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Pelo menos 20 famílias precisaram deixar os imóveis e outras três ficaram desabrigadas em João Dourado, na Chapada Norte, após um temporal na região no sábado (8) e domingo (9). Diversas ruas ficaram alagadas e a água invadiu algumas residências no município.

Ao todo, a Defesa Civil registrou 90 milímetros de chuva no final de semana. Por causa dos ventos fortes, uma árvore também caiu, danificou um poste e provocou a interrupção no fornecimento de energia elétrica.

A cidade tem um sistema de bombeamento, para escoar a água da chuva, mas, por causa do problema na rede elétrica, o serviço foi interrompido. Horas depois, com a energia retomada, agentes da Secretaria Municipal de Obras deram continuidade ao serviço para diminuir os danos provocados pela chuva.

Uma central de atendimento e apoio foi montada na Escola Municipal Ida Bastos, no Centro da cidade, para onde as famílias foram levadas. Uma campanha para arrecadação de alimentos e outros donativos às pessoas atingidas. Para doar, os moradores podem fazer a entrega na própria escola.

A prefeitura orienta que moradores que, caso percebam situações de risco por causa da chuva, acionem a Defesa Civil pelo telefone (74) 9 9922-0657, que também funciona como contato de aplicativo de mensagem.

No ano passado, a previsão de chuva em João Dourado era de 400 milímetros. No entanto, somente nos meses de novembro e dezembro, mais de 700 milímetros de chuva foram registrados no município.

Pista interditada

A via que dá acesso à localidade de Passagem Molhada, na zona rural de Chorrochó, também no norte baiano, foi alagada por causa da chuva e impede a passagem de veículos. Motoristas reclamam de prejuízo porque a pista foi danificada.

Pedras e pedaços de tronco estão soltas na pista e moradores dizem que também vivem transtornos por causa do acesso comprometido.

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Três abalos sísmicos foram registrados pelas estações do Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), nos últimos três dias em Jacobina.

De acordo com o LabSis, no domingo (9), dois tremores foram captados em Jacobina. O primeiro evento, de magnitude 2.1 mR, ocorreu às 20h51, e o segundo, com magnitude calculada em 2.0 mR, aconteceu três minutos depois, às 20h54.

Nessa quarta-feira (12), mais um tremor de terra foi registrado pelas estações do laboratório em Jacobina. O evento ocorreu às 4h27 da madrugada e teve magnitude preliminar calculada em 1.8 mR.

Não há relatos de que os abalos registrados no domingo e nesta quarta tenham sido sentidos ou ouvidos por moradores. O LabSis segue monitorando todas as atividades sísmicas que ocorram na região Nordeste do Brasil.

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Chegaram ao Brasil, às 4h45 dessa quinta-feira (13), as primeiras vacinas contra covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (São Paulo).

 O lote será distribuído a estados e municípios para iniciar a aplicação. A previsão é que o Brasil receba em janeiro um total de 4,3 milhões de doses da vacina. A remessa é a primeira de três que serão enviadas ao país.

 Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.

 Na semana passada, o ministério anunciou a inclusão dos imunizantes pediátricos no plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

 Segundo a pasta, a criança deve ir aos postos de vacinação acompanhada dos pais ou responsáveis ou levar uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações.

 A distribuição será feita na seguinte proporção (confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado):

 Região Centro-Oeste (8,17%)

 Distrito Federal – 1,30%

Goiás – 3,55%

Mato Grosso do Sul – 1,47%

Mato Grosso – 1,85%

Região Sudeste (39,18%)

Espírito Santo – 1,93%

Minas Gerais – 9,02%

Rio de Janeiro – 7,49%

São Paulo – 20,73%

Região Sul (13,17%)

Paraná – 5,25%

Rio Grande do Sul – 4,73%

Santa Catarina – 3,19%

Região Nordeste (28,43%)

Alagoas – 1,77%

Bahia – 7,07%

Ceará – 4,42%

Maranhão – 4,02%

Paraíba – 1,89%

Pernambuco – 4,80%

Piauí – 1,62%

Rio Grande do Norte – 1,67%

Sergipe – 1,17%

Região Norte (11,05%)

Acre – 0,57%

Amazonas – 2,77%

Amapá – 0,55%

Pará – 4,99%

Rondônia – 0,93%

Roraima – 0,38%

Tocantins – 0,86%

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