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Foto: Reprodução/Internet

Na sessão dessa terça-feira (12/07), os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia emitiram parecer prévio recomendando a rejeição das contas da Prefeitura de Canarana, da responsabilidade do prefeito Ezenivaldo Alves Dourado, relativas ao exercício de 2020. A decisão se deu, principalmente, em razão da ausência de recursos em caixa para pagamento das despesas com restos a pagar no último ano do mandato do gestor, em descumprimento ao artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Após a aprovação do voto, com o parecer sugerindo a rejeição pela câmara de vereadores das contas, o conselheiro relator Nelson Pellegrino, apresentou Deliberação de Imputação de Débito – DID, propondo multa de R$4 mil, pelas demais irregularidades apuradas durante a análise do relatório técnico.

Pelo descumprimento do artigo 42 da LRF, os conselheiros do TCM também determinaram a formulação de representação ao Ministério Público Estadual, para que seja apurada a ocorrência de crime contra as finanças públicas, nos termos do artigo 359-C do Código Penal.

O município do centro-norte baiano teve – em 2020 – uma receita arrecadada de R$75.339.137,15 e uma despesa executada de R$66.570.058,77, demonstrando um superávit orçamentário de execução de R$8.769.078,38. Em relação aos restos a pagar, os recursos deixados em caixa não foram suficientes para cobrir despesas de curto prazo, o que resultou em um saldo a descoberto de R$20.110.167,42, comprometendo o mérito das contas.

Os índices das obrigações constitucionais foram atendidos, sendo aplicado 23,32% dos recursos nas ações e serviços de saúde e 63,96% dos recursos do Fundeb na remuneração dos profissionais do magistério. Já na manutenção e desenvolvimento do ensino, o investimento de apenas 24,10% não prejudica o mérito dessas contas em razão da flexibilização prevista na Emenda Constitucional nº 119, de 27 de abril de 2022.

Cabe recurso da decisão.

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Os centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Salvador e o da Bahia confirmaram o primeiro caso da doença causada pelo vírus Monkeypox (conhecida como varíola do macaco) nesta quarta-feira (13), após exame laboratorial. O indivíduo é residente na capital baiana e chegou a ser internado em uma unidade hospitalar privada com a tríade de sintomas da doença: febre alta de início súbito, adenomegalia e erupção cutânea. Atualmente o indivíduo encontra-se em isolamento domiciliar em Salvador.

As medidas sanitárias de monitoramento dos contactantes próximos, bem como isolamento foram adotadas. Além disso, dois outros casos suspeitos, sem ligação com o confirmado, aguardam resultado do exame laboratorial a ser divulgado nos próximos dias.

Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre. A erupção tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.

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Um homem de 28 anos foi preso com 13 tabletes de pasta base de cloridato de cocaína no último domingo (10). A prisão foi efetuada por equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no km 408 da BR-242, trecho de Seabra.

Na ocasião, os policiais abordaram um ônibus que fazia o itinerário Goiânia (GO) x Natal (RN) e verificaram que em uma das bagagens no compartimento interno do ônibus havia 13 tabletes de uma substância análoga a pasta base de cloridrato de cocaína.

Aos policiais, o portador da droga informou que ganharia R$4 mil para levar os tabletes até a cidade de João Pessoa (PB). Ele foi preso e encaminhado para a Polícia Judiciária de Seabra.

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O Bahia até saiu na frente, com belo gol de Davó aos 5 minutos do primeiro tempo, mas voltou a perder de virada do Athlético, novamente por 2×1. Com o resultado, o time baiano está fora da Copa do Brasil. A partida aconteceu na noite de terça-feira (12).

Jogando fora de casa, o técnico Enderson Moreira tentou surpreender o adversário, adotando um esquema 3-5-2. Mas no segundo tempo o tricolor não resistiu à pressão do adversário da Série A.

No primeiro tempo, o Furacão do técnico Luiz Felipe Scolari não conseguiu abrir o ferrolho defensivo do Bahia. Além do gol, o Bahia perdeu oportunidades, inclusive com o artilheiro da noite. Rodallega, que não vive boa fase, começou no banco.

O gol de empate aconteceu na reta final da segunda etapa. Erick desviou a bola após cobrança de escanteio, sem chances para Danilo Fernandes. Precisando vencer, o time baiano foi para cima. Rodallega entrou em campo, mas quem fez o segundo foi o time da casa, em contra-ataque, com Rômulo.

Enderson Moreira mandou a campo Danilo Fernandes; Ignácio, Gabriel Xavier (Zé Vitor) e Luiz Otávio; André (Douglas Borel), Patrick de Lucca, Lucas Mugni, Daniel (Rodallega) e Matheus Bahia; Raí (Vitor Jacaré) e Davó (Marcelo Ryan).

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