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Nesta quarta-feira (30), na Governadoria do Estado, o pré-candidato a deputado estadual, Cafu Barreto, se encontrou com vários políticos, lideranças, e amigos de diversas regiões da Bahia.

Na oportunidade, juntamente com o Deputado Estadual e pré-candidato a deputado federal, Diego Coronel, se reuniu com a Prefeita de Cafarnaum, Sueli Novais, o ex-prefeito, Dr. Ivanilton Oliveira, o Vice-prefeito, Léo do Canal e o Secretário de Administração, Ademir Lima.

O momento foi de grande importância, pois foram abordados assuntos sobre as necessidades e demandas da cidade, e região.

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Nascido em Aiquara, no território de identidade do Médio Rio de Contas, Jerônimo Rodrigues tem 56 anos, é engenheiro agrônomo, gestor público e professor licenciado da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Considerado homem de confiança do governador Rui Costa, Jerônimo foi secretário estadual do Desenvolvimento Rural, entre 2015 e 2019, e da Educação, de 2019 a março de 2022, quando deixou o cargo para concorrer ao Governo do Estado. Ele foi escolhido pelo PT em decisão unânime deliberada em reunião da Executiva Estadual do partido no dia 11 de março.

Na Secretaria estadual da Educação (SEC), ele foi responsável pela criação de diversos programas de assistência estudantil, como o Bolsa Presença, que garante um auxílio mensal de pelo menos R$ 150 para famílias de estudantes da rede estadual de ensino. Na pasta, Jerônimo também deu início ao maior programa de infraestrutura escolar em execução no Brasil, cujo investimento ultrapassa os R$ 3,5 bilhões. Antes da SEC, Jerônimo foi o titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), cargo que assumiu após coordenar o Programa de Governo do então candidato Rui Costa, nas eleições de 2014. O sucesso no comando da SDR levou Jerônimo à coordenação geral da campanha que garantiu a reeleição de Rui, em 2018. “Conheci a Bahia trabalhando pelos baianos e baianas. Vou continuar cuidando da nossa gente, levando o trabalho do Governo do Estado para todas as regiões da Bahia”, afirmou Jerônimo Rodrigues, que recebe o presidente Lula nesta quinta-feira (31) para lançamento de sua pré-candidatura, em Salvador.

Jerônimo já havia comprovado sua eficiência na gestão pública durante passagem pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. Ele foi secretário nacional do Desenvolvimento Territorial, secretário executivo adjunto do Ministério e secretário executivo do Programa Pró Territórios/Cumbre Ibero-Americana. Na gestão do ex-governador Jaques Wagner, Jerônimo atuou como assessor especial da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e da Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia. “O grupo confia em meu trabalho e sabe da minha firmeza e dedicação em tudo que eu faço”, disse Jerônimo ao falar sobre os mais de 10 anos de experiência em gestão pública.

Superação de desafios

Filho do agricultor familiar Zeferino Rodrigues e da costureira Maria Cerqueira, Jerônimo tem uma história de vida marcada pelo trabalho e pela superação de dificuldades. Nascido no pequeno distrito de Palmeirinha, ele teve que deixar seus pais ainda durante a infância para estudar em Jequié, onde morou com irmãs. Ele e seus oito irmãos nasceram em casa, com o auxílio de uma parteira, e tiveram uma vida muito simples na comunidade rural localizada nas proximidades do Rio de Contas.Após concluir o Ensino Médio em Jequié, Jerônimo precisou novamente mudar de cidade para dar continuidade aos estudos e realizar o sonho de ingressar na universidade. Em Salvador, se preparou para o vestibular e, após aprovação, migrou para Cruz das Almas para cursar Engenharia Agrônoma na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Foi no curso de Agronomia, em Cruz das Almas, que Jerônimo conheceu sua esposa, a feirense Tatiana Velloso, com quem Jerônimo teve seu único filho, o também feirense João Gabriel, de 20 anos.

Em Feira de Santana, por meio de concurso público, Jerônimo se tornou professor efetivo da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), onde atuou nos cursos de Ciências Econômicas, Direito, Administração, Ciências Contábeis e Geografia. Na pós-graduação, suas atividades são voltadas para disciplinas como Desenvolvimento Rural e Sustentabilidade, Mercado de Capitais e Metodologia do Ensino Científico. “Sempre enfrentei meus desafios com muito trabalho, persistência e coragem. Foi desta forma que superei as dificuldades que a vida impôs. Junto com Lula, vamos trabalhar para superar o desafio de reconstruir o Brasil e continuar trabalhando por toda a Bahia”, concluiu o pré-candidato.

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Um ano após a deflagração da Operação Casmurro, que após três fases resultou na prisão de um delegado e três policiais civis por envolvimento com o tráfico de drogas no município de Seabra, a Polícia Civil instaurou processo administrativo disciplinar para apurar a conduta dos agentes.O documento, publicado na edição do último sábado (26) do Diário Oficial do Estado (DOE), destaca que os agentes são acusados de participação em “organização criminosa, valendo-se do cargo, com o fim de facilitar o cultivo e colheita da droga ilícita conhecida popularmente como maconha, destruindo apenas parte da lavoura, deixando fragmento da planta com potencial para voltar desenvolver-se, gerando nova plantação da referida erva, recebendo, supostamente, em contrapartida, vantagem econômica ilícita”.

Ainda de acordo com a polícia, a ação teria acontecido entre os anos de 2020 e 2021, no Povoado Baixio da Aguada. Se confirmado a culpa dos agentes, eles podem ser expulsos da corporação. O prazo estipulado pela PC para a apuração é de 60 dias.

A investigação

Em abril do ano passado, a Operação Casmurro revelou que a Polícia Civil havia descoberto, em junho de 2020, uma extensa plantação de maconha na zona rural de Seabra. Porém, ao invés de incinerar completamente a droga e erradicar a plantação, os policiais teriam recebido propina de R$ 220 mil para permitir a colheita do restante da droga pelos traficantes e ainda ajudaram a transportá-la dentro das viaturas da polícia, para armazenamento em propriedade rural do empresário, até que fossem finalmente enviadas para a cidade de Salvador.

A ação contou com a participação do Ministério Público da Bahia, em conjunto com a Corregedoria da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP). Em julho, o MP baiano ofereceu denúncia contra os agentes de segurança, um agente administrativo e um empresário local, envolvidos no caso.

Eles são acusados de tráfico de drogas, associação para o tráfico, concussão, peculato e obstrução à Justiça. Além da condenação, o parquet ainda requereu a perda dos cargos, funções, empregos ou mandatos eletivos ocupados pelos denunciados, bem como a proibição de exercício de função ou cargo público pelo prazo de oito anos subsequentes ao cumprimento das penas.

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