acordo com a área econômica, a crise do novo coronavírus foi um dos motivos para o aumento da procura. A pandemia levou as pessoas a “entesourarem” recursos em casa, ou seja, manter reserva em cédulas.
Outro motivo apontado é a necessidade de fazer frente ao pagamento do auxílio emergencial – estimado em mais de R$ 160 bilhões considerando as cinco parcelas aprovadas. Boa parte dos beneficiários, sobretudo os de menor renda, preferiu sacar o benefício em espécie.
Fonte: G1

O ministro Félix Fischer, que está internado desde a última segunda (27) no Hospital DF Star, solicitou reforço na segurança após receber ameaça telefônica. O site ‘O Antagonista’ apurou que sua filha recebeu telefonema de um homem que disse conhecer toda a rotina da família, além de dados pessoais de todos.
Nesta terça-feira (28), dois efetivos do corpo policial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) foram destacados para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em que o ministro se recupera no Hospital DF Star, depois de ter sido submetido a uma cirurgia de hérnia.
Fischer é relator dos processos da ‘Lava Jato’ na terceira instância e também do que apura prática de rachadinha envolvendo o gabinete do filho do presidente da República, Flávio Bolsonaro, quando ele ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro. Fabrício Queiroz era assessor parlamentar na época.
Durante o plantão do Judiciário, João Otávio de Noronha, que preside a corte, concedeu prisão domiciliar a Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Aguiar – que estava foragida. A decisão inédita deverá ser revista por Fischer, assim que o ministro retornar ao trabalho.
Fonte: O Antagonista

O Tribunal Penal Internacional, em Haia, na Holanda, denunciou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelo cometimento de crimes contra a humanidade e genocídio. A denúncia foi protocolada no último domingo (26) e é liderada por uma coalizão que representa mais de um milhão de trabalhadores da saúde no Brasil. A informação foi dada no final da tarde pelo colunista do UOL Jamil Chade.
As entidades que apoiaram a medida acusam o líder brasileiro de ter cometido “falhas graves e mortais” na condução da pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. A doença já infectou quase 2,5 milhões de pessoas e resultou na morte de 86 mil pessoas.
“No entendimento da coalizão, há indícios de que Bolsonaro tenha cometido crime contra a humanidade durante sua gestão frente à pandemia, ao adotar ações negligentes e irresponsáveis, que contribuíram para as mais de 80 mil mortes pela doença no país”, afirmaram.
Em 2019, a ONU recebeu mais de 35 queixas, apresentadas formalmente, contra Bolsonaro. O texto da denúncia aponta que “a omissão do governo brasileiro caracteriza crime contra a humanidade – genocídio”.
“É urgente a abertura de procedimento investigatório junto a esse Tribunal Penal Internacional, para evitar que dos 210 milhões de brasileiros, uma parcela possa se salvar das consequências desastrosas dos atos irresponsáveis do senhor Presidente da República”, apontam os acusadores.
Fonte: Jornal do Commercio

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,95% para 5,77%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.
Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há nove semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.
Inflação
As instituições financeiras consultadas pelo BC também ajustaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 1,72% para 1,67%, neste ano.
Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%, há seis semanas consecutivas. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.
A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.
Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, em cada ano.
Selic
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).
Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 5% ao ano e para o final de 2023, 6% ao ano.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Dólar
A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,20, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.
Fonte: Agência Brasil
Número é superior à quantidade de casos ativos, ou seja, pessoas que estão em acompanhamento médico. Informações foram atualizadas às 18h30 desta sexta-feira (24/7)
Nesta sexta-feira (24/7) o Brasil registrou 1.592.281 pessoas recuperadas da doença. No mundo todo, estima-se que cerca de 7,4 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas é superior à quantidade de casos ativos (655.847), que são pacientes que estão em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa mais da metade do total de casos acumulados (67,9%). As informações foram atualizadas às 18h30 e foram enviadas pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.
O Governo do Brasil mantém esforço contínuo para garantir o atendimento em saúde à população, em parceria com estados e municípios, desde o início da pandemia. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas, além de promover e prevenir a saúde da população. Dessa forma, a pasta tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.
O Ministério da Saúde já enviou mais de R$ 63,4 bilhões a estados e municípios para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, sendo R$ 16,1 bilhões voltados exclusivamente para combate ao coronavírus. Também já foram comprados e distribuídos mais de 15,9 milhões de unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus, 208,5 milhões de EPIS, mais de 12,5 milhões de testes de diagnóstico para Covid-19 e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.
O Ministério da Saúde, em apoio irrestrito a estados e municípios, também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que já entregou 8.449 equipamentos para todos os estados brasileiros.
As iniciativas e ações estratégicas são desenhadas conforme a realidade e necessidade de cada região, junto com estados e municípios, e têm ajudado os gestores locais do SUS a ampliarem e qualificarem os atendimentos, trazendo respostas mais efetivas às demandas da sociedade.
Neste momento, o Brasil tem 2.343.366 casos confirmados da doença, sendo 55.891 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h.
Em relação aos óbitos, o Brasil possui 85.238 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registradas 1.156 mortes nos sistemas oficiais, a maior parte aconteceu em outros períodos, mas tiveram conclusão das investigações com confirmações das causas por Covid-19 apenas neste período. Assim, 410 óbitos, de fato, ocorreram nos últimos três dias. Outros 3.741 seguem em investigação.
CENÁRIO INTERNACIONAL
Até o fechamento do último Boletim Epidemiológico (18/7), o Brasil ocupava a segunda posição em relação ao número de casos (2.074.860) e registro de óbitos (78.772). Contudo, quando considerado o parâmetro populacional, por milhão de habitantes, entre os países de todo o mundo, o Brasil ocupa a 10ª posição em relação aos casos (9.873) confirmados e a 10ª colocação no que se refere ao número de óbitos (374). A medida populacional é a taxa padrão para comparações entre os países.
Fonte: Ministério da Saúde
Oportunidades são ofertadas pelo Programa Senac de Gratuidade (PSG) em áreas com alta demanda no mercado de trabalho
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