
Foto: Divulgação
O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, esteve nesta segunda-feira (13) em Barreiras, no oeste da Bahia, onde participou de uma série de reuniões políticas e anunciou a pré-candidatura do ex-prefeito Zito Barbosa (União Brasil) a deputado federal.
O encontro reuniu lideranças importantes da região e do estado, como o ex-ministro João Roma (PL), o deputado federal Paulo Azi (União Brasil), o ex-prefeito de Xique-Xique Reinaldo Braga Filho, além do prefeito de Barreiras, Otoniel Teixeira, e do vice-prefeito Túlio Viana.
Durante o evento, ACM Neto criticou o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e afirmou que o estado vive um colapso em áreas essenciais, especialmente na saúde pública. Ele citou o Hospital do Oeste, em Barreiras, como exemplo da falta de estrutura e da desassistência da população.
“Eu tenho denunciado aqui do Hospital do Oeste as ambulâncias na porta, com pacientes obrigados a esperar por muitas e muitas horas para conseguir um internamento no único hospital de toda essa região. Quantas pessoas aqui do oeste não vão bater lá em Brasília pedindo socorro, pedindo pelo amor de Deus para conseguir um tratamento médico? Por quê? Porque demorou muito tempo para eles abrirem os olhos da necessidade de ampliação do Hospital do Oeste, de ampliação da oferta de vagas, sobretudo para os tratamentos de média e alta complexidade”, afirmou Neto.
O ex-prefeito também fez críticas diretas ao discurso do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
“Jerônimo diz que defende os pobres, mas a Bahia é o estado que mais os faz sofrer. É o estado que mais mata o pobre e o negro, o estado que tem metade da população ganhando até meio salário mínimo, o estado que tem uma das piores qualidades de ensino do Brasil e recorde de desemprego. Será que é esse o governo que cuida dos mais pobres? Claro que não.”
Neto destacou que seu compromisso é com a mudança. “O que me move a seguir nessa caminhada é acreditar que a Bahia pode muito mais. Os baianos merecem muito mais.
Fonte: As informações são de assessoria.
Apresentador José Eduardo recebe Comenda 2 de Julho em sessão na Alba - Foto: Vaner Casaes/ALBA
O apresentador José Eduardo recebeu a Comenda 2 de Julho, a mais alta honraria concedida pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), durante sessão realizada na Casa, na tarde de quinta-feira, 2. O autor da honraria foi o deputado estadual Matheus Ferreira (MDB).
Na presença dos familiares, o jornalista, emocionado, exaltou o 2 de Julho, que celebra a Independência da Bahia, considerando a data “um marco de coragem e resistência dos baianos, inclusive com a participação na luta de mulheres como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa, símbolos da bravura feminina que estiveram na linha de frente da Independência da Bahia”.
Além disso, parabenizou o emedebista, definindo-o como “um jovem parlamentar que se apresenta como uma grande promessa da política baiana”. Lembrou ainda do pai, o radialista Zé Osvaldo, “que lhe ensinou a amar o rádio”. José Eduardo ainda disse ser grato por aqueles que contribuíram para a jornada profissional, citando nomes como o produtor cultural e editor Paulo Borges, e os jornalistas Antônio Pastore e Jorge Alan.
“No meu campo de atuação, tenho trabalhado sempre na valorização da Bahia e de seu povo, em especial daqueles que mais precisam e que tanto me deram ao longo de minha carreira", afirmou o apresentador.
A solenidade foi comandada pela presidente da Alba, Ivana Bastos (PSD), contou com a presença do vice-governador do estado, Geraldo Júnior (MDB), e dos senadores Otto Alencar (PSD-BA) e Angelo Coronel (PSD-BA).
Fonte: A Tarde
Foto: Divulgação
O ex-comandante do Corpo de Bombeiros da Bahia, coronel Adson Marchesini, fez um desabafo nesta sexta-feira (26) sobre a luta que tem travado contra a obesidade e a depressão depois que deixou a função e foi para a aposentadoria. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirma que chegou a pesar cerca de 170 kg e que não estava preparado para a transição de rotina.
“Perdi um round, mas não a luta. Preferi ficar em casa refletindo por um período. Dizem que é a tal da depressão, porque não estava preparado para a aposentadoria e, realmente, não estava. A gente precisa se preparar”, contou em seu perfil nas redes sociais.
“Estou de volta e vou recuperar meu espaço. Vamos lutar, porque a vida é maravilhosa e as pessoas são maravilhosas”, emendou.
Em maio, na solenidade de transmissão do comando, Marchesini chegou a protestar publicamente contra a decisão do governador Jerônimo Rodrigues (PT) de demovê-lo do posto.
“Não vou mentir ao senhor, não. Fiquei muito triste. Não tenho aquele sentimento de raiva, mas é um sentimento de dor. Porque, o que foi que eu errei para ser exonerado do Corpo de Bombeiros? Saí para trabalhar de manhã, como sempre, e, quando deu 16h, me chamaram para me dizer que eu não era mais comandante dos Bombeiros. Isso me doeu muito”, disse ele à época.
Marchesini trabalhou no Corpo de Bombeiros por 39 anos. Segundo portaria publicada no Diário Oficial do Estado, Marchesini foi para reserva com uma remuneração de R$ 71 mil.
Fonte: Política Livre
Foto: Reprodução/Youtube
A PEC da Blindagem, que amplia proteções legais a deputados e senadores e restringe a abertura de processos criminais contra parlamentares, foi aprovada na Câmara dos Deputados na terça-feira (16). Durante entrevista ao Jornal da Bahia no Ar, nesta quarta-feira (24), o deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT-BA) explicou os motivos que o levaram a apoiar a proposta. Ele declarou que a decisão também refletiu o entendimento de sua legenda e que, a partir de agora, o partido deve seguir contrário à PEC.
“Eu voltei com inteligência porque eu achei que podia ser um pouco mais debatido e voltei a favor seguindo a orientação do meu partido. O partido orientou o voto ‘sim’ e também eu acho que essa PEC da blindagem é voltando ao que existia na Constituição de 88 e, por exemplo, ainda existe para o Presidente da República de ser processado e impedindo que seja utilizado no Judiciário de forma política. Mas a reação foi muito ruim e tinha outros aspectos. O partido voltou atrás e orienta agora a votar no Senado. E se tiver uma volta a ter um dos deputados, pode ser do partido orientar ‘não’, contrário a PEC”, declarou.
Segundo o parlamentar, a ideia de igualdade entre os Poderes foi um dos principais fatores considerados em sua escolha. Mendonça Jr. defendeu que o Legislativo, o Judiciário e o Executivo devem ter prerrogativas semelhantes e criticou o que considera privilégios de algumas categorias, ressaltando que o artigo 5º da Constituição determina que todos são iguais perante a lei.
Fonte: Metro 1
Foto: Reprodução
As comissões de Agricultura e Política Rural e de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) vão promover nesta terça-feira (23), a partir das 9h, uma audiência pública para debater a cadeia produtiva do vinho no Estado.
Representantes de 11 vinícolas já confirmaram presença no encontro, que terá também a participação de deputados, prefeitos, lideranças de diversas regiões da Bahia e produtores.
A audiência vai discutir propostas para impulsionar ainda mais a vitivinicultura na Bahia, que já vem registrando crescimento nos últimos anos, em especial nas regiões do Vale do Rio São Francisco e na Chapada Diamantina. Na pauta estarão investimentos em infraestrutura e em promoção, de forma a fomentar a cadeia do turismo que está relacionada ao vinho.
O deputado estadual Manuel Rocha (União Brasil), presidente da Comissão de Agricultura, ressaltou que a Bahia vem registrando grande crescimento no setor da vitivinicultura, mas ainda enfrenta desafios. “Vamos debater essa cadeia produtiva do vinho e buscar proposições concretas para impulsionar ainda mais esse setor, que tem um enorme potencial de crescer, gerar desenvolvimento econômico e promover a geração de emprego e renda”, afirmou.
Fonte: As informações são de assessoria.
Lucas Alves Costa, de 30 anos, foi preso em Porto Seguro – Foto: Reprodução
Um homem identificado como Lucas Alves Costa, de 30 anos, foi preso na manhã desta quinta-feira (28), em Porto Seguro, no extremo-sul da Bahia, por crime de violência doméstica. O investigado, que é filho de um tenente da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), foi alvo de um mandado de prisão após deixar uma mulher cega do olho direito após agredi-la com um golpe de faca na região do rosto. A vítima precisou retirar o olho atingido.
De acordo com relatório policial acessado pela reportagem, o investigado foi alvo de mandado de prisão pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Porto Seguro em dezembro de 2024 pelo mesmo crime contra outra vítima. Na época, policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) levaram um mês para encontrar Lucas, que ficou preso por sete meses e foi liberado no mês de julho.
“Aproximadamente um mês após ser posto em liberdade, ele agrediu fortemente uma nova vítima, causando lesão corporal de natureza grave, ao desferir um golpe de faca em sua face, a deixando cega do lado direito da visão, além de mordê-la em todo o rosto, fato acontecido no dia 24 de agosto”, detalhou a polícia em relatório após localizar e prender o criminoso.
Lucas tem um extenso histórico policial em lesão corporal contra homens e mulheres, roubo, receptação, tentativa de feminicídio entre outros delitos. Ainda segundo relatório, o autor é filho de um tenente da Polícia Militar, o que, de acordo com relatos das suas vítimas, dificultava a sua prisão em flagrante delito.
Durante as investigações pôde-se perceber o modus operandi extremamente violento do autor, que nunca deixou de cometer delitos de extrema gravidade.
Fonte: Correio
Foto: Reprodução
Os movimentos sociais do Nordeste ganharam uma cadeira no Fórum Nacional de Transição Energética (FONTE), instância vinculada ao Ministério de Minas e Energia para debater a transição energética no Brasil. Eles passam a integrar o plenário por meio do coletivo Nordeste Potência, que discute os caminhos para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono na região de forma justa e inclusiva.
“Vamos levar ao FONTE o debate sobre a necessidade de a transição energética ocorrer de uma forma diferente, sem arrasar territórios, sem provocar êxodo e adoecimento, sem destruir locais de recarga hídrica de bacias importantes”, afirma Maria Rosa Almeida Ramos, do Movimento Salve as Serras, da Bahia.
Ela representará o Nordeste Potência no FONTE como titular, e o suplente será o engenheiro eletricista Joilson José Costa, da Frente por uma Nova Política Energética para o Brasil e do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental.
Maria Rosa pretende apresentar ao FONTE propostas para reduzir os impactos sociais e ambientais dos empreendimentos de energia renovável. “É preciso haver uma zona de exclusão de territórios ocupados por populações tradicionais e da agricultura familiar”, exemplifica.
“Apesar de o FONTE ser uma instância consultiva, em que não poderemos intervir de forma mais direta na elaboração da política de transição energética, considero significativa a presença do Nordeste Potência porque marca o posicionamento de uma organização de diversos movimentos que há três anos discute o assunto”, avalia Maria Rosa.
O FONTE é um instrumento consultivo de apoio à execução da Política Nacional de Transição Energética, de forma a gradativamente substituir os combustíveis fósseis da matriz energética brasileira em prol das fontes renováveis, que são menos danosas ao clima do planeta.
No fórum, um dos temas a serem levados pelos representantes é a defesa de salvaguardas socioambientais, medidas preventivas de danos e impactos sociais e ambientais decorrentes da expansão das fontes renováveis. “Nós temos um documento coletivo com mais de cem medidas, lançado em janeiro de 2024. Agora temos a oportunidade de colaborar efetivamente para a implementação”, comemora Cecília Oliveira, vice-coordenadora da instituição.
O FONTE foi criado no ano passado para subsidiar o Conselho Nacional de Transição Energética, responsável pela elaboração da política nacional do setor. As discussões e proposições do fórum serão consolidadas em uma Carta de Recomendações, a ser submetida anualmente ao conselho.
“O FONTE é consultivo, não tendo poder de voto junto ao conselho”, esclarece Cecília Oliveira. “Mesmo assim, é uma forma de a sociedade civil colaborar com a Política Nacional de Transição Energética e colocar questões que são importantes para os territórios onde ocorre a transição, além de ampliar o debate sobre a democratização do acesso à energia.”
O plenário do FONTE, do qual o Nordeste Potência passa a fazer parte, é composto por 29 representantes governamentais, 29 da sociedade civil e 29 do setor produtivo. As reuniões ocorrem a cada quatro meses, de forma ordinária, ou extraordinariamente, quando convocadas.
Apoio
A candidatura do coletivo Nordeste Potência foi apoiada por mais de 20 instituições socioambientais, entre elas o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) e o Instituto Pólis. O mandato é de dois anos.
A participação no FONTE é considerada prestação de serviço público relevante e não remunerada. Os membros são indicados pelos titulares dos órgãos e entidades que representam, podendo ser reeleitos apenas uma vez.
Fonte: As informações são de assessoria.
Foto: Secrataria de Inspeção do Trabalho
Noventa e um trabalhadores foram resgatados por auditores-fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em condições análogas à de escravos, em duas pedreiras localizadas em Jacobina, no norte da Bahia.
De acordo com a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), os profissionais foram encontrados exercendo a função de quebradores de pedra do tipo “arenito”, que são destinadas a calçamentos, especialmente de vias públicas.
Os trabalhadores operavam com ferramentas manuais pesadas, em ambiente a céu aberto, expostos diretamente ao sol escaldante, vento e chuva, sem qualquer estrutura mínima de proteção, higiene ou conforto.
Segundo o órgão, não havia quaisquer resguardos aos trabalhadores, que chegavam a trabalhar de chinelo e com botas perfuradas, além de estar sem óculos para cobrir a região dos olhos, nem proteções auriculares para amenizar o intenso ruído da atividade.
Também não havia kit de primeiros socorros e muitos dos trabalhadores apresentavam hematomas e cicatrizes decorrentes de acidentes ocorridos nas pedreiras.
Além das condições de trabalho precárias, os trabalhadores não tinham abrigos em condições para descansar após o serviço e precisaram construir ao redor das pedreiras, abrigos de pedras cobertos por lonas, com colchões depositados no chão e sem banheiros ou água potável.
Nenhum dos trabalhadores era registrado e todos eram submetidos a um sistema de trabalho exclusivamente por produção. Eles recebiam pelo que produziam, sem quaisquer outras garantias, como 13º salário, férias, descanso remunerado, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), entre outros.
No total, foram alcançados pela operação 248 trabalhadores, sendo que 118 estavam sem o registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).
Fonte: Bahia Notícias
Foto: Vaner Casaes/Alba
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o afastamento do agora ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Adolfo Menezes (PSD). A decisão foi tomada nesta quinta-feira (27) após a Segunda Turma do STF formar maioria para manter a determinação de Gilmar Mendes, que é relator do caso. O grupo é formado pelos ministros Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, que já formalizaram o voto a favor do afastamento, além de Nunes Marques e André Mendonça.
Adolfo Menezes foi afastado sob a prerrogativa do Marco Temporal, que foi estabelecido pelo STF em 2021, e impede que os presidentes das Assembleias Legislativas sejam reconduzidos ao cargo em uma mesma legislatura. No caso, Adolfo Menezes estaria indo para o terceiro mandato consecutivo, sendo eleito primeiro em 2021, depois em 2023 e agora em 2025.
O deputado já estava afastado da presidência desde o dia 10 de fevereiro, após decisão liminar monocrática de Gilmar Mendes em ação movida pelo deputado Hilton Coelho (Psol). A determinação foi ratificada posteriormente pelo ministro durante voto na segunda-feira (24). Em seguida, a defesa de Adolfo entrou com recurso para tentar anular a decisão, e solicitou que o caso fosse apreciado pelo Plenário, invés de ser levado apenas para a Segunda Turma.
Com a manutenção do afastamento, a deputada estadual Ivana Bastos (PSD) continua no cargo de presidente interina até a convocação de novas eleições. Conforme ofício publicado pela parlamentar na quarta-feira (26), a AL-BA entrou em recesso nesta sexta por conta do Carnaval e retoma seus trabalhos após a Quarta-Feira de Cinzas, voltando às atividades no dia 6 de março. A expectativa é de que ela convoque eleições imediatas.
No entanto, apesar da projeção, como não houve mudança no Regimento Interno da Assembleia, a presidente interina não possui um prazo estabelecido para realizar o novo pleito para a escolha da próxima liderança da AL-BA.
O caminho
No dia 3 de fevereiro, o deputado estadual Adolfo Menezes foi reconduzido para mais um mandato a frente da AL-BA, recebendo 61 dos 62 votos possíveis na sessão. Sua eleição já se deu sob temores de uma possível anulação por parte do STF.
Até chegar o dia da eleição, a Assembleia passou por um período conturbado por conta das disputas pela primeira vice-presidência, que assumiria o cargo interinamente em caso de afastamento de Adolfo, o que de fato aconteceu.
Com a prerrogativa do PT, o partido indicou o nome do líder do governo Rosemberg para a cadeira. Contudo, a movimentação acendeu um sinal de alerta em alas da AL-BA, que enxergaram que seria “perigoso” a legenda deter a presidência do Legislativo e o comando do Executivo ao mesmo tempo. Além disso, no Regimento da Casa, não há um mecanismo que institui um prazo para a convocação de novas eleições.
Com isso, visando se fortalecer para as eleições de 2026, o senador Angelo Coronel (PSD) endureceu o embate pela primeira vice-presidência e indicou seu filho, Angelo Coronel Filho (PSD), para o cargo. A movimentação ocorreu em meio a ameaças de ficar de fora da chapa do governo para o pleito no Senado, “perdendo” a vaga para o ministro da Casa Civil, Rui Costa.
Vale lembrar que Ivana Bastos, hoje presidente interina, também chegou a declarar seu desejo pela cadeira, mas retirou sua candidatura.
Para chegar em um consenso, o senador e presidente do PSD na Bahia, Otto Alencar, convocou reunião do partido para alinhar as pontas. No encontro, ficou acertado a retirada de candidatura de Angelo Filho e a costura de um acordo para votar a mudança no Regimento Interno da AL-BA, determinando a convocação de eleição imediata em caso de impedimento de Adolfo.
Apesar das reuniões entre lideranças, o chamamento da sessão para realizar a alteração do texto foi travada. Após o acordo, o “brilho” pela primeira vice “sumiu” e, na semana anterior a eleição, Rosemberg retirou sua candidatura alegando que foi em prol do consenso, abrindo espaço para o retorno de Ivana Bastos como o nome para o cargo.
A nova eleição
Ivana Bastos ainda não declarou publicamente que será candidata à presidência da Assembleia. Contudo, nos bastidores, deputados apontam como certa a sua candidatura para ser efetivada como presidente.
Com a movimentação, o PT teria a prerrogativa de indicar o nome da primeira vice-presidência. Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, no partido, os nomes discutidos são os de Fátima Nunes, Júnior Muniz e Zé Raimundo, o qual ocupava o cargo até o início desde ano.
Caso Ivana Bastos seja efetivada como presidente da AL-BA e o PT consiga a primeira vice-presidência, os petistas terão sua “maior representação” nos espaços de protagonismo da Casa em toda sua história.
Se tudo “der certo” para o PT, eles passariam a ter:
• Presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da AL-BA, com Robinson Almeida.
• Presidência da Comissão de Finanças e Orçamento, a “segunda” mais importante da AL-BA, com Zé Raimundo.
• Presidência da Comissão de Defesa do Consumidor, com Júnior Muniz.
• 1ª Vice-presidência da AL-BA, que pode ficar com Zé Raimundo, Fátima Nunes ou Júnior Muniz.
Fonte: Bahia Notícias
O estado foi responsável por 23% da expansão da matriz elétrica nacional — Foto: Carla Ornelas/GOVBA
Considerado o estado com os melhores ventos do Brasil, a Bahia finalizou 2024 com o melhor resultado de geração de energia elétrica pela fonte eólica. Com base na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), 23% da expansão da matriz elétrica nacional ano passado ocorreu no estado. Com as 45 usinas que entraram em operação, o setor eólico baiano ultrapassou 10 gigawatts (GW) de potência. Os dados constam no Informe Executivo de Energia Eólica, que é produzido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).
Quando o assunto é geração de energia elétrica Solar Fotovoltaica, os excelentes níveis de irradiação, fizeram a Bahia finalizar 2024 com 2,4 GW de potência outorgada e 79 usinas em operação. O estado, com o melhor resultado de energia solar no ranking regional de 2024, possui participação correspondente a 17% do segmento nacionalmente. Além dos aspectos naturais, o governo do Estado apresenta uma excelente cartilha de incentivos fiscais para empreendimentos de geração de energia por fonte renovável como é o caso da energia eólica, solar fotovoltaica, biomassa e hidrogênio verde.
Segundo Angelo Almeida, secretário da SDE, a Bahia possui 95% de sua matriz elétrica centralizada baseada em fontes renováveis, com destaque para a fonte eólica com 52%. “É um compromisso do governador Jerônimo Rodrigues, fazer a Bahia continuar avançando como um dos destaques na produção de energia elétrica por fontes renováveis. Estamos na vanguarda e a Bahia vive uma gigantesca janela de oportunidades neste segmento e um potencial de 170 GW de capacidade instalável de parques híbridos. Seguiremos reafirmando nosso compromisso em atrair mais investimentos que impactam especialmente o semiárido baiano”.
Geração distribuída solar fotovoltaica
O Estado da Bahia possui grande potencial para geração distribuída por meio da fonte solar fotovoltaica, com destaque para microgeração (potência instalada até 75 kW) e minigeração (potência instalada até 5 MW), caracterizadas principalmente pelas instalações de painéis em residências e prédios comerciais. Todos os 417 municípios apresentam unidades consumidoras de geração distribuída solar fotovoltaica, totalizando quase 1,3 GW de potência instalada em mais de 146 mil unidades geradoras pela modalidade, conforme dados disponibilizados pela ANEEL. Em 2024 foram realizadas 10 mil novas conexões, adicionando mais 71MW de potência instalada neste segmento.
Fonte: SDE
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