Foto: Divulgação
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), defendeu nesta terça-feira (2), em Jacobina, mudanças no sistema de atendimento à saúde no estado e afirmou que casos graves não podem ficar presos à fila da regulação.
A declaração foi feita durante a primeira edição do movimento ‘Sua Voz É Nossa Voz’, após questionamento feito por uma enfermeira que participou do evento sobre as propostas para a saúde, diante dos problemas enfrentados pelos baianos na área.
Ao responder à questão, Neto afirmou que a fila da regulação se tornou um dos principais problemas enfrentados por quem precisa de cirurgia, atendimento especializado, exames ou consultas no estado. Segundo ele, a situação está ligada à falta de estrutura de saúde no interior baiano.
“A verdade é que falta assistência à saúde no interior da Bahia. Faltam UTIs, faltam leitos hospitalares, faltam clínicas para fazer consultas e exames. Falta atendimento na saúde no interior do nosso estado. ‘Ah Neto, será que tem solução? Ou qualquer um que se eleja vai ser a mesma coisa?’ Eu quero dizer a vocês que tem solução sim. Não é uma só, são algumas soluções”, destacou.
Segundo Neto, a primeira solução é aumentar a quantidade de hospitais regionais no interior, hospitais de média e alta complexidade, hospitais com leitos de UTI, equipamentos modernos e profissionais preparados para garantir a assistência.
“Segunda coisa importante: quando houver uma necessidade emergencial, a pessoa teve um infarto, a pessoa sofreu um acidente com politraumatismo, a pessoa teve um AVC, nesses casos não pode existir regulação, não pode ter fila, tem que ter atendimento imediato. E para isso é fundamental unidades de urgência e emergência que funcionem 24 horas no interior”, disse à profissional de saúde.
Ele também afirmou que a saúde precisa receber mais investimentos e destacou o papel dos profissionais da área. Ao se dirigir à enfermeira que fez a pergunta, Neto disse que médicos, enfermeiros e demais trabalhadores da saúde devem estar no centro das decisões.
“É preciso investir recursos na saúde. E aí você, que é enfermeira, é preciso também trabalhar com os profissionais da saúde, que são decisivos e fundamentais. A gente não faz saúde de qualidade, a gente não faz educação de qualidade, a gente não faz segurança pública de qualidade sem médico, professor e policial. O profissional tem que estar no centro da decisão e aqui deixo minha homenagem a todos enfermeiros e enfermeiras”, completou.
O encontro marcou o início da agenda do projeto pelo interior baiano e reuniu apoiadores e lideranças políticas da região. O movimento, segundo a proposta apresentada por ACM Neto, busca abrir espaço para que moradores do interior apresentem problemas, sugestões e prioridades, com foco na construção de um plano de governo baseado nas demandas da população baiana.
Fonte: Com informações de assessoria.
Foto: Divulgação
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (27), a Operação Falsa Ordem, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em estelionatos eletrônicos e fraudes praticadas em ambiente virtual. A ofensiva policial ocorre simultaneamente em 10 cidades dos estados de São Paulo e Rio Grande do Norte, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva expedidos no curso das investigações.
Entre os golpes investigados está o conhecido como “falso advogado”, no qual os criminosos obtêm informações reais de processos judiciais e entram em contato com as vítimas se passando por advogados ou representantes de escritórios de advocacia. Utilizando linguagem técnica, fotografias, nomes verdadeiros e até documentos processuais legítimos, os investigados induzem as vítimas a realizar transferências bancárias sob a falsa alegação de liberação de valores judiciais, pagamento de custas processuais ou desbloqueio de alvarás.
Além disso, foi possível identificar um núcleo de criminosos que praticava furtos de cartões de vítimas em grandes eventos nas capitais de Pernambuco, Paraná e Bahia. Durante os shows, um dos criminosos se passava por ambulante e, ao ter acesso ao cartão da vítima para realizar o pagamento na máquina, fazia a troca por outro semelhante, sem que a vítima percebesse.
Depois disso, o grupo utilizava o cartão furtado para efetuar diversas compras de equipamentos eletrônicos, incluindo videogames, os quais seriam posteriormente vendidos em uma loja especializada em receptação, em São Paulo.
As investigações da Polícia Civil da Bahia, por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), através da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), apontam que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 4,2 milhões em operações financeiras relacionadas às fraudes praticadas, demonstrando o elevado grau de estruturação, alcance e capacidade operacional da organização criminosa. Durante as apurações, foi constatado que o grupo possuía atuação interestadual, com ramificações identificadas também nos estados do Rio de Janeiro, Paraná e Pernambuco.
De acordo com o delegado-geral adjunto de Operações, Jorge Figueiredo, a operação reafirma o compromisso da Polícia Civil da Bahia com o enfrentamento qualificado ao crime organizado, especialmente às estruturas criminosas que utilizam a tecnologia para atingir a população, gerar prejuízos financeiros e atacar a confiança social.
“A operação é resultado de um trabalho técnico, integrado e altamente qualificado de inteligência policial e investigação cibernética, desenvolvido pela Polícia Civil da Bahia diante do crescimento das fraudes eletrônicas que vêm atingindo cidadãos, profissionais da advocacia e vítimas em diversos estados da federação. As investigações identificaram integrantes da organização criminosa responsáveis pela prática de golpes mediante utilização fraudulenta de dados. Entre os investigados, foram identificados integrantes diretamente responsáveis pela execução dos golpes eletrônicos, utilizando mecanismos cibernéticos sofisticados para obtenção ilícita de valores, além de pessoas responsáveis pela movimentação financeira e sustentação operacional do esquema criminoso”, detalhou o delegado.
As diligências seguem em andamento, com prioridade para apreensão de dispositivos eletrônicos e elementos informacionais que serão submetidos à perícia técnica especializada, visando identificar outros envolvidos, ampliar o rastreamento financeiro e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da organização.
Fonte: Polícia Civil
Foto: Divulgalção
Recém-rompido com o grupo de Jerônimo Rodrigues (PT), por onde alcançou projeção na política baiana, como a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia e o mandato de senador da República, o ex-pessedista Angelo Coronel, agora no Republicanos, tem adotado uma postura de ataque à gestão petista em entrevistas e eventos no interior durante o período de pré-campanha.
Durante o lançamento da pré-candidatura de Wagner Alves (União Brasil) a deputado estadual, na última sexta-feira (22), em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, Coronel afirmou que o PT “é igual a remédio vencido em prateleira”. Wagner Alves é marido da prefeita do município, Sheila Lemos, e um dos favoritos a conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa no pleito de outubro.
“Saí [do grupo de Jerônimo], vim somar, me aliar a ACM Neto, a Zé Cocá e a João Roma porque me dei conta de que a Bahia precisa de uma mudança urgente. Isso é igual a remédio vencido em prateleira: quando você vê a data de validade vencida, tem que jogar fora porque não serve mais para o povo baiano”, disse Angelo Coronel diante de uma grande plateia, incluindo o pré-candidato ao governo do Estado e o vice da oposição, ACM Neto e Zé Cocá, respectivamente, além de deputados estaduais e federais.
Na semana passada, também durante agenda no interior, Angelo Coronel subiu o tom e disparou críticas ao discurso de “pobreza” adotado pelo PT, em uma indireta que acabou atingindo o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), pré-candidato ao Senado na chapa puro-sangue. Não é novidade que Costa nasceu e foi criado em uma encosta no bairro da Liberdade, em Salvador, e é filho de uma faxineira.
“Eu não aguentava mais o discurso: ‘ah, eu morei na encosta. Ah, minha mãe trouxe pelanca’. Um discurso já demodé [ultrapassado]. Um discurso de 20 anos atrás. E eu resolvi dizer: ‘eu quero alguma coisa nova para minha Bahia e para o meu Brasil’. Esse cansaço, esse discurso enfadonho, achando que falar da pobreza é um troféu. Eu queria que o PT, naquela oportunidade, falasse da prosperidade para nossa gente, e não só de pobreza. Então, eles acham que defender a pobreza é um grande mérito. Eu prefiro defender que as pessoas tenham prosperidade”, afirmou.
Fonte: Política Livre
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
O senador Angelo Coronel (Republicanos-BA) subiu o tom contra o colega de bancada e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA).
Durante participação na XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios nesta quarta-feira (20), Coronel cobrou publicamente o andamento da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 5/2025, de sua autoria, que propõe a redução da alíquota patronal do INSS paga pelas prefeituras.
Em discurso para prefeitos, o senador disse que a matéria está travada no colegiado há cerca de um ano sem que um relator sequer tenha sido designado para o texto. Coronel afirmou ainda que a paralisia da proposta configura um desrespeito às normas internas da Casa.
“Está engavetada na CCJ já há 12 meses, inclusive infringindo o regimento interno do Senado. O presidente da CCJ, que é até um baiano, não designou nenhum relator para que essa PEC tramitasse”, disparou o senador.
A PEC 5/2025 visa reduzir a alíquota patronal do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) paga pelas prefeituras de 16% para 8%. A medida é defendida por gestores locais como um alívio crucial para a crise fiscal que afeta, sobretudo, os municípios menores, que hoje enfrentam sérias dificuldades para manter serviços essenciais de saúde e assistência social.
Demonstrando irritação com a articulação política em torno do tema, Coronel chegou a afirmar que abre mão do protagonismo do projeto se isso significar a sua aprovação. O senador ironizou citando outras lideranças de seu estado, como o ministro Jaques Wagner, o governador Jerônimo Rodrigues e o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso.
“Eu não quero saber. Eu tiro até o meu nome da PEC. Vou botar o nome ‘PEC de Wagner’, ‘PEC de Otto’, ‘PEC de Jerônimo’, ‘PEC de Wilson’. Eu fico fora dela. Eu quero que ela seja aprovada para resolver os problemas dos municípios brasileiros. São mais de 5 mil municípios no aguardo da aprovação dessa PEC 5”, declarou.
O senador também aproveitou o evento para convocar os prefeitos a exercerem pressão direta sobre a CCJ e a bancada baiana. Ele alertou que a proximidade das eleições pode sepultar as chances de votação do texto caso não haja uma mobilização imediata.
“O governo é contra, mas está fazendo tanta bondade. Então por que não faz bondade também com as prefeituras que geram empregos, mantêm a saúde e as ações sociais? Se não fizermos pressão agora e deixarmos passar a eleição, adeus aprovação dessa PEC. A hora da unidade é agora”, concluiu Coronel.
Fonte: Bahia.ba
Foto: Reprodução
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (13), realizado pela Paraná Pesquisas em parceria com o site Bahia Notícias, aponta liderança do ex-prefeito de Salvador ACM Neto na disputa pelo Governo da Bahia em 2026. O estudo mostra vantagem do político do União Brasil sobre o atual governador Jerônimo Rodrigues tanto no cenário espontâneo quanto no estimulado.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, ACM Neto aparece com 26,3% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues soma 19,8%. O candidato Ronaldo Mansur registra 0,1%. Outros nomes citados representam 1,1%, e 47% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não opinar.
No cenário estimulado, ACM Neto amplia a vantagem e alcança 47,8% das intenções de voto, contra 38,7% de Jerônimo Rodrigues. Ronaldo Mansur aparece com 1,7%. Os que declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato somam parte do levantamento, enquanto 4,9% não souberam responder.
A pesquisa também avaliou a rejeição dos possíveis candidatos. Jerônimo Rodrigues lidera nesse quesito, com 37,1% de rejeição. ACM Neto aparece com 27,4%, enquanto Ronaldo Mansur registra 25,2%. Já 12,4% afirmaram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos, e 7,6% não responderam.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03619/2026, conforme a Resolução nº 23.600/2019. A coleta de dados ocorreu entre os dias 10 e 12 de maio de 2026, por meio de entrevistas presenciais e domiciliares em 65 municípios baianos.
Ao todo, foram ouvidos 1.510 eleitores. A pesquisa possui grau de confiança de 95% e margem de erro estimada em 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.
Fonte: Política Livre
Foto:Reprodução
Entre serras, garimpos e estradas de terra do norte da Bahia, uma rocha bruta retirada do subsolo de um pequeno município da Chapada Diamantina acabaria provocando uma disputa internacional bilionária. A chamada Pindobaçu, cidade marcada historicamente pela mineração, viu seu nome atravessar fronteiras após a descoberta da chamada ‘Esmeralda Bahia’, uma formação gigantesca de berilo com cristais de esmeralda que se transformou em alvo de batalhas judiciais entre Brasil e Estados Unidos.
A peça, extraída em 2001, ganhou notoriedade não apenas pelo tamanho incomum, cerca de 360 kg, embora algumas publicações internacionais mencionem 380 kg ou 840 libras, mas também pelo mistério e pelas disputas em torno de sua posse. Ao longo dos anos, a pedra circulou por diferentes países, foi revendida, armazenada em cofres e passou a ser reivindicada por empresários, colecionadores e investidores.
No centro de toda a controvérsia estava uma pergunta que mobilizou tribunais internacionais. Quem realmente tinha direito sobre a pedra retirada do interior baiano?
Localizada no Piemonte Norte do Itapicuru, próxima a áreas historicamente ligadas ao garimpo, Pindobaçu construiu parte de sua identidade econômica em torno da mineração. O município ficou conhecido especialmente pela exploração de esmeraldas, atraindo trabalhadores, investidores e aventureiros em busca de pedras preciosas capazes de mudar vidas da noite para o dia.
A região integra um território associado à tradição mineral baiana e mantém relação histórica com atividades de garimpo que atravessam décadas. Foi justamente nesse cenário que surgiu a Esmeralda Bahia, considerada uma das maiores formações do tipo já encontradas no mundo.
Apesar do nome, especialistas explicam que a peça não é uma única esmeralda lapidada, mas um enorme bloco de berilo contendo cristais de esmeralda incrustados em sua estrutura. Ainda assim, o gigantismo da rocha e a raridade da formação ajudaram a transformar a pedra em objeto de fascínio internacional.
Da Chapada Diamantina aos tribunais dos Estados Unidos
O percurso da pedra depois da extração deu início a uma sequência de disputas e investigações. Autoridades brasileiras sustentaram que a rocha deixou o país de forma irregular, com documentação falsa e sem autorização adequada para exportação.
Após sair do Brasil, a Esmeralda Bahia passou por diferentes negociações até chegar aos Estados Unidos, onde começou uma longa batalha judicial envolvendo empresários e grupos que alegavam direitos de propriedade sobre a gema.
Em determinados momentos, a pedra ficou sob custódia de autoridades norte americanas em Los Angeles, enquanto diferentes versões sobre contratos, compras e transferências eram apresentadas à Justiça. O caso ganhou repercussão internacional justamente pela combinação entre valor estimado, origem controversa e dificuldade de comprovar a cadeia de posse da rocha.
A disputa também colocou em debate a questão do patrimônio mineral brasileiro. O governo do Brasil argumentou que a pedra era um bem extraído ilegalmente do território nacional e, por isso, deveria ser devolvida.
Em 2024, a Justiça federal dos Estados Unidos decidiu favoravelmente ao Brasil, reconhecendo irregularidades relacionadas à extração e à exportação da peça. A decisão abriu caminho para a repatriação da chamada Esmeralda Bahia.

Até hoje, ainda existem divergências sobre o valor real da esmeralda - Foto: Reprodução
Por que a pedra valia tanto?
Embora estimativas divulgadas ao longo dos anos tenham falado em valores próximos de US$ 1 bilhão, especialistas apontam que calcular o preço exato da Esmeralda Bahia sempre foi uma tarefa complexa.
Isso porque o valor da peça não depende apenas do peso ou da quantidade de cristais presentes na rocha. Entram na conta fatores como raridade, dimensão, qualidade mineral, interesse histórico, apelo para colecionadores e até a repercussão internacional do caso.
Outro elemento que dificultava qualquer avaliação comercial era o fato de a pedra permanecer em estado bruto. Diferentemente de joias lapidadas vendidas no mercado tradicional, a Esmeralda Bahia se tornou praticamente uma peça única, sem parâmetros simples de comparação.
Além disso, as disputas judiciais acabaram elevando ainda mais o interesse em torno da rocha. Quanto maior a controvérsia, maior também a curiosidade do mercado internacional sobre a peça retirada do interior da Bahia.
O caso acabou transformando a Esmeralda Bahia em algo muito maior do que uma pedra preciosa. A rocha passou a simbolizar debates sobre riqueza mineral, exploração de recursos naturais, soberania e patrimônio nacional.
Mais de duas décadas depois de sair de Pindobaçu, a gigantesca formação mineral continua cercada por curiosidade e repercussão mundial. Entre garimpos da Chapada Diamantina, tribunais norte americanos e cifras bilionárias, a pedra baiana se consolidou como uma das histórias mais extraordinárias já envolvendo o mercado internacional de gemas preciosas.
Fonte: O Antagonista
Foto: Divulgação
O deputado federal Paulo Azi, presidente estadual do União Brasil, afirmou nesta segunda-feira (11) que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) não conseguirá repetir em 2026 a mesma estratégia política utilizada na eleição de 2022. Segundo Azi, Rodrigues se escondeu atrás da imagem do presidente Lula e do PT para evitar o debate sobre os problemas da Bahia.
Para o parlamentar, a realidade atual do estado impõe ao governador a obrigação de responder diretamente à população sobre temas como violência, saúde pública e a crise da regulação. Para ele, Jerônimo tem tentado se esconder do debate por conta de sua alta rejeição no estado.
“Na eleição de 2022, Jerônimo se escondeu atrás de Lula, atrás da máquina e dos números. Agora quer repetir essa tática como governador. Some do debate público, evita falar sobre os problemas reais da Bahia e foge das respostas que a população espera”, criticou.
Paulo Azi afirmou ainda que o cenário político mudou e que a população cobra hoje respostas concretas para os problemas enfrentados no dia a dia.
“Não vai funcionar novamente tentar transformar a eleição apenas em uma disputa de símbolo, de número ou de partido. O governador vai ter que responder pelo caos da segurança pública, pela fila da regulação, pela precariedade da saúde e pelo sentimento de abandono que existe em muitas regiões da Bahia”, declarou.
Segundo o parlamentar, o eleitor baiano está mais atento aos resultados da gestão estadual do que às estratégias eleitorais utilizadas pelo grupo governista.
“O povo quer saber quem governa, quem decide e quem enfrenta os problemas. Não adianta mais se esconder atrás do número ou da imagem de Lula para fugir do debate sobre os graves problemas do governo. A Bahia vive uma crise séria e os baianos esperam postura, liderança e coragem”, afirmou.
Fonte: As informações são de assessoria.
Foto: Reprodução
Seis municípios da Bahia estão em situação de epidemia de dengue, segundo dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). As cidades são Araci, Campo Alegre de Lourdes, Maraú, Remanso, Uauá e Alagoinhas. Outras 43 cidades permanecem em nível de alerta para a doença.
Apesar das áreas com situação crítica, o estado apresenta queda no número total de casos em comparação com o ano passado. Até 4 de maio, foram registrados cerca de 9,1 mil casos prováveis de dengue, redução de 43,6% em relação ao mesmo período de 2025.
O estado também contabiliza 121 casos graves e duas mortes confirmadas, ocorridas em Juazeiro e Jequié. Entre os municípios mais afetados, Alagoinhas decretou situação de emergência após o aumento de casos de dengue, chikungunya e zika.
O decreto permite medidas como contratação emergencial de serviços, intensificação de campanhas de prevenção e ações para eliminar focos do mosquito Aedes aegypti.
Dados estaduais também indicam queda nos registros de chikungunya e zika neste ano. Até o início de maio, foram contabilizados 737 casos prováveis de chikungunya e 66 de zika no estado.
Autoridades de saúde reforçam que a principal forma de prevenção continua sendo eliminar água parada, evitando criadouros do mosquito transmissor das arboviroses.
Fonte: Bahia.ba

Foto:Divulgação
O senador Angelo Coronel (Republicanos), voltou a cobrar, em sessão plenária do Senado Federal, a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 5, de sua autoria, que trata da redução da alíquota de contribuição previdenciária dos municípios. A proposta prevê a fixação em 8% das contribuições incidentes sobre a folha de pagamento das prefeituras de menor porte.
Durante a sessão, Coronel destacou que a medida representa um retorno às regras anteriores e pode aliviar a situação fiscal de milhares de cidades brasileiras.
“Apresentei a PEC 5 com o objetivo de fortalecer financeiramente os municípios, fixando em 8% a contribuição sobre a folha. Trata-se de um retorno às regras que já vigoraram e que ajudavam as prefeituras a manter suas contas em dia”, afirmou o senador.
O parlamentar também criticou a demora na tramitação da proposta, que está há cerca de um ano parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida pelo senador Otto Alencar (PSD).
“Essa PEC está há um ano literalmente na gaveta da CCJ. O que não podemos é prejudicar mais de cinco mil prefeituras do Brasil simplesmente porque a proposta não avança”, ressaltou Angelo Coronel.
Coronel ressaltou ainda o impacto do aumento progressivo das alíquotas previdenciárias para os municípios, que saíram de 8% e já chegaram a 16%, podendo atingir 20% já em 2027.
“Hoje já está em 16% e, no próximo ano, volta a 20%. Isso inviabiliza a gestão municipal. Os prefeitos querem apenas restabelecer os 8%”, pontuou Coronel, autor da Emenda que possibilitou a desoneração da folha inicialmente.
O senador também mencionou a proximidade da Marcha dos Prefeitos, que reúne gestores municipais em Brasília, como fator de urgência para a análise da proposta.
“Os prefeitos do Brasil inteiro estarão no Congresso na próxima semana e, segundo informações divulgadas, essa PEC é a principal pauta. Precisamos dar uma resposta aos municípios”, afirmou.
Ao responder à cobrança, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB), reconheceu a insistência do parlamentar e a relevância do tema.
“Esta é, por baixo, a sexta vez que Vossa Excelência cobra da Presidência a tramitação desta proposta. É legítimo e importante registrar essa insistência do Senador Angelo Coronel”, declarou Davi.
Alcolumbre confirmou que a matéria está há cerca de um ano parada na CCJ. Mas destacou as limitações institucionais da Presidência em interferir diretamente na pauta das comissões.
“De fato, a proposta já se encontra há um ano na CCJ. No entanto, as comissões têm suas prerrogativas. O presidente da comissão tem autoridade para definir a pauta e deliberar sobre as matérias”, explicou.
Apesar disso, o presidente do Senado sinalizou disposição para buscar alternativas que permitam o avanço da discussão.
“Assumo o compromisso de avaliar a situação e, dentro dos limites institucionais, buscar caminhos para que essa matéria possa avançar”, afirmou Alcolumbre.
A PEC 5 segue aguardando análise na CCJ, enquanto os gestores municipais acompanham o andamento da proposta, considerada estratégica para o equilíbrio fiscal das prefeituras de todo o Brasil.
Fonte: Política Livre
Foto: Divulgação
A nova pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) aponta mudança no cenário político da Bahia e coloca o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) na liderança da disputa pelo Governo do Estado. No levantamento estimulado, Neto aparece com 41% das intenções de voto, contra 37% do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
O resultado aponta uma oscilação negativa dos índices de avaliação da atual gestão estadual. Nos dados de aprovação do governo, Jerônimo é aprovado por 56% dos entrevistados, índice inferior aos 59% registrados na pesquisa anterior, realizada em agosto do ano passado. A desaprovação permaneceu em 33%.
Já na avaliação qualitativa da administração, o percentual que considera o governo positivo caiu de 39% para 37%. Ao mesmo tempo, a avaliação regular subiu de 30% para 33%, enquanto a negativa avançou de 23% para 25%.
Outro dado que chama atenção no levantamento é o desejo de mudança manifestado pelo eleitorado baiano. Apenas 22% afirmaram querer a continuidade do trabalho que vem sendo realizado. Em contrapartida, 40% disseram desejar mudanças parciais, enquanto 34% defenderam mudança total na condução do estado.
No quesito rejeição, Jerônimo aparece em situação mais delicada: 42% disseram conhecê-lo e não votariam nele. Já no potencial de voto, o ex-prefeito também leva vantagem. Segundo a pesquisa, 52% afirmaram conhecer ACM Neto e votar nele, contra 45% que disseram o mesmo sobre Jerônimo Rodrigues.
O instituto ouviu 1200 entre os dias 23 e 27 de abril. O nível de confiança das estimativas é de 95% e a margem de erro máxima prevista é de cerca de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pelo Banco Genial. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BA-03657/2026.
Fonte: As informações são de assessoria.
Foto: Reprodução
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