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O ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) negou, em entrevista à rádio Sociedade FM na manhã desta terça-feira (22), qualquer acordo com o PT nacional que tenha levado a desistência do senador Jaques Wagner (PT) de concorrer ao governo do Estado.

Neto também negou contatos com o ex-ministro José Dirceu. “Os contatos que tive com Zé Dirceu foi quando ele era ministro do ex-presidente Lula, eu naquele momento era deputado federal”, contou. “Todos os contatos eram para tratar dos temas do Congresso Nacional. Depois disso não tive mais nenhum contato com Zé Dirceu”, acrescentou.

“Muito se especulou na imprensa que poderia haver um acordo entre a gente e o PT nacional, que tenha sido determinante para a decisão do ex-governador Jaques Wagner não ser candidato. Não é verdade. Não existe acordo”, garantiu Neto.

“O que existe é a clareza de que o ex-presidente Lula não é o meu adversário nesse processo. O ex-presidente Lula está disputando a presidência da República. Eu sou pré-candidato ao governo do Estado”.

“Então não enxergo Lula como o meu adversário, como não enxergo nenhum postulante ao Palácio do Planalto como o meu adversário. O nosso foco está na Bahia. Os meus oponentes serão aqueles que se apresentarem como pré-candidatos ao governo do Estado da Bahia”, continuou.

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O governador Rui Costa promoveu novas exonerações em três pastas que eram do PP, legenda que saiu da base do governo na semana passada.

Na edição do Diário Oficial do Estado desta terça-feira (22), foram publicadas 39 exonerações na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que era comandada Nelson Leal. Além disso, foram divulgadas outras 24 saídas na Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, que era tocada por Leonardo Góes.

A pasta comandada pelo vice-governador João Leão também teve baixa. Jorgete Oliveira Gomes da Costa foi exonerado da Direção-geral da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento.

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O Brasil registrou, desde o início da pandemia, 657.302 mortes por covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado nessa segunda-feira (21) pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença é de 29.641.594.

Em 24 horas, foram registrados 11.110 casos. No mesmo período, foram confirmadas 97 mortes de vítimas do vírus.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.

Segundo o boletim, 28.214.095 pessoas se recuperaram da doença e 770.197 casos estão em acompanhamento.

Estados

São Paulo lidera o número de casos, com 5,1 milhões, seguido por Minas Gerais (3,29 milhões) e Paraná (2,39 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (123,6 mil). Em seguida, aparece Roraima (154,8 mil) e Amapá (160,2 mil).

Em relação às mortes, São Paulo tem o maior número de óbitos (166.668), seguido de Rio de Janeiro (72.497) e de Minas Gerais (60.564). O menor número de mortes está no Acre (1.990), no Amapá (2.120) e em Roraima (2.144).

Vacinação

Segundo o Ministério da Saúde, 391,29 milhões de doses de vacina contra covid foram aplicadas, sendo 171,81 milhões de primeira dose; 148,93 milhões de segunda e 4,77 milhões de dose única.

As doses de reforço totalizam 63,20 milhões de vacinados e as doses adicionais, 2,57 milhões.

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