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Em recesso neste mês, o Congresso Nacional deve ter apenas duas semanas de sessões plenárias até as eleições, cujo primeiro turno está marcado para 2 de outubro. A proposta do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) é fazer dois mutirões, nos começos de agosto e setembro. A expectativa é de que, com o começo das convenções partidárias, na quarta-feira (20), o esvaziamento do parlamento seja inevitável, até porque muitos deputados e senadores são candidatos.
A princípio o esforço concentrado teria votação presencial. O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tende a seguir o colega quanto à realização de esforços concentrados.As comissões, em princípio, não devem ficar limitadas às semanas a essas duas semanas. Porém, a perspectiva é que não devem ter tantas atividades até as eleições.
Quanto a pauta, os congressistas devem focar nas medidas provisórias e e, se houver consenso com da Câmara o Senado, texto sobre o rol taxativo da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em relação às coberturas de planos de saúde.
“Em relação a essa matéria, pela força que tem e pela demanda que existe na sociedade, precisamos ter esse aceno do Senado Federal. Que votemos a matéria, e eles a votem na sequência, ou no mesmo dia, ou no dia seguinte. Sem isso, não teremos efeito nenhum”, afirmou Lira na quinta-feira passada, dia 14.
Eumara Maciel é do povoado de Nova Vista I de Central e fez os cursos de graduação em Letras e Mestrado em Estudo de Linguagens pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Em 2019, tornou-se Doutora em Estudos Étnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), instituição de ensino pela qual foi convidada a concorrer ao PhD pelo Programa de Pós-Gradução em Literatura e Cultura. Tendo a posposta aceita, desenvolveu estudos sobre as contribuições epistemológicas negro-africanas e negro-brasileiras para as literaturas, ofertou cursos, fez consultorias, publicou textos, participou de lives, palestras e realizou estágio na área, finalizando com êxito o curso na semana passada, tornando-se Pós-doutora em Literatura e Cultura pela UFBA.
“Sempre que eu avanço no âmbito acadêmico-profissional, vem toda a lembrança daqueles tempos em que era preciso um grande esforço para chegar na escola, do sacrifício que nossas famílias faziam para nos manter matriculados em meio a todas as dificuldades de toda ordem. Cheguei a esse mais alto grau acadêmico sendo oriunda do ensino público: Escola Municipal João Ribeiro Maciel, Escola Municipal Professor Rosalvo Ferreira dos Santos, Colégio Estadual José de Souza Machado e também da Cooperativa Educacional de Central. Minha gratidão aos professores, técnicos, colegas e colaboradores por terem me ajudado a me tornar quem eu sou hoje. Caminhos abertos! Que mais estudantes possam seguir rumo à realização de sua carreira. Coloco-me sempre à disposição do município para apoiar políticas educacionais de incentivo ao estudo e de busca de oportunidades para a prosperidade de cada um, entendendo que, quando um consegue, toda uma estrutura é abalada e mobilizada no rumo que devemos seguir juntos na busca por uma educação que transforma histórias individuais e coletivas”, disse ao Central Notícia.
Eumara tem 34 anos e é servidora da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), tem dois livros publicados e já trabalha com projetos extensionistas, que envolvem a educação para a diversidade, acreditando no poder transformador do movimento de educar-aprender.
Texto: Eumara Maciel
A edição deste domingo (17) do programa Fantástico, da Rede Globo, promete revelar detalhes sobre a disputa judicial entre Iran Santana Alves, o Luva de Pedreiro, e seu antigo empresário, Allan de Jesus. A atração televisiva estava proibidade de divulgar alguns dados pela Justiça, mas emissora anunciou neste domingo que a liminar que determinava essa restrição foi derrubada.
Atualmente empresariado pelo ex-jogador de Futsal Falcão, Luva de Pedreiro afirmou que assinava os contratos na época de Allan de Jesus sem saber o conteúdo. O ex-parceiro nega a acusação.
Iran Alves ficou conhecido por vídeos na internet em que jogava com o equipamento de construção civil, e não a luva adequada ao futebol, a qual não podia comprar por causa do preço.