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O deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), protocolou nesta sexta-feira, 3, ofícios junto à embaixada dos Estados Unidos no Brasil e na Embaixada do Brasil no território norte-americano pedindo que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seja investigado na Unidade de Prevenção a Fraudes e no Departamento de Segurança Interna do Estado Unidos.

Na denúncia, o deputado aponta para “o fato de Bolsonaro ter feito pedido de mudança para o status de sua permanência condição de turista enquanto há diversos indícios de que o ex-presidente pretende realizar atividades profissionais, remuneradas, durante sua estadia, e não apenas realizar atividades turísticas, como supostamente requer no processo apresentado”.

Bolsonaro participou do evento “Power of the People”, promovido pela extrema direita dos EUA, com venda de ingressos, e já informou que pretende realizar novas palestras.

“Parece claro que a grande motivação para permanecer em território norte-americanos é o intuito de fugir das gravíssimas investigações e processos que correm contra ele, por isso 41 membros do Congresso dos Estados Unidos da América pediram que seu visto fosse revogado, após os ataques de seus seguidores às instituições democráticas brasileiras. Mas há diversos indícios de que, além disso, o ex-Presidente Bolsonaro pretende realizar atividades profissionais, remuneradas, durante sua estadia, e não apenas realizar atividades turísticas, como supostamente requer no processo de obtenção de visto de turista”, diz um trecho do ofício.

O parlamentar ainda faz um alerta as autoridades dos EUA que Bolsonaro, em diversas ocasiões, declarou que não tomou a vacina contra o coronavírus. “Como a comprovação de vacinação completa é requisito para o ingresso no país de cidadãos comuns, há que se averiguar se esta não é mais uma irregularidade em sua permanência em território norte-americano sem o visto diplomático”, pontua o petista.

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Cerca de 180 profissionais da Educação passaram mal após uma refeição que foi servida durante a Jornada Pedagógica promovida pela prefeitura de Jacobina, na Chapada Norte, na última terça-feira (31 de janeiro). A suspeita é que todos tiveram intoxicação alimentar pela ingestão de algum item do cardápio.

“Teve a formação em Jacobina, e serviu uma comida muito saborosa que a gente comeu, perfeitamente. Quando foi 3h30 da madrugada, eu levantei. Parecia que tinha sido atropelada por um trator e depois levado uma surra. Dor de barriga, a pele querendo sair do corpo, sentindo a carne tremendo, cabeça doendo, corpo doendo. Ainda tinha outro encontro de formação, só que foi cancelado pelo grande número de pessoas que passaram mal com a comida”, relatou uma educadora.

Vários profissionais da Educação que participaram do evento no Colégio Gilberto Dias de Miranda (Comuja) passaram mal com a comida e deram entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com os mesmos sintomas. “Informamos que ao tomar ciência do caso acionamos a Vigilância Sanitária para averiguar se há relação com a alimentação oferecida pelo buffet contratado para o evento”, relata a gestão do prefeito Tiago Dias (PCdoB).

Até o momento da publicação deste texto, não há informações sobre qual tipo de alimento teria causado o problema nos trabalhadores nem o fornecedor da comida. Sites da região norte da Chapada acompanham o caso.

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Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, na sessão desta quinta-feira (02/02), que marcou o início das atividades dos órgãos colegiados do tribunal em 2023, emitiram parecer prévio recomendando a aprovação com ressalvas, pelas câmaras de vereadores, das contas referentes ao exercício de 2021 de sete prefeituras baianas e também as contas de 2020 da Prefeitura de Itaitê. Os pareceres englobam tanto as contas de governo como as de gestão.

Foram analisadas e aprovadas as contas das prefeituras de América Dourada, da responsabilidade do prefeito Joelson Cardoso do Rosário; de Baixa Grande, Gilvan Rios da Silva; de Bonito, Reinan Cedro de Oliveira; de Caetanos, Paulo Alves dos Reis; de Itiúba, José Francisco dos Santos Filho; de Tremedal, José Carlos Vieira Bahia e de Vera Cruz, Marcus Vinicius Marques Gil, além das contas de Itaitê de 2020, de responsabilidade de Valdes Brito de Souza.

Os conselheiros relatores, ao final de cada voto, também apresentaram Deliberação de Imputação de Débito – DID, com proposta de multa a cada gestor no valor de R$1 mil (América Dourada e Bonito); R$1,5 mil (tremedal e Vera Cruz); R$2 mil (Itiúba); R$2,5 mil (Baixa Grande); R$3 mil (Itaeté) e de R$3,5 mil (Caetanos) em razão das ressalvas indicadas nos relatórios técnicos.

Cabe recurso das decisões.

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