Nesta quarta-feira, 24, a capital da Bahia registrou mais dois (2) casos de Monkeypox (varíola dos macacos), confirmando 42 casos da doença no estado, assim distribuídos: 33 em Salvador, 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Feira de Santana; 1 em Ilhéus; 1 em Juazeiro; 1 em Mutuípe e 1 em Xique-Xique. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 104 casos suspeitos que aguardam diagnóstico laboratorial.
Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre e tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.
Fonte: Com informações de assessoria.
O candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto, admitiu, nesta terça-feira (23), que "não há como acabar com a regulação" da Saúde, mas prometeu, se eleito, terminar com a "longa (fila de) espera".
"Eu não vou prometer uma coisa que não vai ser possível. Não há como acabar com a regulação, mas é possível sim acabar com essa longa espera na regulação. Primeiro, tendo gestão para regulação, tendo profissional qualificado, descentralizando a regulação, trazendo tecnologia para a regulação, trazendo, por exemplo, o modelo de São Paulo, que é muito maior do que a Bahia e lá a regulação funciona", declarou ACM Neto, em entrevista à sabatina do G1.
Neto disse ainda que, se eleito governador, irá comprar vagas nos hospitais privados para atender as pessoas que precisam do serviço público.
Fonte: Metro 1
Os candidatos ao governo da Bahia ACM Neto (UNIÃO), Jerônimo Rodrigues (PT), João Roma (PL). Kleber Rosa (Psol) e Giovani Damico (PCB) divulgaram as suas agendas eleitorais para o segundo dia de campanha no estado, nesta sexta-feira (19).
Confira:
ACM Neto (União Brasil)
Manhã
10h15 - Carreata em Paripiranga
12h35 - Carreata em Fátima
Tarde
14h05 - Carreata em Heliópolis
15h40 - Carreata em Cícero Dantas
Noite
18h15 - Carreata e comício em Antas, na Praça Pedro Macário
Jerônimo Rodrigues (PT)
Manhã
7h às 9h – Entrevistas
9h30 – Itapicuru | Carreata pelas ruas da cidade
11h – Olindina | Carreata pelas ruas da cidade
Tarde
13h – Nova Soure | Carreata pelas ruas da cidade
15h – Cipó | Carreata pelas ruas da cidade
16h30 – Ribeira do Amparo | Carreata pelas ruas da cidade
18h – Ribeira do Pombal | Comício no município
João Roma (PL)
Manhã
Participa de evento em Salvador
Tarde
Viagem a Porto Seguro
17:00 - Evento de lançamento da chapa majoritária no Extremo Sul
Kleber Rosa (PSOL)
Manhã
Reunião com a coordenação de comunicação
Tarde
13h - Sabatina Rede Record
Noite
Reunião com lideranças sindicais
Giovani Damico (PCB)
Manhã
10h - Abertura da Caravana do Poder popular em Teixeira de Freitas
11h - Caminhada pelo centro da cidade de Teixeira de Freitas junto aos militantes do PCB
Tarde
14h - Inauguração do comitê do Poder Popular em Teixeira de Freitas.
Noite
Jantar com apoiadores e Militantes do PCB
Fonte: Metro 1

Com base em projeção realizada na lei eleitoral, o Jornal O GLOBO divulgou a minutagem dos principais candidatos ao Governo da Bahia. Na divisão do tempo de TV, o candidato do União Brasil, ACM Neto, foi quem obteve o melhor resultado.
O ex-prefeito de Salvador aparece com 4 minutos e 39 segundos, enquanto Jerônimo Rodrigues (PT) tem um minuto a menos (3m39s). João Roma (PL), surge em seguida com 1m14s de inserção. O quarto colocado nas pesquisas, Kleber Rosa (PSOL), tem apenas 27 segundos.
A reportagem lembra, ainda, que liderar as pesquisas de intenção de voto, além de ter o controle da máquina pública nas mãos, são fatores decisivos para conquistar mais espaço. Outro fator determinante são as alianças com outros partidos concretizadas ao longo da pré-campanha.
Fonte: Do site Bahia.Ba
O candidato a governador da Bahia, João Roma (PL), declarou que a região Oeste é esquecida pelo governo estadual. “Uma região que gera tantas riquezas para o estado precisa de mais atenção do governo. Se for eleito, vou implantar uma representação governamental no Oeste, ligada diretamente à governadoria, para atendermos com eficiência às demandas regionais”, disse ele ao lado da postulante ao Senado, Dra. Raíssa (PL), em Barreiras e Luís Eduardo Magalhães neste final de semana.
O ex-ministro da Cidadania acrescentou que a proposta se estende também ao Extremo-Sul, outra região baiana distante da capital, desamparada pelo governo estadual. “Vamos descentralizar e aproximar a gestão do governo das regiões mais distantes”, assinalou, explicando que essas zonas territoriais, devido à distância da capital, acabam sendo prejudicadas no atendimento de suas necessidades pelo estado.
As representações governamentais nessas regiões, segundo o deputado federal, terão o papel de acompanhar e coordenar todas as ações do governo na região, com foco na qualidade dos serviços públicos prestados, funcionando como um elo entre o poder governamental e as populações locais. “O objetivo é levantar e transmitir diretamente ao governador as necessidades e prioridades regionais”.
Na opinião do ex-ministro da Cidadania, o verdadeiro desenvolvimento regional, com interiorização e integração da Bahia, somente se efetivará pela desconcentração dos investimentos e pela descentralização administrativa. “Além da ênfase na retomada do processo de atração de investimentos direcionados para o interior, a efetiva presença do governo nas regiões mais distantes do estado vai eliminar a sensação de abandono governamental e um possível sentimento separatista”, asseverou.
Fonte: Do site Bahia.Ba
Candidato a governador pelo PT ressaltou que apesar dos bons resultados da Bahia, administração de Salvador tem impactado negativamente na taxa de desemprego
O candidato a governador do Estado pelo PT, Jerônimo Rodrigues, enfatizou que o avanço na taxa de empregos com carteira assinada ocorrerá com a manutenção e ampliação dos investimentos públicos, na parceria com o presidente Lula. Em entrevista ao G1, o candidato destacou o seu compromisso na redução da pobreza, desigualdade, informalidade e ressaltou que a marca dos governos petistas é e sempre será a inclusão social.
“A Bahia foi o quinto Estado em todo Brasil que mais gerou empregos de carteira assinada nos últimos quatro anos. Foram aproximadamente 221 mil [...] Junto com Lula, vou retomar projetos estruturantes na Bahia, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, do Porto Sul, do Estaleiro Paraguaçu. Vou garantir também a construção da Ponte Salvador-Itaparica", disse.
Jerônimo apontou que a administração de Salvador tem impactado negativamente na taxa de desemprego no estado. “Os dados de desemprego na Bahia são influenciados, principalmente, pelas altas taxas em Salvador. Salvador tem liderado o processo de desemprego na Bahia. E não foi só a pandemia, o aumento de impostos municipais praticado pela prefeitura provocou um baque significado sobre o comércio e, principalmente, sobre a construção civil”, criticou o petista.
O candidato a governador do Estado pelo Partido dos Trabalhadores destacou a decisão acertada do governador Rui Costa (PT) ao manter o investimento público em grandes obras como hospitais, escolas, policlínicas e estradas, responsáveis pela geração de postos de trabalho na capital e no interior. “Estamos conseguindo gerar empregos como? Com mais investimento público, principalmente. Hoje somos o segundo Estado brasileiro que mais investe [...] Assim como irei ampliar os investimentos em agricultura, turismo, cultura, indústria, comércio, economia sustentável e tecnologia da informação”, declarou o petista.
Fonte: As informações são de assessoria
Em visita a Abaré e Macururé, no Norte baiano, candidato a governador diz que povo do Semiárido não consegue trabalhar porque faltam projetos para irrigação
O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) afirmou nessa quinta-feira (11) que a assistência técnica e de água ofertada pelo atual governo do estado aos produtores rurais se encontra apenas nas peças de propaganda. Durante agenda em Abaré, o ex-prefeito de Salvador disse ainda que os agricultores de toda a Bahia, especialmente os da região Norte, na parte do Semiárido, querem trabalhar e sair da situação de pobreza, mas não encontram qualquer suporte do governo para isso.
"Esses que estão no poder há 16 anos dizem muito que são defensores do homem do campo e da agricultura familiar. No entanto, acabaram com a assistência técnica para o pequeno produtor rural. Não existe mais suporte em todo o estado da Bahia. Da mesma forma, o pequeno produtor não tem acesso às linhas de financiamento, sofre com a situação das estradas vicinais, que estão aí esquecidas, e não tem acesso decente a máquinas e implementos agrícolas que facilitem o seu trabalho e a sua produção", afirmou.
Ao lado da candidata a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos) e do candidato ao Senado Cacá Leão (PP), ACM Neto visitou as cidades de Macururé e de Abaré, no Norte da Bahia. Nessa última, realizou ato político.
Apesar da proximidade com o Rio São Francisco, a região carece de uma melhor infraestrutura para o abastecimento de água. "A verdade é que, após 16 anos, esse governo do estado que está aí não vai deixar nenhuma marca importante na criação de barragens, adutoras, canais e projetos de irrigação. Porque está tudo lá, na propaganda e no discurso. Não acontece nada na prática", disse.
"Nos últimos 16 anos essa região ficou relegada a segundo plano. Hoje a gente chega aqui a Abaré, olha para a região e constata que não foram feitos os investimentos que a região precisava. Nada avançou nos últimos anos em desenvolvimento econômico. A pobreza e a desigualdade social persistem, a dificuldade do povo continua sendo a mesma ou está pior durante esse tempo todo. Não podemos mais aceitar isso, porque 16 anos é tempo suficiente para mostrar trabalho", discursou.
Sem trabalho
ACM Neto destacou que o povo do Semiárido não encontra emprego. "Quando chega aqui na região, muitas cidades praticamente vivem apenas do dinheiro que circula pelos empregos oferecidos pelas prefeituras e pelos programas de auxílio social. É basicamente prefeitura, Auxílio Brasil e aposentadoria", disse.
O candidato ainda se comprometeu a levar o acesso à água para a agricultura familiar. "Não existe atividade econômica. As pessoas querem trabalhar, mas não encontram meios para isso. Estamos aqui para devolver a esperança de quem vive na região. Porque, se Deus me permitir, vamos chegar ao governo do estado e vamos resgatar os investimentos em recursos hídricos. Vamos levar água para a agricultura familiar, para o homem do campo ter o seu trabalho de volta", afirmou.
Neto disse que, se eleito, vai comandar um governo de aproximação com as regiões mais distantes da capital, assim como fez com os bairros de Salvador. "Minha vinda aqui hoje, como estivemos há pouco em Macururé, é para trazer uma palavra de esperança. Estou aqui para dizer, olhando nos olhos de vocês: acreditem, confiem, porque a Bahia pode mudar. Abaré pode mudar, a região pode mudar, a vida de vocês pode mudar para melhor", completou.
Fonte: As informações são de assessoria
Durante o Papo Correria dessa quinta-feira (11), além de criticar o valor dos patrimônios milionários dos candidatos ao governo da Bahia, sobretudo o de ACM Neto que chegou aos R$ 41 milhões, Rui Costa alfinetou o candidato também ao falar, de forma indireta, sobre a escolha do vice-candidato para sua campanha.
Ao falar de Jerônimo, Rui disse disse que ele “é de confiança” e “não saiu prometendo vice para a Bahia inteira”. “Jerônimo caminha comigo há algum tempo já e me ajuda no governo. Esse cabra é de confiança, de palavra. Ele não saiu prometendo vice e Senado para a Bahia inteira e depois passou a rasteira em todo mundo não. O que ele promete, ele cumpre”, alfinetou Rui.
Ele também falou sobre o ICMS, atribuindo que se ACM Neto for eleito, ninguém vai aguentar pagar os impostos. “Se um dia a Bahia desse azar e esse cidadão ganhasse a eleição, ninguém aguentaria pagar o ICMS desse cidadão, porque ninguém está aguentando pagar o IPTU dele em Salvador. E a tal da indústria da multa? É muita para todo lado. Enquanto a gente é obra para todo lado, o deles é multa para todo lado. O negócio é tirar dinheiro do bolso do cidadão através de multa”, afirmou Rui Costa.
Fonte: Do site Bahia.Ba
Se não segurar a frustração de ter sido preterido para a vaga de vice e decidir romper com ACM Neto (União Brasil), o ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo (União Brasil) tende a fechar apoio à candidatura esquerdista de Jerônimo Rodrigues (PT) e não à do bolsonarista João Roma (PL).
Uma fonte ligada a Ronaldo relatou ontem à noite ao Política Livre que o ex-prefeito de Feira de Santana ainda não se recuperou do que considerou ‘um golpe’ por ter sido, segundo seus termos, ‘atropelado’ pelo anúncio da escolha da empresária Ana Coelho (Republicanos) como candidata a vice de Neto.
Apesar de o candidato do União Brasil nunca ter prometido a ele a vaga, nem muito menos ter falado de público sobre esta hipótese, Ronaldo acha que Neto faltou com consideração a ele ao não fazê-lo seu companheiro de chapa por ter aceito o apelo do ex-prefeito de Salvador para concorrer ao governo em seu lugar, em 2018.
O movimento na direção de Jerônimo, no entanto, tem menos a ver com a possibilidade de o petista se eleger governador do que com as chances reais do líder nacional do seu partido, Lula, voltar a comandar o Palácio do Planalto, como sugerem as pesquisas para a Presidência da República.
Um antigo aliado diz que Ronaldo acredita que pode negociar sua indicação para uma estatal ou um órgão federal importante com os petistas, mesmo que isso enterre sua história de político oposicionista que sempre impediu o PT de conquistar a Princezinha do Sertão.
Um eventual acordo neste sentido também frusta as expectativas de Roma e dos próprios correligionários do ex-prefeito de Feira no município por um outro motivo.
Eles imaginavam que, pelo fato de ter aderido à campanha de Jair Bolsonaro, em 2018, em pleno debate eleitoral, sem consultar, inclusive, Neto, que fora o principal articulador de sua campanha, e de vir flertando com o bolsonarismo desde então, Ronaldo fechasse apoio ao candidato do PL a governador.
Fonte: Política Livre
Convenção do União Brasil Bahia lotou o Centro de Convenções de Salvador
Na manhã desta sexta-feira (05), a candidatura de ACM Neto ao Governo da Bahia foi oficializada durante a Convenção do União Brasil Bahia, realizada em Salvador. Durante a cerimônia, Neto foi presenteado com uma bandeira do estado, assinada por jovens de toda a Bahia. Emocionado, o candidato destacou que, nem em seus melhores sonhos, imaginou que seria um momento tão especial.
"Confesso a vocês que eu sempre, a minha vida inteira, sonhei com esse dia. Eu ficava imaginando, eu me perguntava, como seria o dia em que eu tivesse a oportunidade de apresentar ao meu povo uma candidatura ao Governo do Estado. Muitas coisas sempre passaram pela minha cabeça. Muitas coisas vinham do meu coração e geravam sonhos e expectativas. Mas eu confesso a vocês, eu jamais poderia imaginar que um dia eu estaria vivendo uma emoção tão grande como a emoção que eu estou vivendo hoje, aqui, ao lado de vocês", falou à multidão que lotou o Centro de Convenções da capital baiana.
"Todo mundo sabe que eu sou um cara de muita fé. Então, eu tenho, antes de tudo, que agradecer a Deus. Porque foi Ele que me trouxe até aqui. É Ele que está me permitindo viver cada uma dessas emoções”, pontuou.
Em seu discurso, ACM Neto enfatizou que se preparou a vida inteira para assumir o cargo e enfrentar, com determinação e coragem, todos os problemas vividos pela população da Bahia.
“Eu sonhei e me preparei. Eu acredito nisso, em trabalho duro, em correr atrás, em suar a camisa. Eu não sou produto do acaso. Eu não sou o resultado da vontade de um partido político. Não estou aqui escolhido e confirmado nessa convenção porque não tinha outro nome e, de repente, eu apareci. Eu estou aqui porque eu me preparei a vida toda para esse momento”, afirmou.
Neto ressaltou ainda que o sentimento de mudança está em todos os cantos do estado, e que se sente preparado para encarar as dificuldades e proporcionar um futuro diferente, e muito melhor, para toda a Bahia.
“Digo sem medo de errar. Eles se contentam com o último lugar. Comigo é diferente. Eu só aceito ser o primeiro. Eu só quero ver a Bahia em primeiro lugar. E a verdade, infelizmente, é que hoje, em muitas coisas que deveríamos estar em primeiro lugar, nós estamos em último. E em muitas coisas que deveríamos estar em último lugar, seguimos em primeiro”, salientou ao comentar os índices de violência, cenário em que a Bahia lidera o ranking como o estado com o maior número de mortes violentas no país, e as taxas de qualidade de educação, onde a Bahia ocupa o último lugar do Brasil.
“Na minha caminhada, os mais de 200 municípios percorridos me fizeram ouvir muitas histórias. A gente está aqui para falar da dura realidade do nosso estado. A gente não pode fechar os olhos para a dor e para o sofrimento dos baianos. Aqui eu estou para dizer que eu vou transformar essa dor, essa dor que dói no coração da gente, em compromisso de luta. E acima de tudo na certeza que, a partir do dia 1° de janeiro de 2023, a Bahia vai mudar com o novo governador desse estado”, destacou o candidato.
Na cerimônia desta sexta-feira, a chapa majoritária da campanha de ACM Neto para as eleições de 2022 foi formalizada com a candidata a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos), e com o candidato ao Senado, o deputado federal Cacá Leão (PP).
Em sua base de partidos aliados, ACM Neto conseguiu unir 13 legendas, um dos maiores grupos de oposição da história política na Bahia.
Plano de Governo
Na convenção, ACM Neto apresentou parte do plano de governo estruturado com as propostas para o futuro da Bahia. O plano será apresentado, com maiores detalhes, nas próximas semanas.
“Nós sabemos tudo o que precisa ser feito desde o primeiro dia de mandato. Nós vamos governar por toda a Bahia, por todos os 417 municípios do nosso estado. Nós vamos enxergar a peculiaridade, as características e a situação de cada região do nosso estado. Vamos implantar os Governos Regionais, e os dois primeiros serão implantados no Extremo Sul e no Oeste da Bahia”, antecipou.
Os Governos Regionais, denominados como GRs, serão braços avançados do governo estadual. Órgãos que terão a capacidade de oferecer serviços públicos essenciais em todas as regiões da Bahia.
“Vamos fazer um planejamento para cada região ouvindo o povo, definindo metas sociais e econômicas que vão ser fundamentais para a alocação dos recursos e definição dos projetos essenciais. Tudo isso, com visão de médio e longo prazo”, explicou.
Fonte: As informações são de assessoria
Foto: HRI
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