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A Polícia Militar informa que, na noite desta terça-feira (6), policiais do 7º Batalhão de Polícia Militar foram acionados pelo CICOM para averiguar uma ocorrência envolvendo disparos de arma de fogo e ameaça no povoado de Itapicuru, zona rural de Irecê.

No local, as equipes identificaram o suspeito apontado como responsável pelos fatos e apreenderam um revólver calibre .38, acompanhado de quatro munições.

Diante da situação, o homem foi preso em flagrante e conduzido, juntamente com o armamento apreendido, à Delegacia Territorial de Irecê, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

Fonte: Ascom do 7º BPM

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O primeiro turno no último domingo (4) confirmou o cenário de forte polarização na eleição presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Lula (PT).

Na menor diferença percentual em um primeiro turno desde a redemocratização, as urnas registraram 47,03% dos votos para o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e 45,16% para o atual incumbente. Os 7,81% restantes dos votos válidos foram pulverizados em presidenciáveis do segundo e do terceiro pelotão da disputa.

Lula e Flávio agora se enfrentam no tira-teima à procura dos votos que não conquistaram na primeira votação do pleito, tentando reduzir abstenções, atrair os eleitores da terceira via e aumentar os percentuais de rejeição do rival.

O desafio, para Flávio, é consolidar a liderança e garantir a migração de votos de Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), alinhados à direita política. O petista, por outro lado, mira reduzir o número de ausentes –foram 33,4 milhões, um recorde–, e, sem aliados fortes entre os presidenciáveis derrotados, pode encontrar em redutos eleitorais históricos um possível caminho para a virada. O Nordeste, por exemplo, somou 8 milhões de abstenções.

Especialistas ouvidos pela Folha afirmam que a alta taxa de abstenção tende a penalizar mais Lula do que Flávio Bolsonaro, já que o índice é puxado por eleitores menos escolarizados e de menor renda –segmento que, historicamente, tende a apoiar o petista.

“A abstenção vai prejudicar Lula porque ele tem menos votos entre os menos escolarizados do que tinha em 2022. Há uma insatisfação com a economia e a percepção de que ela não melhorará”, afirma o cientista político Antônio Lavareda, presidente da Abrapel (Associação Brasileira de Pesquisas Eleitorais).

Dados detalhados sobre o perfil de ausentes neste primeiro turno ainda não estão disponíveis, mas, em 2022, esse grupo era formado majoritariamente por homens, com menor grau de instrução e nas faixas etárias entre 21 e 29 anos e acima de 70 anos —nessa última faixa, o voto não é obrigatório. Analfabetos registraram 52% de abstenção no primeiro turno e 49,3% no segundo. Entre os eleitores com ensino superior completo, a taxa foi de 12,4%.

Neste ano, estados liderados por Lula marcaram abstenções abaixo da média de 21,08%, embora não deixem de ser expressivas. A Bahia, por exemplo, registrou 19,97% de ausentes, ou 2,2 milhões de pessoas, e Pernambuco, 18,17%, ou 1,3 milhão. Ceará e Maranhão também tiveram mais de 1 milhão de faltantes.

Lula, no dia seguinte ao primeiro turno, mirou o discurso justamente a essa parcela do eleitorado que não compareceu às urnas. “Tem uma coisa que nós temos que trabalhar: são 30 milhões de pessoas que não foram votar. O que aconteceu com essas pessoas? Eles perderam o sentido de responsabilidade? Eles não foram convencidos? Eles não gostam dos candidatos? Porque, se fosse assim, teria surgido uma terceira via, e não surgiu”, questionou o presidente.

A estratégia também se disseminou pelo eleitorado. Apoiadores do petista formularam uma ferramenta batizada de “Onde dá para conversar”, que mapeia as seções eleitorais puxando por quem não foi votar e quem preferiu um candidato do segundo pelotão.

O desafio, porém, está nos três maiores colégios eleitorais, que também lideram em abstenções: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Flávio superou o petista em todos os três. Entre os paulistas, foram mais de 7,6 milhões de ausentes (22,5% do total de eleitores aptos); entre os mineiros, 3,7 milhões (22,8%). Os fluminenses marcaram 23,3% de abstenção, ou 2,9 milhões.

Há uma ressalva. A abstenção nesses estados pode não diminuir no segundo turno, uma vez que eles já tiveram a disputa pelo governo estadual resolvida na primeira rodada. O Rio de Janeiro segue com impasse em relação à participação de Anthony Garotinho (Republicanos), que, caso tenha a candidatura rejeitada, terá Douglas Ruas (PL) como governador eleito.

Para Flávio, o triunfo no tira-teima depende da migração de votos do segundo pelotão. Zema e Caiado já declararam preferência pelo candidato do PL, embora Cury e Renan, mais bem colocados, tenham negado endosso a qualquer um dos finalistas.

São mais de 9,3 milhões de votos da terceira via em disputa no segundo turno. A maior parte deles está concentrada nos grandes colégios: 2,5 milhões paulistas (9,86% dos votos válidos), 1 milhão mineiros (8,41%) e 700 mil fluminenses (7,65%).

Por proporção, o estado que mais apostou na terceira via foi Goiás, governado por Caiado nos últimos dois mandatos, com 13,83% da preferência do eleitorado. Esses votos tendem a migrar para Flávio, que marcou 53% nas urnas ante 31% de Lula. No Distrito Federal, o segundo e o terceiro pelotão receberam 10,59% dos votos. Flávio também liderou na capital do país, com 51%.

O candidato do PL também superou o rival no Sul do país, onde a terceira via ficou com 8% nas urnas dos três estados da região, ou 1,5 milhão do total, somando Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Na região Norte, o Amapá espelha os percentuais de rejeição. Cada candidato recebeu 45% dos votos, com Lula à frente por apenas 0,04 ponto. Optaram pela terceira via 40 mil eleitores (8,6%), e 100 mil (17,4%) se abstiveram. Amazonas, o mais populoso, trouxe Lula à frente por 3 pontos percentuais, e 6,79% do eleitorado em disputa. Foram 564 mil ausentes.

Entre os brasileiros que moram no exterior, a maioria não votou: 62%, ou 574 mil, se abstiveram. Lula recebeu 47% dos votos, Flávio, 43%, e nomes da terceira via, 9%.

Fonte: Folhapress

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O ex-prefeito de Salvador, vice-presidente do União Brasil e candidato ao Governo da Bahia nas eleições de 2026, ACM Neto, declarou nesta quarta-feira (7), em Brasília, ao lado do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que o seu partido fechou questão em torno do apoio ao deputado na disputa pelo Palácio do Planalto.

“Todos nós do União Brasil fechamos questão em torno do apoio à candidatura de Flávio à Presidência. Falo também aqui em nome do quarto maior colégio eleitoral do Brasil, que é a Bahia”, afirmou Neto.

 

Segundo o candidato, ele e seu grupo político vão atuar na campanha de Flávio na Bahia. Neto citou prefeitos, deputados federais eleitos e candidatos que disputaram o primeiro turno como parte da mobilização.

 

“Eu disse a ele que nós faremos todo o empenho na Bahia, eu e todo o meu grupo político, os prefeitos que me acompanharam, os deputados federais eleitos, os candidatos que disputaram o primeiro turno. Todos nós estaremos motivados, mobilizados e trabalhando a partir de hoje pela campanha de Flávio Bolsonaro para presidente”, disse.

 

Neto também afirmou que o apoio está relacionado à defesa de uma mudança no país e projetou a vitória de Flávio no segundo turno.

 

“Precisamos mudar o nosso país. Esse compromisso em mudar o Brasil é o que faz com que a gente esteja aqui, empenhado, confiante, e, se Deus quiser, vamos à vitória no dia 25 de outubro”, declarou.

Fonte: Polícia Livre

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques disse a interlocutores que pretende analisar, após o segundo turno das eleições, o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações foram divulgadas pela Folha de S.Paulo.
Segundo a publicação, a medida pode resultar na suspensão da condenação e até na soltura do ex-presidente, que cumpre pena em regime domiciliar. Nunes Marques, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não pretende tomar uma decisão durante o período eleitoral para evitar acusações de interferência no resultado da disputa presidencial, independentemente de quem vencer.
A defesa de Bolsonaro apresentou um novo pedido de revisão criminal no fim de setembro. Os advogados alegam que houve prejuízo ao direito de defesa, falta de individualização das condutas atribuídas aos réus e questionam o fato de o julgamento ter ocorrido na Primeira Turma do STF, e não no plenário da Corte.
Críticas ao julgamento
Nunes Marques tem dito a pessoas próximas que identifica possíveis excessos na condução do processo que levou à condenação de Bolsonaro. Entre os pontos mencionados estão questões relacionadas à ampla defesa e ao rigor da pena aplicada.
O ex-presidente foi condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à trama golpista. Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. Luiz Fux foi o único a votar pela absolvição de Bolsonaro.
A revisão criminal é um instrumento excepcional e, segundo a corrente contrária ao pedido, não haveria elementos suficientes para justificar a anulação da condenação. Os ministros que participaram do julgamento e votaram pela condenação tendem a manter seus posicionamentos.
André Mendonça e Luiz Fux são apontados como ministros que podem acompanhar Nunes Marques em uma eventual revisão da pena. As posições de Dias Toffoli e do presidente do STF, Edson Fachin, ainda são consideradas incertas.
 
PGR defendeu manutenção da condenação
Em junho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou contra o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa de Bolsonaro.
Segundo Gonet, a condenação foi baseada em um conjunto robusto de provas e não houve uma postura passiva do ex-presidente diante da articulação que resultou nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.
A defesa, por outro lado, sustenta que houve erro judiciário e prejuízo ao direito de defesa. Os advogados também questionam a falta de individualização das condutas e a forma como o processo foi conduzido.
 
Flávio Bolsonaro promete indulto ao pai
Uma eventual decisão de Nunes Marques também pode ter impacto no cenário político. O senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), prometeu conceder indulto ao pai caso seja eleito.
Como a medida só poderia ser tomada após uma eventual posse, em 2027, uma decisão judicial favorável a Jair Bolsonaro poderia antecipar a possibilidade de o ex-presidente deixar a prisão domiciliar.
Em maio, durante um evento de pré-campanha no Paraná, Flávio afirmou que pretendia “fazer justiça” com o pai e projetou a presença do ex-presidente na posse. O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também defendeu a possibilidade durante uma transmissão ao vivo com o senador em setembro.
Fonte: CNN Brasil
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O senador eleito pela Bahia Rui Costa afirmou, em conversa com jornalistas, nesta segunda-feira (5), após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lideranças da base política em Brasília, que a meta para o segundo turno é ampliar a votação do presidente na Bahia. Segundo Rui, ele, o governador Jerônimo Rodrigues e o senador reeleito Jaques Wagner, integrantes da chapa majoritária do estado, vão trabalhar para conquistar novos votos e reduzir a abstenção.

“A expectativa é essa. Eu acredito muito nisso porque a comparação vai ficar muito nítida dos dois [Lula e Flávio Bolsonaro]. Porque é muito distante”, afirmou Rui, ao ser questionado sobre a expectativa de vitória de Lula no segundo turno.

A reunião começou antes das 18h e terminou por volta das 22h. O encontro reuniu o presidente Lula, políticos da base e integrantes das chapas majoritárias dos estados para discutir a estratégia para a segunda etapa da eleição.

Na avaliação de Rui, o segundo turno estabelece uma dinâmica diferente da primeira etapa, já que o eleitor passa a escolher entre apenas dois candidatos. Para ele, a redução do número de opções também faz com que a rejeição tenha um peso maior na decisão.

“Uma coisa é você ter dez candidatos a presidente e você oferece um leque para o eleitor. Como bem disse aqui o Alckmin, nesse segundo turno é medir rejeição. O eleitor vota o seguinte: ‘Eu quero você’, ‘Eu não quero você’, ‘Eu não gosto dele, mas eu não quero você’. Então o que é mais forte para as pessoas na hora de decidir é quem ela não quer”, afirmou.

Mobilização para ampliar votação

Rui avaliou que o trabalho para o segundo turno deverá combinar a busca por votos de eleitores que escolheram outros candidatos no primeiro turno com a redução da abstenção.

“As duas coisas, um pouco de cada coisa, eu acho, e até reverter alguns que votaram no Flávio”, afirmou.

Segundo o senador eleito, uma das diferenças em relação ao primeiro turno é que os candidatos proporcionais não estarão mais na disputa e, portanto, não haverá a mesma dinâmica de distribuição de “colinhas” com números de candidatos.

“No segundo turno não tem colinha de deputado, porque o candidato já foi, ou já perdeu, já ganhou, não tem mais interesse. Então o eleitor vai ter uma relação exclusiva. Ele não precisa levar colinha, vai ter que votar em um número ou outro, acabou”, disse.

Rui também citou a realização de debates entre Lula e Flávio Bolsonaro como um elemento que, na sua avaliação, permitirá uma comparação direta entre os dois candidatos.

“Vai ter debate. Aí, acredito que tanto o Lula como ele vão pro debate, então você vai ter um confronto direto, olho no olho. Então isso é mais fácil para as pessoas compararem”, afirmou.

Comparação com Flávio Bolsonaro

Ao falar sobre o adversário de Lula no segundo turno, Rui fez críticas à trajetória política de Flávio Bolsonaro e afirmou que, na sua avaliação, a comparação entre os dois candidatos será muito diferente.

“Do ponto de vista de imagem, de currículo, ele é pior que o pai [Jair Bolsonaro], porque o pai pelo menos trabalhou um tempo no serviço público, ele nunca trabalhou na vida. O que é que ele fez de ação para o povo?”, questionou.

Rui também afirmou que, na sua avaliação, Flávio Bolsonaro carregará para a disputa elementos associados à trajetória política do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Ele tem todo um histórico de complicações da vida dele, patrimônio, tudo dele é complicado. Então as pessoas vão comparar, ele vai herdar também tudo que o pai foi de ruim”, afirmou.

Fonte: Política Livre

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A Polícia Civil da Bahia, através do  Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação – GATTI CHAPADA –  prendeu na tarde desta segunda-feira, 05, um dos envolvidos no duplo homicídio ocorrido na cidade de São Gabriel, região de Irecê.

O crime que chocou a localidade ocorreu no dia 04 de outubro de 2026, por volta das meia noite, sendo os corpos das vítimas localizados em um lixão situado nas proximidades da cidade de São Gabriel, por volta das 07 horas da manhã, sendo as vítimas identificadas pelos nomes de Cleber Sena Souza, 45 anos e Everton Viera dos Santos, 35 anos, mortos por disparos de arma de fogo.

De imediato as equipes investigativas da Polícia Civil passaram a investigar o fato, realizando diversas diligências de campo.

Com a coleta de informações iniciou-se um trabalho de inteligência que contribuiu para a identificação dos veículos utilizados pelos criminosos, a dinâmica do crime e o nome de um possível autor que passou a ser investigado.

Novas diligências foram realizadas até a completa identificação da autoria do crime e a possível  motivação.

Com todos os dados analisados, a equipe do GATTI CHAPADA retornou ao trabalho de campo e conseguiu localizar o investigado a bordo do veículo VW FOX de cor branca, o mesmo usado no delito.

Durante a abordagem policial também foi localizada a motocicleta Honda Bros, cor cinza, também integrante na cena do crime.

O investigado não esboçou reação a intervenção policial, confessando o ato criminoso, informando ainda que a arma de fogo utilizada no crime estaria enterrada num terreno situado no Povoado de Gabrielzinho, município de São Gabriel.

No local, a Polícia Civil localizou um tonėl enterrado e no seu interior quatro quilos de cocaína e um revólver calibre 38, arma esta usada para ceifar a vida das vítimas.

O autor do crime confessou o crime brutal, passando a responder pelos crimes de Homicídio Qualificado,  Tráfico de Drogas e Posse Irregular de Arma de Fogo.

A Polícia Civil trabalha para identificar outras pessoas envolvidas no crime para completa elucidação dos fatos.

O custodiado permanece a disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil

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