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O caso do ‘Golpe do Pix da RecordTV Itapoan’ tinha como palco o programa Balanço Geral, onde apareciam pessoas necessitadas em busca de ajuda financeira. Apresentador da atração, José Eduardo voltou a desabafar e revelou ser o responsável pela descoberta do esquema.

“O mundo desabou na minha cabeça. Foi exatamente o que eu senti. Porque eu que descobri a situação, através do empresário do Talisca. E na hora ele me explicou, eu dizia: ‘não é possível, não são essas pessoas’. Fiquei três dias sem dormir, tentando acreditar que aquilo era um pesadelo, que era uma mentira”, contou em entrevista ao podcast BahiaCast.

Zé, como é conhecido, disse que sua primeira atitude foi procurar a direção da empresa para delatar o caso. Segundo ele, dois funcionários da emissora seriam os envolvidos na atividade criminosa.

“É um fato que me choca… São pessoas que eram de total confiança. Até hoje se você me perguntar o porquê eu vou dizer: a explicação é inexplicável! São pessoas bem empregadas, com total confiança dentro da empresa, com uma carreira monstruosa pela frente, com possibilidade de ir a São Paulo. Que eu apostava as fichas e a televisão também”, lamenta.

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A Bahia está se destacando quando o assunto é investimento na área de fertilizantes. No último mês dois anúncios de investimentos da Galvani mostram a importância que o estado tem no setor. De acordo com informações da empresa, a curto e médio prazos a previsão é de investimentos de mais de R$ 600 milhões em projetos situados no Estado da Bahia. São cerca de R$ 300 milhões em Irecê, R$ 260 milhões em Luís Eduardo Magalhães e mais, aproximadamente, R$ 50 milhões em projetos na região de Campo Alegre de Lourdes (BA) e Caracol (PI).

Em fevereiro, executivos da Galvani reuniram-se com a diretoria da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), que possui os direitos minerários da área localizada em Irecê. No encontro, foram discutidos os avanços para a implementação da nova fase do projeto, que, atualmente, está em fase de licenciamento ambiental e desenvolvimento de rota tecnológica.

Para o presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, o projeto é essencial para a redução da dependência brasileira da importação de fertilizantes. “Nos últimos anos, ficou muito evidente o quanto a dependência de fertilizantes importados, em especial o NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) que onera e dificulta a produção agrícola brasileira. Precisamos investir na produção desses insumos e também em alternativas a exemplo do uso dos resíduos da mineração que vem se tornado promissor dia após dia”, enfatiza Tramm.

Resíduos da mineração na agricultura

Além do investimento na produção dos fertilizantes tradicionais, a mineração baiana também está se destacando ao estudar o aproveitamento dos seus resíduos, que em alguns casos podem ser utilizados na agricultura. A CBPM assumiu o compromisso de participar de um plano de governança da gestão de resíduos minerais que está sendo desenvolvido pelo Governo da Bahia, através de uma comissão formada pela própria CBPM e secretarias de Estado como as de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. O documento será um instrumento para ajudar a criação de uma cadeia produtiva para a mineração colocando a economia baiana num caminho de crescimento, atendendo, ainda, a parâmetros de sustentabilidade ambiental e inclusão social.

Para Frederico Bernardez, diretor-presidente da ABREFEN (Associação Brasileira dos Produtores de Remineralizadores de Solo e Fertilizantes Naturais), a Bahia tem grande potencial para expandir a produção e o consumo dos remineralizadores de solo, porque está entre os maiores estados mineradores do país, com diferentes produtos e potenciais subprodutos. Além disso, também tem forte setor agropecuário. “O Brasil é pioneiro nesta tecnologia e possui os maiores estudiosos neste tema. O uso dos remineralizadores promove a redução de custos tanto para os produtores como para o consumidor final”, explica Frederico Bernardez, diretor-presidente da ABREFEN.

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O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), levantou a bandeira branca em sinal de paz na direção do senador Jaques Wagner (PT) após a eleição da ex-primeira-dama Aline Peixoto ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Nesta quinta-feira (16), aniversário do parlamentar, o ministro postou nas redes sociais uma mensagem de congratulações.

“Hoje parabenizo o companheiro Jaques Wagner! É motivo de orgulho tê-lo como amigo há tantas décadas e é com muita alegria que seguimos unidos e trabalhando firme ao lado do presidente Lula (PT). Nosso projeto coletivo de ação, garantindo direitos, oportunidades e desenvolvimento a todo o povo brasileiro”, escreveu Rui.

Wagner, que criticou a indicação de Aline Peixoto ao TCM, completou hoje 72 anos. O governador Jerônimo Rodrigues também publicou uma mensagem nas redes sociais. “Sua trajetória de dedicação à nossa gente é um exemplo para todos nós. Com você, começamos a história da democracia na Bahia”, disse o chefe do Executivo estadual.

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A Agência Nacional de  Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nota nesta sexta-feira (17) na qual atesta que as vacinas bivalentes BA.1 e BA.4/BA.5 contra a covid-19, produzidas pela empresa Pfizer, estão dentro do prazo de validade e, portanto, podem ser utilizadas com segurança. No documento, a Anvisa destaca que os imunizantes podem ser utilizados dentro do prazo de 18 meses, a partir da data de fabricação dos produtos.

“Anteriormente aprovadas para uso em até 12 meses, essas vacinas passaram por um rigoroso processo de avaliação técnica da Agência de estudos de estabilidade, antes da aprovação da ampliação do prazo de validade”, diz a nota. 

A avaliação dos dados dos estudos demonstrou ainda, segundo a Anvisa, não haver alteração nas especificações de qualidade das vacinas no período adicional ao prazo anteriormente autorizado.

“As vacinas são seguras, eficazes e podem ser utilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, conforme os estudos de estabilidade avaliados e aprovados pela Agência”, garante a diretora Meiruze Sousa Freitas.

Sobre a ampliação do prazo de validade, a Anvisa ressalta que ela é permitida mediante medidas de comunicação e de rastreabilidade dos lotes, adotadas pela Pfizer. Entre essas medidas está a inclusão, no portal eletrônico da Pfizer e no portal eletrônico Comirnaty Education, da listagem de todos os lotes disponíveis no Brasil e dos seus respectivos prazos de validade, para consulta dos cidadãos e profissionais de saúde envolvidos na aplicação das vacinas. Os cuidados de conservação não sofreram alterações.

Variantes

As vacinas bivalentes da Pfizer oferecem proteção contra a variante original do vírus causador da Covid-19 e contra as cepas que surgiram posteriormente, incluindo a Ômicron, variante de preocupação no momento.

Essas vacinas foram autorizadas para uso como dose de reforço na população a partir de 12 anos. A Anvisa reforça que a imunização continua sendo essencial no combate à covid-19, especialmente na prevenção de casos graves e mortes.

Desperdício

Essa semana o Ministério da Saúde divulgou nota informando que perdeu de milhões doses de vacinas contra a covid-19. Segundo a pasta, isso aconteceu pelo fato de o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro ter negado à equipe de transição informações sobre estoques e validade de vacinas.

“Ao todo, incluindo o quantitativo perdido em 2023, o desperdício de vacinas contra a covid-19 chegou a 38,9 milhões de doses desde 2021. Um prejuízo de cerca de R$ 2 bilhões aos cofres públicos”, informou a pasta.

Segundo a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro não compartilhou dados sobre os estoques com a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a transição de governo.

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