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Luiz Gabriel da Silva Machado, de 19 anos, foi encontrado morto nesta quinta-feira (8), em uma residência na Rua Corinthians, no loteamento Bom Sucesso, próximo à Vila Nobelino, em Irecê.

A Polícia Militar foi acionada por volta do meio-dia. No local, foram identificados ferimentos provocados por um objeto perfurante. Conforme informações preliminares, o instrumento utilizado pode ter sido uma arma branca ou uma ferramenta. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia.

Segundo informações apuradas no local, a namorada de Luiz Gabriel esteve com ele até a noite de quarta-feira (7). Depois, foi para casa e, ao retornar à residência, encontrou o jovem já sem vida.

Familiares suspeitam que o crime tenha ocorrido durante a madrugada, mas o momento exato ainda não foi confirmado.

Luiz Gabriel morava com a mãe, que estava em Brasília quando recebeu a notícia da morte do filho e iniciou o retorno para Irecê.

A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Central Notícia

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A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial de Xique-Xique, realizou uma ação especial em comemoração ao Dia das Crianças, com a arrecadação e distribuição de aproximadamente 220 brinquedos para crianças do município.

A campanha contou com doações de brinquedos e contribuições em dinheiro, cujos valores arrecadados foram integralmente convertidos na aquisição de novos brinquedos.

A iniciativa contou ainda com o apoio de um projeto solidário, que colaborou com a distribuição de lanches e doces, além da realização de diversas atividades recreativas. Durante a programação, também foram promovidos momentos de brincadeiras e rodas de conversa, proporcionando integração e aproximação com as crianças.

As entregas ocorreram em diferentes localidades de Xique-Xique. A programação teve início em uma escola localizada na comunidade rural de Vacaria. Em seguida, a equipe esteve no abrigo Casa Lar, na Pastoral da Criança da Paróquia Nossa Senhora Aparecida e, por fim, no bairro Nair Barreto, onde diversos brinquedos também foram distribuídos.

A ação reforça a importância da aproximação da Polícia Civil com a comunidade, por meio de iniciativas de caráter social e de cidadania, proporcionando momentos de alegria, acolhimento e interação com as crianças de Xique-Xique.

Fonte: Polícia Civil

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A Polícia Militar informa que, na noite desta terça-feira (6), policiais do 7º Batalhão de Polícia Militar foram acionados pelo CICOM para averiguar uma ocorrência envolvendo disparos de arma de fogo e ameaça no povoado de Itapicuru, zona rural de Irecê.

No local, as equipes identificaram o suspeito apontado como responsável pelos fatos e apreenderam um revólver calibre .38, acompanhado de quatro munições.

Diante da situação, o homem foi preso em flagrante e conduzido, juntamente com o armamento apreendido, à Delegacia Territorial de Irecê, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

Fonte: Ascom do 7º BPM

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O primeiro turno no último domingo (4) confirmou o cenário de forte polarização na eleição presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Lula (PT).

Na menor diferença percentual em um primeiro turno desde a redemocratização, as urnas registraram 47,03% dos votos para o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e 45,16% para o atual incumbente. Os 7,81% restantes dos votos válidos foram pulverizados em presidenciáveis do segundo e do terceiro pelotão da disputa.

Lula e Flávio agora se enfrentam no tira-teima à procura dos votos que não conquistaram na primeira votação do pleito, tentando reduzir abstenções, atrair os eleitores da terceira via e aumentar os percentuais de rejeição do rival.

O desafio, para Flávio, é consolidar a liderança e garantir a migração de votos de Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), alinhados à direita política. O petista, por outro lado, mira reduzir o número de ausentes –foram 33,4 milhões, um recorde–, e, sem aliados fortes entre os presidenciáveis derrotados, pode encontrar em redutos eleitorais históricos um possível caminho para a virada. O Nordeste, por exemplo, somou 8 milhões de abstenções.

Especialistas ouvidos pela Folha afirmam que a alta taxa de abstenção tende a penalizar mais Lula do que Flávio Bolsonaro, já que o índice é puxado por eleitores menos escolarizados e de menor renda –segmento que, historicamente, tende a apoiar o petista.

“A abstenção vai prejudicar Lula porque ele tem menos votos entre os menos escolarizados do que tinha em 2022. Há uma insatisfação com a economia e a percepção de que ela não melhorará”, afirma o cientista político Antônio Lavareda, presidente da Abrapel (Associação Brasileira de Pesquisas Eleitorais).

Dados detalhados sobre o perfil de ausentes neste primeiro turno ainda não estão disponíveis, mas, em 2022, esse grupo era formado majoritariamente por homens, com menor grau de instrução e nas faixas etárias entre 21 e 29 anos e acima de 70 anos —nessa última faixa, o voto não é obrigatório. Analfabetos registraram 52% de abstenção no primeiro turno e 49,3% no segundo. Entre os eleitores com ensino superior completo, a taxa foi de 12,4%.

Neste ano, estados liderados por Lula marcaram abstenções abaixo da média de 21,08%, embora não deixem de ser expressivas. A Bahia, por exemplo, registrou 19,97% de ausentes, ou 2,2 milhões de pessoas, e Pernambuco, 18,17%, ou 1,3 milhão. Ceará e Maranhão também tiveram mais de 1 milhão de faltantes.

Lula, no dia seguinte ao primeiro turno, mirou o discurso justamente a essa parcela do eleitorado que não compareceu às urnas. “Tem uma coisa que nós temos que trabalhar: são 30 milhões de pessoas que não foram votar. O que aconteceu com essas pessoas? Eles perderam o sentido de responsabilidade? Eles não foram convencidos? Eles não gostam dos candidatos? Porque, se fosse assim, teria surgido uma terceira via, e não surgiu”, questionou o presidente.

A estratégia também se disseminou pelo eleitorado. Apoiadores do petista formularam uma ferramenta batizada de “Onde dá para conversar”, que mapeia as seções eleitorais puxando por quem não foi votar e quem preferiu um candidato do segundo pelotão.

O desafio, porém, está nos três maiores colégios eleitorais, que também lideram em abstenções: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Flávio superou o petista em todos os três. Entre os paulistas, foram mais de 7,6 milhões de ausentes (22,5% do total de eleitores aptos); entre os mineiros, 3,7 milhões (22,8%). Os fluminenses marcaram 23,3% de abstenção, ou 2,9 milhões.

Há uma ressalva. A abstenção nesses estados pode não diminuir no segundo turno, uma vez que eles já tiveram a disputa pelo governo estadual resolvida na primeira rodada. O Rio de Janeiro segue com impasse em relação à participação de Anthony Garotinho (Republicanos), que, caso tenha a candidatura rejeitada, terá Douglas Ruas (PL) como governador eleito.

Para Flávio, o triunfo no tira-teima depende da migração de votos do segundo pelotão. Zema e Caiado já declararam preferência pelo candidato do PL, embora Cury e Renan, mais bem colocados, tenham negado endosso a qualquer um dos finalistas.

São mais de 9,3 milhões de votos da terceira via em disputa no segundo turno. A maior parte deles está concentrada nos grandes colégios: 2,5 milhões paulistas (9,86% dos votos válidos), 1 milhão mineiros (8,41%) e 700 mil fluminenses (7,65%).

Por proporção, o estado que mais apostou na terceira via foi Goiás, governado por Caiado nos últimos dois mandatos, com 13,83% da preferência do eleitorado. Esses votos tendem a migrar para Flávio, que marcou 53% nas urnas ante 31% de Lula. No Distrito Federal, o segundo e o terceiro pelotão receberam 10,59% dos votos. Flávio também liderou na capital do país, com 51%.

O candidato do PL também superou o rival no Sul do país, onde a terceira via ficou com 8% nas urnas dos três estados da região, ou 1,5 milhão do total, somando Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Na região Norte, o Amapá espelha os percentuais de rejeição. Cada candidato recebeu 45% dos votos, com Lula à frente por apenas 0,04 ponto. Optaram pela terceira via 40 mil eleitores (8,6%), e 100 mil (17,4%) se abstiveram. Amazonas, o mais populoso, trouxe Lula à frente por 3 pontos percentuais, e 6,79% do eleitorado em disputa. Foram 564 mil ausentes.

Entre os brasileiros que moram no exterior, a maioria não votou: 62%, ou 574 mil, se abstiveram. Lula recebeu 47% dos votos, Flávio, 43%, e nomes da terceira via, 9%.

Fonte: Folhapress

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O ex-prefeito de Salvador, vice-presidente do União Brasil e candidato ao Governo da Bahia nas eleições de 2026, ACM Neto, declarou nesta quarta-feira (7), em Brasília, ao lado do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que o seu partido fechou questão em torno do apoio ao deputado na disputa pelo Palácio do Planalto.

“Todos nós do União Brasil fechamos questão em torno do apoio à candidatura de Flávio à Presidência. Falo também aqui em nome do quarto maior colégio eleitoral do Brasil, que é a Bahia”, afirmou Neto.

 

Segundo o candidato, ele e seu grupo político vão atuar na campanha de Flávio na Bahia. Neto citou prefeitos, deputados federais eleitos e candidatos que disputaram o primeiro turno como parte da mobilização.

 

“Eu disse a ele que nós faremos todo o empenho na Bahia, eu e todo o meu grupo político, os prefeitos que me acompanharam, os deputados federais eleitos, os candidatos que disputaram o primeiro turno. Todos nós estaremos motivados, mobilizados e trabalhando a partir de hoje pela campanha de Flávio Bolsonaro para presidente”, disse.

 

Neto também afirmou que o apoio está relacionado à defesa de uma mudança no país e projetou a vitória de Flávio no segundo turno.

 

“Precisamos mudar o nosso país. Esse compromisso em mudar o Brasil é o que faz com que a gente esteja aqui, empenhado, confiante, e, se Deus quiser, vamos à vitória no dia 25 de outubro”, declarou.

Fonte: Polícia Livre

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques disse a interlocutores que pretende analisar, após o segundo turno das eleições, o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações foram divulgadas pela Folha de S.Paulo.
Segundo a publicação, a medida pode resultar na suspensão da condenação e até na soltura do ex-presidente, que cumpre pena em regime domiciliar. Nunes Marques, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não pretende tomar uma decisão durante o período eleitoral para evitar acusações de interferência no resultado da disputa presidencial, independentemente de quem vencer.
A defesa de Bolsonaro apresentou um novo pedido de revisão criminal no fim de setembro. Os advogados alegam que houve prejuízo ao direito de defesa, falta de individualização das condutas atribuídas aos réus e questionam o fato de o julgamento ter ocorrido na Primeira Turma do STF, e não no plenário da Corte.
Críticas ao julgamento
Nunes Marques tem dito a pessoas próximas que identifica possíveis excessos na condução do processo que levou à condenação de Bolsonaro. Entre os pontos mencionados estão questões relacionadas à ampla defesa e ao rigor da pena aplicada.
O ex-presidente foi condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à trama golpista. Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. Luiz Fux foi o único a votar pela absolvição de Bolsonaro.
A revisão criminal é um instrumento excepcional e, segundo a corrente contrária ao pedido, não haveria elementos suficientes para justificar a anulação da condenação. Os ministros que participaram do julgamento e votaram pela condenação tendem a manter seus posicionamentos.
André Mendonça e Luiz Fux são apontados como ministros que podem acompanhar Nunes Marques em uma eventual revisão da pena. As posições de Dias Toffoli e do presidente do STF, Edson Fachin, ainda são consideradas incertas.
 
PGR defendeu manutenção da condenação
Em junho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou contra o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa de Bolsonaro.
Segundo Gonet, a condenação foi baseada em um conjunto robusto de provas e não houve uma postura passiva do ex-presidente diante da articulação que resultou nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.
A defesa, por outro lado, sustenta que houve erro judiciário e prejuízo ao direito de defesa. Os advogados também questionam a falta de individualização das condutas e a forma como o processo foi conduzido.
 
Flávio Bolsonaro promete indulto ao pai
Uma eventual decisão de Nunes Marques também pode ter impacto no cenário político. O senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), prometeu conceder indulto ao pai caso seja eleito.
Como a medida só poderia ser tomada após uma eventual posse, em 2027, uma decisão judicial favorável a Jair Bolsonaro poderia antecipar a possibilidade de o ex-presidente deixar a prisão domiciliar.
Em maio, durante um evento de pré-campanha no Paraná, Flávio afirmou que pretendia “fazer justiça” com o pai e projetou a presença do ex-presidente na posse. O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também defendeu a possibilidade durante uma transmissão ao vivo com o senador em setembro.
Fonte: CNN Brasil
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