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Desde a quarta-feira (05), o fornecimento de água na microrregião de Irecê está sendo normalizado. Os serviços de conserto do vazamento foram concluídos na manhã de ontem, e o sistema voltou a funcionar. Porém, o abastecimento de água ainda não foi completamente regularizado para todos as localidades, principalmente as que estão localizados em áreas mais distantes.

Até o fim de semana, todas as cidades e povoados da região terão seu fornecimento de água normalizado.

Cidades afetadas: América Dourada, Barra do Mendes, Barro Alto, Cafarnaum, Canarana, Central, Ibipeba, Ibititá, Irecê, Itaguaçu da Bahia, João Dourado, Jussara, Lapão, Presidente Dutra, São Gabriel, Uibaí e respectivos povoados.

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Foto: Reprodução / Redes Sociais

Uma garota de 13 anos, identificada por como Milena da Silva Pereira morreu após cair de uma cavalo no município de Canarana (BA).

De acordo com a Polícia Civil, a adolescente bateu com a cabeça no chão depois da queda. Ela ainda foi socorrida para uma unidade hospitalar local, mas não resistiu.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), em Irecê. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Canarana como acidente.

Milena faria aniversário amanhã, sexta-feira (07). Ela era aluna da rede municipal de ensino e fazia parte da Filarmônica João Mendes de Almeida.

Por meio de nota, o prefeito Zeni Dourado lamentou o ocorrido.

Com profundo pesar tomei conhecimento do falecimento da jovem Milena da Silva Pereira.

Milena era uma jovem talentosa e com um futuro imenso e brilhante pela frente, que nos deixou de maneira trágica e dolorosa.

Neste triste momento de dor, minhas orações são para que Deus dê consolo aos corações de todos os familiares e amigos.

Em nome de toda a população de nossa cidade, expresso meus mais sinceros sentimentos.

Milena, que Deus lhe dê um bom lugar e que amigos e familiares possam guardar os bons momentos, seu brilho e sua alegria para sempre.

Veja mais informações da região no Central Notícia.

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o período pandêmico, a retomada das atividades turísticas na Bahia foi bem sucedida e o estado vem acumulando posições de liderança entre os destinos brasileiros. Segundo a Secretaria de Turismo (Setur-BA), o quadro é resultado de ações conjuntas das três esferas de poder (municipal, estadual e federal), do trade turístico e da sociedade civil, tendo à frente o governo baiano.

O reflexo do cenário positivo está em premiações recentes conquistadas pela Bahia, nos segmentos hoteleiro, gastronômico e de atrativos naturais, oferecidas por empresas com reconhecimento no mercado. Destaque para Salvador, na zona turística Baía de Todos-os-Santos, eleita o melhor destino do mundo, pela revista norte-americana Bloomberg Businessweek; e a Chapada Diamantina, escolhida como o local preferido pelos viajantes no Brasil, em levantamento feito pelo portal Melhores Destinos.

Na opção para naturistas, a rede de TV CNN (EUA) escolheu a praia baiana de Massarandupió, na Costa dos Coqueiros, entre as 20 melhores do mundo. Já a Quarta Praia, em Morro de São Paulo, na Costa do Dendê, ficou em quarto lugar na disputa das praias mais bonitas do planeta, em pesquisa da plataforma Tripadvisor.

Na relação de premiados está também o hotel all inclusive Grand Premium Brisa, em Costa do Sauípe, que acaba de ganhar o troféu Traveller’s Choice, da Tripadvisor. A conquista foi por receber ótimas avaliações dos hóspedes, nos últimos 12 meses. 

A Bahia ainda ganhou em seis categorias, na premiação Melhores do Ano da Gastronomia, da revista Prazeres da Mesa, a principal do segmento no Brasil. O grupo Origem, de Salvador, levou três prêmios: Melhor Restaurante do Nordeste, Restauranteur (Fabrício Lemos) e Chef Pâtissier (Lisiane Arouca). O Dona Mariquita, na capital, ganhou na categoria Restaurante de Cozinha Brasileira; o Hotel Eco Tivoli, em Praia do Forte, venceu entre os resorts; e o restaurante Preto Cozinha, de São Paulo, mas comandado pelo chef baiano Rodrigo Freire, foi premiado como Novidade do Ano.

O titular da Setur-BA, Maurício Bacelar, comemora os prêmios e lidera a preparação de um evento gastronômico inédito, que promete incrementar o turismo da Bahia. “O Governo do Estado está feliz em ver o reconhecimento de baianos tão talentosos, que poderão participar de um outro grande desafio. Estamos preparando a primeira edição do Festival de Moqueca Baiana, que aparece no TOP 20 de pratos do mundo, para eleger a melhor receita típica. Será uma grande festa do turismo gastronômico, em parceria com a Abrasel, prevista para agosto ou setembro, em Salvador”.

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Os programas Luz para Todos e Mais Luz para a Amazônia, do Ministério de Minas e Energia (MME), continuarão sendo geridos pela Eletrobras por mais 12 meses, de acordo com decisão da Assembleia Geral Extraordinária da ex-estatal. Findo esse prazo, os programas deixarão de ser administrados pela empresa, e passarão para a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (Enbpar), informou à Agência Brasil o MME.

O ministério esclareceu que “para garantir uma transição adequada e segura – especialmente para os beneficiários dessa importante política pública – a Eletrobras ficará por um período adicional na gestão do programa”.

O ministério informou que não só continuará com os programas, como pretende reformulá-los, “para que sejam ainda mais inclusivos, garantindo o acesso ao serviço de energia elétrica a todos as brasileiras e brasileiros”.

O vice-presidente executivo de Regulação e Relações Institucionais da Eletrobras, Rodrigo Limp Nascimento, disse à Agência Brasil que a companhia, enquanto estatal, tinha a responsabilidade de fazer a gestão de diversos programas de universalização de energia elétrica do governo. Entre eles, o Luz para Todos, criado em 2003 e que já beneficiou mais de 15 milhões de pessoas que não tinham acesso à energia; o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), o mais antigo programa de governo na área de energia, criado em 1985, do qual a Eletrobras foi responsável pelo financiamento e execução de ações de eficiência energética; o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), que visa aumentar a participação de fontes renováveis, como Pequenas Centrais Hidrelétricas, eólicas e térmicas a biomassa, na produção de energia elétrica; o Mais Luz para a Amazônia (MLA), criado em 2020, que propõe levar energia limpa e renovável às famílias que vivem em áreas remotas, com recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Em dezembro do ano passado, o MLA superou 44 mil pessoas beneficiadas.

Transição

“A Eletrobras, enquanto estatal, era responsável pela gestão de todos esses programas. Quando teve a capitalização e a desestatização, foi criada a Enbpar, que passará a ser responsável por esses programas”, disse Rodrigo Limp.

Ele disse que a modelagem de desestatização previa uma transição de até 12 meses para que essa transferência pudesse ser feita, o que envolve ajustes de sistemas, treinamento de equipes, transferência de conhecimento e histórico de informações pelas duas empresas.

Limp destacou que passados os 12 meses previstos, todos os programas do MME foram transferidos para a Enbpar, à exceção do Luz para Todos e do Mais Luz para a Amazônia, objeto de portaria do ministério prorrogando o período de transição por até mais 12 meses.

A diretoria e o conselho da Eletrobras entenderam que esses programas são extremamente importantes para o país, para levar energia para quem não tem, em consonância com a preocupação do MME com o social.

A prorrogação foi aprovada por 95% dos membros do conselho da Eletrobras, “o que deixa muito claras a visão e a preocupação do acionista com a questão social do país e com ações de sustentabilidade que a empresa deve continuar conduzindo”.

Entre as obrigações que foram previstas no processo de descapitalização, como os dois fundos de revitalização de bacias hidrográficas e o fundo de descarbonização da Amazônia. “São fundos que a Eletrobras tem a obrigação de aportar [recursos] e implementar as ações definidas pelos comitês gestores do governo federal”.

Nesses três programas do governo federal, serão injetados pela Eletrobras cerca de R$ 1 bilhão por ano, até 2032. As obras são executadas pelas distribuidoras de energia. Este ano, a Eletrobras já aportou nos três fundos R$ 900 milhões. “É um dos maiores programas ambientais do Brasil”, disse Limp.A companhia é responsável agora pela construção da linha que vai interligar Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Roraima é o único estado brasileiro que continua isolado do sistema. Essa linha trará benefícios para Roraima pela redução de geração térmica, além de redução de custos, fornecendo energia confiável e de qualidade para todo o estado.

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