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Diferentemente do fechamento das últimas semanas, o cenário na Região de Irecê (BA) e no…
há 5 minutos
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Os esforços da Câmara de vereadores de Gentio do Ouro tiveram resultado positivo, os professores da rede municipal, decidiram, na última quarta-feira (11), suspender a greve, após quase 30 dias de paralisação.
Este foi o resultado de uma reunião entre o presidente da Câmara, Gilliard Henrique (PDT), os vereadores Neto de Adão (PDT), Neto de Milton (PDT), Léo de Odaildo (PDT), Kaká (PSD), profissionais do magistério e o Sindicato dos Servidores Públicos (Sindserv). O encontro foi realizado na sede da Câmara, na manhã da última terça-feira (10).
Após ouvir a classe, os parlamentares se reuniram com o prefeito Robério Gomes Cunha (PDT) para apresentar as demandas dos educadores. O dia foi de intensas negociações, que resultou em um consenso que colocou fim na greve dos professores – com as aulas voltando ao normal, a partir dessa sexta-feira (13).
O corpo jurídico da Prefeitura e Sindicato concordaram com os termos de um novo projeto de Lei, já protocolado junto à Câmara nesta quarta-feira (11) – e deve ser analisado pelas comissões – para ser levado à votação em plenário.
– “Com a intervenção da Câmara de vereadores, finalmente o terceiro projeto de lei vai para Câmara com a redação sugerida e orientada pelo jurídico do Sindicado, em comum acordo com a categoria” – diz trecho da nota do Sindserv.
O acordo prevê o pagamento de 15% de reajuste, além de abono salarial, com uma nova reunião a ser feita em agosto deste ano para definição da complementação de 18,24% até o total do percentual de 33,24% referentes ao novo piso.
De grupo político oposto ao do governador da Bahia, o prefeito do município chapadeiro de Xique-Xique, Reinaldo Braga Filho (MDB), alega nunca ter sido atendido por Rui Costa (PT) em cinco anos. Segundo o gestor, a tentativa de marcar uma audiência com o governador vem sendo desde 2017.
“Em todos os eventos públicos que tive oportunidade, falei com ele sobre uma audiência. No dia da inauguração da ponte de Xique-Xique/Barra pedi novamente uma audiência. O governador disse de público que agendaria. Mas até hoje, nada”, relata o gestor ao Portal M!.
O prefeito elenca uma série de pedidos represados, como envio de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), assim como pedidos que são feitos e não tiveram retornos como falta de policiamento, videomonitoramento com reconhecimento facial, investimento na educação e outros.
Em contato com o portal, o secretário de Comunicação do Governo do Estado, André Curvelo, apesar de não ter citado os motivos de o governador não abrir agenda para receber Reinaldo Braga Filho, encaminhou algumas obras nos municípios vizinhos e em Xique-Xique, como a ponte Xique-Xique/Barra, a recuperação de rodovias e outras.
Apesar de o MDB ter feito recomposição com o governo baiano, inclusive indicando o candidato a vice-governador, Geraldo Jr., Reinaldo é da parte da sigla que apoia a oposição, com a pré-candidatura de ACM Neto (União Brasil).
O ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), comentou, na manhã desta segunda-feira (16), sobre a candidatura do antigo aliado e adversário na disputa pelo governo da Bahia, ACM Neto (UB). Em entrevista à Rádio Salvador FM, o bolsonarista teceu duras críticas ao atual governo do estado e afirmou que o ex-prefeito de Salvador é um “candidato genérico” do Partido dos Trabalhadores.
“Tem que ficar atento ao que está acontecendo. A Bahia certamente não está vivendo numa propaganda do PT. A Bahia certamente já está observando com clareza toda a realidade e a dificuldade que nós estamos enfrentando. Não adianta mudar seis por meia dúzia numa eleição como essa. De um lado você tem o candidato do PT Jerônimo Rodrigues, e, do outro lado, você tem um candidato genérico do PT, o ex-prefeito ACM Neto, que diz que o projeto do presidente Lula não é antagônico ao projeto dele”, pontuou Roma.
Em outro momento da entrevista, o deputado federal afirmou que ACM Neto não ficou contente ao vê-lo aceitando o convite do presidente Jair Bolsonaro (PL) para comandar o Ministério da Cidadania. “Fica muito claro que, apesar de eu ter me dedicado 20 anos por ACM Neto, ele não ficou feliz com minha ascensão na política”, concluiu o ex-ministro.