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Com base em projeção realizada na lei eleitoral, o Jornal O GLOBO divulgou a minutagem dos principais candidatos ao Governo da Bahia. Na divisão do tempo de TV, o candidato do União Brasil, ACM Neto, foi quem obteve o melhor resultado.

O ex-prefeito de Salvador aparece com 4 minutos e 39 segundos, enquanto Jerônimo Rodrigues (PT) tem um minuto a menos (3m39s). João Roma (PL), surge em seguida com 1m14s de inserção. O quarto colocado nas pesquisas, Kleber Rosa (PSOL), tem apenas 27 segundos.

A reportagem lembra, ainda, que liderar as pesquisas de intenção de voto, além de ter o controle da máquina pública nas mãos, são fatores decisivos para conquistar mais espaço. Outro fator determinante são as alianças com outros partidos concretizadas ao longo da pré-campanha.

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Três homens foram presos em flagrante por prática de caça ilegal em Barra, no Território do Velho Chico.

O caso ocorreu na sexta-feira (12). Com eles, a Polícia Militar apreendeu três espingardas e animais silvestres (tatus) já mortos.

O caso foi registrado pela Polícia Civil de Barra. O crime tem pena prevista em lei de seis meses a um ano de detenção, além de pagamento de multa.

Além da caça ilegal, estudos apontam que tatus são reservatório para bactérias da hanseníase no Brasil. Relação é corroborada pelas altas taxas da doença em áreas rurais no país.

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O candidato a governador da Bahia, João Roma (PL), declarou que a região Oeste é esquecida pelo governo estadual. “Uma região que gera tantas riquezas para o estado precisa de mais atenção do governo. Se for eleito, vou implantar uma representação governamental no Oeste, ligada diretamente à governadoria, para atendermos com eficiência às demandas regionais”, disse ele ao lado da postulante ao Senado, Dra. Raíssa (PL), em Barreiras e Luís Eduardo Magalhães neste final de semana.

O ex-ministro da Cidadania acrescentou que a proposta se estende também ao Extremo-Sul, outra região baiana distante da capital, desamparada pelo governo estadual. “Vamos descentralizar e aproximar a gestão do governo das regiões mais distantes”, assinalou, explicando que essas zonas territoriais, devido à distância da capital, acabam sendo prejudicadas no atendimento de suas necessidades pelo estado.

As representações governamentais nessas regiões, segundo o deputado federal, terão o papel de acompanhar e coordenar todas as ações do governo na região, com foco na qualidade dos serviços públicos prestados, funcionando como um elo entre o poder governamental e as populações locais. “O objetivo é levantar e transmitir diretamente ao governador as necessidades e prioridades regionais”.

Na opinião do ex-ministro da Cidadania, o verdadeiro desenvolvimento regional, com interiorização e integração da Bahia, somente se efetivará pela desconcentração dos investimentos e pela descentralização administrativa. “Além da ênfase na retomada do processo de atração de investimentos direcionados para o interior, a efetiva presença do governo nas regiões mais distantes do estado vai eliminar a sensação de abandono governamental e um possível sentimento separatista”, asseverou.

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