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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aguarda informações adicionais da Wyeth/Pfizer sobre pedido  para a inclusão da dose de reforço na bula  da vacina da Pfizer para crianças e adolescentes. Em junho, a farmacêutica fez a solicitação à agência brasileira para crianças de 5 a 11 anos e para adolescentes de 12 a 15 anos e 16 a 17 anos. ” A documentação consiste em dados clínicos que deverão subsidiar a decisão técnica, confirmando que os benefícios superam os riscos na aplicação da dose de reforço nessa faixa etária, justificou a agência em nota na noite dessa quinta-feira (21).

Segundo a Anvisa, o pedido de informações feito no último dia 13, solicita ainda que a farmacêutica encaminhe o Plano de Gerenciamento de Risco da vacina Comirnaty em relação à dose de reforço nas faixas etárias mencionadas. “A análise dos pleitos será finalizada apenas quando as referidas documentações forem disponibilizadas e analisadas”, ressaltou a agência que deu 120 dias para a Wyeth/Pfizer enviar as informações.

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O pré-candidato ao governo do estado ACM Neto (União Brasil) e o deputado federal Cacá Leão (PP), pré-candidato ao Senado, receberam nesssa quarta-feira (20) a adesão de mais um prefeito visando as eleições de outubro. Di Cardoso, filiado ao PL e gestor de João Dourado, na região de Irecê, anunciou o seu apoio após encontro com a dupla.

“Vim aqui a pedido do povo de João Dourado. O nosso eleitor de lá pediu o nosso apoio a Neto, então vim aqui hoje seguindo o desejo do povo de João Dourado. Foi uma prosa muito produtiva, Neto se mostrou como sempre muito seguro. A gente já o conhece bem, trata-se de um homem muito preparado, um homem que tem condições de administrar bem a Bahia”, afirmou Di Cardoso após a reunião.

Somente nesta semana, Neto recebeu o apoio de cinco prefeitos que estavam na base governista. Mais cedo nesta quarta-feira, o pré-candidato a governador recebeu o apoio da prefeita Márcia Sá Teles (PP), de Cotegipe.

Na segunda-feira, também aderiram às pré-campanhas de Neto e Cacá Leão os prefeitos Elter Bastos (PSB), de Wagner, Yuri Andrade (PP), de Pedro Alexandre, David Cavalcanti (PP), de Glória e Juraci da Saúde (PP), de Barro Preto, todos anteriormente ligados ao governo do estado.

Além deles, esteve nesta semana para anunciar apoio a ACM Neto o prefeito de Pojuca, Duda Leite, do PSDB. Na semana anterior, cinco prefeitos haviam anunciado apoio nesta pré-campanha: Nena (PSD), de Inhambupe, Tânia Yoshida (PSD), de Conceição do Jacuípe, Lu de Gel (PP), de Antônio Cardoso, Cezar de Aderio (PP), de Milagres, e Eder de Nilda (Cidadania), de Terra Nova.

Di Cardoso afirmou que a onda de apoios a ACM Neto deve-se ao perfil do pré-candidato: “Hoje, o povo quer nomes novos, com condições e capacidade para poder desenvolver o estado e os municípios da Bahia. Acho que a política agora enxerga outro mundo, tem outra visão. Sem dúvida, toda a Bahia sabe que Neto é agora quem melhor reúne todas essas condições num candidato e que tem capacidade de fazer o melhor para todos nós”, disse.

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Na terça-feira (19), a cantora Simone Mendes, da dupla com a irmã Simaria, rendeu assunto na web após trocar o nome de usuário nos perfis das redes sociais.

O nome que a cantora usava anteriormente era “Simoneses”, sendo o “ses” uma sigla da dupla Simone & Simaria. No entanto, ela surpreendeu os seguidores ao descartar a referência à dupla e alterou o nome para Simone Mendes.

A alteração vem após brigas públicas entre as irmãs, o que aumentou ainda mais as especulações sobre o fim da dupla sertaneja. Recentemente, Simaria chegou a parar de seguir a irmã no Instagram.

Além disso, Simone vem realizando shows sozinha desde que Simaria anunciou que daria uma pausa em na carreira, em junho deste ano.

Com mais esse indício, fãs e internautas comentaram o provável fim da parceria. “Acho que a Coleguinha pulou do barco”, disse uma seguidora. “Não estou gostando mais dessa palhaçada”, disse outra internauta. “Tomara que isso passe”, comentou mais uma.

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Um porta-voz do governo dos Estados Unidos voltou a ressaltar que o país confia no sistema eleitoral brasileiro, que chamou de “modelo”, e disse que as autoridades americanas acompanharão com grande interesse as eleições de outubro no país.

“Conversamos sobre isso [eleições] de modo privado com altos funcionários brasileiros, mas também tornamos pública a nossa visão. E a nossa visão é a de que as eleições têm sido conduzidas com sucesso pelas instituições democráticas e pelo sistema eleitoral do Brasil, que são capazes e foram testados ao longo de muitos anos. Elas servem como um modelo para as nações não só para o hemisfério, mas além dele também”, disse Ned Price, porta-voz do Departamento de Estado, durante entrevista coletiva na quarta (20).

Price respondeu a uma questão sobre a reunião convocada pelo presidente Jair Bolsonaro com embaixadores estrangeiros, na segunda (18), na qual ele disse mentiras sobre o sistema eleitoral brasileiro.

“Como um parceiro, um parceiro democrático do Brasil, acompanharemos as eleições de outubro com grande interesse e com toda a expectativa de que elas serão conduzidas de modo livre, justo e confiável, com todas as instituições relevantes conduzindo seu papel constitucional”, acrescentou Price.

O Departamento de Estado chefia a diplomacia dos EUA e, assim, comanda as embaixadas do país no exterior.

Na noite de terça (19), a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília disse, via comunicado, que as eleições brasileiras são um modelo para o mundo e que os americanos confiam na força das instituições do Brasil.

“Como já declaramos anteriormente, as eleições no Brasil são para os brasileiros decidirem. Os Estados Unidos confiam na força das instituições democráticas brasileiras. O país tem um forte histórico de eleições livres e justas, com transparência e altos níveis de participação dos eleitores”, disse a embaixada.

O Brasil e os Estados Unidos viveram um momento recente de aproximação entre os presidentes Bolsonaro e Joe Biden. Os dois tiveram sua primeira conversa no começo de junho, durante a Cúpula das Américas, depois de um ano e meio de distanciamento, em que não houve encontros entre os dois líderes.

Bolsonaro era apoiador do ex-presidente Donald Trump, rival de Biden nas eleições de 2020 e que não reconheceu a derrota naquele pleito. O presidente brasileiro chegou a reafirmar as suspeitas de fraude eleitoral, nunca provadas, feitas por Trump na época, e demorou a parabenizar Biden pela vitória.

No encontro em junho, Bolsonaro disse a Biden que esperava a realização de eleições “limpas, confiáveis e auditáveis”. “Cheguei [ao poder] pela democracia e tenho certeza de que quando deixar o governo também será de forma democrática”, disse na ocasião.

Após a reunião, outra porta-voz do Departamento de Estado, Kristina Rosales, disse que Biden também afirmou a Bolsonaro que confia no sistema brasileiro. “É um sistema que tem funcionado, é seguro e confiável. E isso foi certamente o que o presidente Biden comunicou ontem [a Bolsonaro], dizendo que nós acreditamos nisso e esperamos que o resultado, seja qual for, seja respeitado”, prosseguiu. “Não toleramos e não aceitamos intervenção no sistema eleitoral em nenhum lugar.”

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