
Política
ACM Neto lidera corrida pelo governo da Bahia com 8,4 pontos de vantagem sobre Jerônimo, diz pesquisa
Pesquisa do Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, aponta ACM Neto (União) na…
há 3 horas
Política
Pesquisa do Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, aponta ACM Neto (União) na…
há 3 horas
Notícias
Notícias
Política

Com um total de mais de R$ 26 milhões declarados pelos candidatos ao governo da Bahia, a eleição estadual baiana de 2022 será a mais cara desde quando as doações de empresas privadas foram proibidas, em 2016, segundo levantamento feito aqui pelo portal. O valor é 37% superior ao montante declarado nas eleições de 2018, quando os candidatos somaram cerca de R$ 16 milhões.
O valor, no entanto, ainda é muito inferior quando comparado às eleições de 2014, ano em que ainda eram permitidas doações de pessoas jurídicas para as campanhas eleitorais. À época, os então candidatos declararam R$ 58 milhões, um valor 123% superior ao deste ano.
Chama atenção também nessa eleição o fato de ter sido a primeira, desde 2014, em que o postulante da oposição arrecada um valor maior do que o governista. Enquanto o candidato do governo, Jerônimo Rodrigues (PT), declarou R$ 4,8 milhões, ACM Neto (UNIÃO) registrou quase o triplo: R$ 16,8 milhões.
Em 2014, Rui Costa (PT) declarou R$ 32 milhões e Paulo Souto (na época DEM, hoje UNIÃO), R$ 21 milhões. Já em 2018, o então candidato à reeleição teve R$ 7,5 milhões, e a oposição, figurada por José Ronaldo (DEM), declarou R$ 5,2 milhões.
Essa também é a primeira eleição em que um candidato do Psol chega às cifras do milhão. Se Marcos Mendes, candidato do partido em 2014 e 2018, teve respectivamente R$ 20 mil e R$ 113 mil em cada uma das eleições, neste ano o candidato Kleber Rosa declarou R$ 1 milhão.
Garis, coveiros e operadores de raios X devem ter direitos reconhecidos devido à insalubridade no município de Utinga, na Chapada Diamantina. A informação é do prefeito Joyuson Vieira (PSB).
Ancorado legalmente pela Emenda Constitucional 120/2022, que estabeleceu os direitos insalubridade para Agentes de Endemias e Agentes Comunitários de Saúde, o gestor envia Projeto de Lei ao Poder Legislativo para instituir os mesmos direitos para as categorias municipais.
Segundo a gestão municipal, o vice-prefeito Átila Karaoglan (PSDB), que é advogado, contribuiu para a análise jurídica que viabiliza o benefício justo para quem realmente trabalha em atividades insalubres em Utinga.
Na sessão de quinta-feira (15/09), os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia acataram denúncia apresentada contra o ex-secretário de saúde do município de Seabra, Leandro Athayde de Souza, em razão de irregularidades nas contratações diretas de Antônio Costa dos Santos e Josenar Ferreira de Souza – através de diversas dispensas de licitação – nos exercícios de 2017 e 2018. Os contratos tinham por objeto a locação de um automóvel no modelo Spin, no valor total de R$56 mil, bem como de um ônibus para transporte de pacientes.
O relator do processo, conselheiro Fernando Vita, determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual contra o ex-secretário – ordenador de despesas do Fundo Municipal de Saúde –, para que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa. Ele ainda foi punido com multa de R$3 mil.
Em relação ao credor Antônio Costa dos Santos, a denúncia revela que foram realizadas sete contratações diretas, cada uma delas no valor máximo de R$8 mil, de modo a fundamentá-las no inciso II do artigo 24 da Lei de Licitações. Já no caso de Josenar Ferreira de Souza, foram identificadas a realização de quatro dispensas de licitação, todas dentro deste limite.
Para o conselheiro Fernando Vita, a similitude dos objetos contratados, através de procedimentos de dispensa de licitação, indica a presença da irregularidade descrita na denúncia de fragmentação de despesas. Além disso, a alegação do ex-secretário acerca da emergência administrativa – a qual sequer foi comprovada no processo –, não é hábil a desconstituir a irregularidade, pois a aparente urgência da contratação não possibilita ao gestor exceder os limites legais para contratação.
O Ministério Público de Contas, por meio da procuradora Camila Vasquez, se manifestou pela procedência da denúncia.
Cabe recurso da decisão.