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Foragido da Justiça do DF há 7 anos, homem é preso em Irecê — Foto: Reprodução/TV Bahia

Um homem que não teve a identidade revelada foi preso nessa segunda-feira (08), em Irecê. A prisão foi efetuada por agentes da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE).

Segundo a Polícia Civil, o homem estava foragido há sete anos pelos crimes de tentativa de homicídio e associação criminosa.

O acusado foi encontrado a partir de ações conjuntas entre as polícias civis da Bahia e do DF, com ajuda da Polícia Rodoviária Federal.

O suspeito foi encaminhado à delegacia de Polícia Civil de Irecê. Além dos mandados de prisão, a polícia informou que o homem é investigado também por diversos homicídios, cometidos em Brasília.

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A inauguração da Clínica de Especialidades Gisele Machado, no coração de Uibaí, levou muitos amigos e clientes a visitarem o espaço na Rua Vereador O. Santos, 161-Centro.

Um espaço amplo, decoração moderna, consultórios aconchegantes e um auditório com capacidade para 20 pessoas, a Clínica Gisele Machado traz inovação para Uibaí e região.

Com foco na saúde do corpo, da mente e no bem-estar de forma integrada, a nova clínica oferece profissionais capacitados, associados ao bom atendimento e acolhimento.

O sucesso foi absoluto e muitos clientes já garantiram atendimento na Clínica de Especialidades, afinal, o cuidado com a saúde é essencial.

Agendamentos e informações podem ser obtidos através do contato telefônico ou por WhatsApp

(74) 98867-2770 e o instagram pelo endereço @clinica_giselemachado

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Após as declarações de bens dos candidatos ao Governo da Bahia junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) virem à tona, o coordenador da campanha de Jerônimo Rodrigues (PT), Luiz Caetano (PT), criticou o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), postulante mais abastado no pleito estadual, com uma fortuna calculada em mais de R$ 41 milhões.

O petista afirmou, nesta quarta-feira (10), que “enquanto os baianos se preocupam com a alta da inflação e o aumento de preços que jogou o Brasil de novo para o mapa da fome e para a fila do osso, o ex-prefeito de Salvador fica cada vez mais rico e consegue juntar quase R$ 30 milhões em 10 anos”.

Caetano ressalta, ainda, que ACM Neto e sua vice, Ana Coelho (Republicanos), “possuem R$ 68 milhões de patrimônio, o que deixa explícita as desigualdades do nosso país”. “O que será que uma chapa dessa entende sobre o sofrimento e as necessidades do povo?”, questionou o ex-secretário estadual de relações institucionais.

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O Brasil permanece no topo do ranking dos países com maiores taxas de inflação entre as principais economias mundiais, mesmo após o país ter registrado deflação histórica em julho.

Indicador oficial da inflação brasileira, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) caiu 0,68% em julho, a menor taxa da série de pesquisas iniciada em 1980. Apesar da queda mensal, o Brasil ainda tem uma inflação acumulada em 12 meses de 10,07%.

É a quarta maior taxa do G20, grupo dos 19 países mais ricos e um bloco com integrantes da União Europeia, segundo levantamento da empresa de análises e tecnologia financeira Quantzed.

Turquia e Argentina lideram o ranking com taxas de 79,6% e 64%, respectivamente, destoando inclusive da média de 13,7% do grupo. A Rússia é a terceira colocada, com um índice de 15,9%.

Na ponta inferior da tabela, China, Japão e Arábia Saudita registram índices de 2,5%, 2,4% e 2,3%, nessa ordem. Veja abaixo a relação completa.

Parte considerável da alta de preços no Brasil tem as mesmas causas da inflação em boa parte do mundo, pois reflete os desequilíbrios provocados pelas restrições às atividades impostas pela pandemia.

A alta global de preços resulta, portanto, da oferta escassa de produtos diante de uma demanda crescente após a retomada da circulação de pessoas em economias ainda aquecidas por pacotes de estímulos.

Fogem à regra Turquia e Argentina, segundo Fabio Fares, especialista em análise macro da Quantzed. Ele afirma que a condução da política econômica tem forte relação com a disparada do custo de vida nesses países.

Quanto à inflação russa, os preços são basicamente influenciados pela guerra. “Rússia a gente sabe que está em guerra. É um mercado fechado. Com a oferta escassa, os preços sobem.”

Para o especialista da Quantzed, a deflação de julho mostra, porém, que o Banco Central do Brasil compreendeu rapidamente o processo inflacionário em curso e deu a resposta necessária ao elevar sua taxa de juros antes de economias menos acostumadas a lidar com esse fenômeno.

“O Brasil tem, historicamente, uma média de inflação mais alta do que o mundo, por isso nós lidamos melhor com ela”, comentou. “O Banco Central já havia começado a elevar sua taxa quando o Fed [Federal Reserve, o banco central americano] ainda dizia que a inflação era transitória.”

Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, reforça que, além do choque global de oferta provocado pela pandemia, a Guerra da Ucrânia ganhou espaço como um componente relevante para a inflação global ao acelerar os preços de combustíveis e alimentos.

Ameaças que podem voltar a afetar os índices de preços, inclusive no Brasil, com a chegada do inverno no hemisfério norte, que aumentará a demanda por gás e derivados do petróleo para o aquecimento das residências na Europa.

“Não podemos esquecer, claro, que também ainda temos os custos industriais pressionando a inflação aqui e lá fora. Desde o início da pandemia sofremos com a falta de insumos e peças e a lentidão na normalização também pressiona”, afirmou Sung.

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