Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
Eventos

O São João da cidade de Central, na região de Irecê, levará três dias de forró aos moradores e visitantes. Entre as atrações que se apresentam nos dias 22, 23 e 24 de junho estão nomes, como as bandas Sala de Reboco e Forrozão 100 Porteira, ambas de Fortaleza (CE), com seu o forró tradicional, levando também o baião e xote aonde toca.

Além disso, vão se apresentar, Forró do Molho, Nego do Acordeon, Forró Stakatto e a artistas locais. A informação sobre a realização da festa de São João na cidade foi divulgada pelo prefeito municipal, Uilson Monteiro, em sua página na rede social Facebook.

“O evento será na praça da prefeitura com um grande arraiá, bebidas e comidas típicas, quadrilhas juninas, pau de sebo, pau de fitas, fogueiras, casamento caipira, muito forró e arrasta pé”, escreveu. A festa será realizada pela Prefeitura Municipal de Central, com o apoio do comércio local e do Governo do Estado, através da Bahiatursa.

Fonte: Central Notícia



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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
Notícias

Nesta quarta-feira (13), além do dia de Santo Antônio – padroeiro dos municípios de Alagoinhas, Jacobina e Jequié –, celebra-se o Dia do Religioso, na cidade de Guanambi. Em todos os municípios listados, os feriados municipais interrompem as atividades das unidades da Rede SAC neles lotadas, que voltam a atender o público normalmente na quinta-feira (14).

Aniversário da cidade – O ponto SAC de Xique-Xique, na região do Vale do São Francisco, Interrompe as atividades entre os dias 11 e 13/06. Lá, o feriadão acontece em função das comemorações do 90º aniversário da cidade. Esta unidade também retoma o atendimento na quinta-feira (14).

Para mais informações sobre os serviços prestados pela unidade, a Secretaria da Administração do Estado (Saeb) disponibiliza o site da Rede SAC, o telefone 0800 071 5353 e aplicativo SAC Mobile, disponível para Android e iOs. 

Fonte: Ascom/ Saeb



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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
Cidade

Boa tarde, meu nome é Claudia Teixeira Santos e tenho um tio (foto) que está morando comigo (sic), meu tio tem um irmão que mora aí em Irecê, por nome de Benedito.

 Segundo meu tio Raimundo Barbosa Ribeiro,  ele [ Benedito] frequenta a Igreja Católica de Irecê. Estou precisando falar com ele, urgente.  Sou filha de Orlando que já faleceu.  Pretendo encontrar minha família paterna  (sic), eles têm mais irmãos que também não conheço.

Na verdade esse meu tio que mora aí [Benedito] não me conhece, mas ele conhece o irmão dele que mora comigo, Raimundo.  Eles são filhos de Angelina Barbosa Ribeiro.

Ele [ Raimundo] estava em situação crítica, alcoólatra, na rua comendo o que os outros davam, mas hoje para honra e Glória de Deus, estar morando na minha casa (sic), sou evangélica e sei o quanto vai ser importante para aproximação com os irmãos dele.

Moro em Salvador

(71) 98723 3884

Desde já agradeço a atenção.

Fonte: Central Notícia



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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
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Fonte: Informe Publicitário



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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
Irecê

Na manhã desta segunda-feira (11), por volta das 09h, o Centro Integrado de Comunicação – CICOM recebeu a informação da Polícia Militar que um homem trajando blusa azul, short vermelho e boné roubou a loja Real Calçados, localizada na área central da cidade de Irecê. As informações são do Centro Integrado de Comunicação. 

Após receber a denúncia, o CICOM através do monitoramento fez buscas na imagem até localiza-lo, através de uma das câmeras.

O suspeito que não teve o nome revelado foi preso e encaminhado à Delegacia Regional de Polícia Civil de Irecê.

Fonte: Central Notícia



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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
Política

O apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode significar um ganho expressivo para os postulantes à Presidência da República deste ano.

De acordo com uma pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (10), 30% dos eleitores votariam em um candidato indicado pelo petista, enquanto 17% dizem que talvez o fariam. Por outro lado, outros 51% disseram que o apoio de Lula os levaria a rejeitar o candidato.

No entanto, a pesquisa Datafolha deste domingo também mostra que Jaques Wagner e Fernando Haddad teriam 1% das intenções de voto em um cenário com o ex-governador da Bahia ou o ex-prefeito de São Paulo como candidato à Presidência da República.

Fonte: Bahia Notícias



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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
Notícias

Para conseguir o selo orgânico, os agricultores de Morro do Chapéu-BA se unem no modelo de certificação em grupos para melhorar a renda no campo.

A produção orgânica da Chapada Diamantina, na Bahia, cresce ano a ano. Para conseguir o selo orgânico, que ajuda nas vendas, muitos agricultores estão adotando a certificação participativa. O agrônomo Érico Sampaio cultiva oito hectares de morango e se diz um apaixonado pela produção sem agrotóxicos. Para tocar o cultivo, ele conta com a ajuda dos filhos, que são estudantes da área de agrárias. Hoje são 20 mil pés, mas a ideia é chegar a 35 mil (VÍDEO).

Érico vende a caixa de morango por R$ 12, mas o valor poderia ser mais alto se ele já tivesse o selo de conformidade orgânica do Ministério da Agricultura – uma garantia oficial de que o alimento foi produzido de acordo com as regras orgânicas.

O problema é que o método de certificação mais comum, feito por auditoria, é caro para os pequenos produtores: cerca de R$ 15 mil por propriedade. É aí que entra a certificação participativa.

Nesse modelo, que vem ganhando força no Brasil, o selo orgânico continua sendo concedido pelo Ministério da Agricultura. A diferença é que o trabalho anterior à certificação é feito pelos agricultores e não por uma empresa contratada, o que reduz, e muito, os custos do processo.

No sistema participativo, os próprios agricultores se fiscalizam, fazendo inspeções rotineiras. O Globo Rural acompanhou essa inspeção nas terras de Alberto Martins. Ele cultiva milho, cebola, cenoura e está na fase final para receber a certificação participativa.

Um grupo de 12 pessoas, formado por agricultores vizinhos de Alberto (que também buscam a certificação), deve fiscalizar todas as propriedades do grupo pelo menos uma vez por ano. É a chamada visita de pares.

“A gente verifica todo o contexto da propriedade pra gente ver se ela está dentro das conformidades orgânicas. A questão de diversificação de culturas, o trato cultural, a adubação que ele usou se tem materiais orgânicos. A gente avalia todas as questões”, explica o agricultor Lindomar de Andrade.

Quando uma falha é encontrada na propriedade, o agricultor recebe um prazo para corrigir o problema, como explica a agricultora Paula Ferreira. “Quando um agricultor é identificado algum problema na propriedade dele e no roteiro de verificação de pares isso é apontado e deu-se o tempo para que o agricultor cumprisse, resolvesse aquele problema na propriedade e ele não cumpre, com certeza ele vai sair”.

Quem quer o selo orgânico recebe ainda uma segunda vistoria, feita por produtores de uma associação credenciada pelo Ministério da Agricultura. Eles repassam tudo o que foi anotado na visita de pares e só no final vem o resultado. De tempos em tempos, as propriedades também podem ser fiscalizadas pelo Ministério da Agricultura.

A certificação orgânica pelo processo participativo existe há oito anos e já regularizou mais de cinco mil produtores em todo o país. Com o selo, os agricultores ganham também uma espécie de passaporte para vender seus produtos em todo o país.

O cultivo orgânico dá mais trabalho. Por outro lado, o agricultor consegue vender os produtos por um preço um pouco melhor. Na Chapada, os agricultores alcançam uma margem de lucro de cerca de 30%.

Fonte: Globo Rural



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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
Bahia

Algumas regiões da Bahia têm um vento constante, que alcança a velocidade de até sete metros por segundo (25 km/h), condições ideais para a produção de energia eólica. Essa brisa moderada, na definição da Escala de Beaufort, já atraiu para o estado 100 parques eólicos, com potência instalada de 2,6 GW.

Com os resultados dos últimos leilões da Aneel, estima-se que em quatro anos a Bahia vai ultrapassar o Rio Grande do Norte e tornar-se líder nacional de um setor que já emprega 195 mil pessoas em 52 carreiras diferentes, desde instaladores de pás a engenheiros aeroespaciais.

“O potencial de energia eólica no Brasil é de cerca de 500 GW, muito mais do que o País consome atualmente”, afirma Elbia Gannoum, presidente-executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), que não tem dúvida do papel de destaque que o estado vai ocupar no setor nos próximos anos. Com os investimentos já contratados, a Bahia deve ganhar mais 2 GW de energia eólica até 2022.

Líder em geração de energia solar e eólica no Brasil, a Enel Green Power, subsidiária do Grupo Enel, da Itália, considera a Bahia “estratégica” para a atuação da empresa no país. “É o estado em que mais investimos nos últimos anos e o que possui a maior capacidade instalada, considerando os projetos eólicos e solares em operação”, declarou o representante da estatal italiana no Brasil, Luigi Parisi, por meio de nota enviada pela assessoria.

A Enel Green Power opera seis complexos eólicos na Bahia, que somam 706 MW de capacidade. Em fevereiro deste ano, a empresa iniciou a operação do parque eólico Morro do Chapéu Sul, com capacidade instalada total de 172 MW e localizado nos municípios de Morro do Chapéu e Cafarnaum. No final do ano passado, com o resultado do leilão A-6 da Aneel, a Enel adquiriu o direito de construir mais de 108 MW de nova capacidade eólica na Bahia.

No início deste ano, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) divulgou um estudo inédito que aponta 52 carreiras profissionais associadas à indústria eólica. Os trabalhos estão espalhados por cinco áreas de atuação: construção e montagem, desenvolvimento de projetos, ensino e pesquisa, manufatura, operação e manutenção dos parques eólicos. A ABDI avalia que até 2026 haverá cerca de 200 mil postos de trabalho, somando-se todas as atividades.

A Abeeólica estima que, atualmente, cada MW gere 15 postos de trabalho em toda a cadeia produtiva, que está espalhada desde os menores itens necessários para uma torre eólica até os grandes aerogeradores, pás, construção, transporte, planejamento e consultorias. “É uma movimentação do mercado de trabalho em toda a cadeia. No caso da Bahia, como é o estado que mais tem potência em construção e contratada, é natural que haja também uma movimentação do mercado de trabalho local”, diz Elbia.

Emprego e renda

A executiva destaca também que a produção de energia eólica também gera renda extra para algumas pessoas que não trabalham no setor: os proprietários de terra que arrendam suas propriedades para a colocação das torres recebem uma remuneração mensal.

“Hoje são cerca de 6.500 torres em operação no Brasil. Estimamos que cerca de quatro mil famílias recebam ao todo mais de R$ 10 milhões mensais pelo arrendamento de terra”, ressalta Elbia

Uma questão que, recentemente, causou preocupação entre investidores em projetos de energia foi o pedido de recuperação judicial, em setembro de 2017, da empresa espanhola Abengoa, responsável pela construção de linhas de transmissão da energia produzida em parques eólicos e de energia fotovoltaica.

“A não entrega das obras no prazo planejado impacta seriamente toda a cadeia. O planejamento de construção e operação de usinas, em especial no oeste da Bahia, depende dessas linhas”, afirma Lucas Daltro, dono da Azulare Engenharia, que atua no setor de energias renováveis.

“No passado, isso era de fato um problema. Hoje, apenas vão para leilões os projetos que já tenham linha de transmissão garantida”, diz Elbia, da Abeeólica, para quem não há mais risco de um parque eólico ficar pronto e a linha não.

Fonte: A Tarde



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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
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