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Comércio, serviços e turismo lançam campanha contra votação da escala 6×1 antes das eleições
A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) lança neste domingo (30)…
há 8 horas
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A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) lança neste domingo (30)…
há 8 horas
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Pelo menos 20 famílias precisaram deixar os imóveis e outras três ficaram desabrigadas em João Dourado, na Chapada Norte, após um temporal na região no sábado (8) e domingo (9). Diversas ruas ficaram alagadas e a água invadiu algumas residências no município.
Ao todo, a Defesa Civil registrou 90 milímetros de chuva no final de semana. Por causa dos ventos fortes, uma árvore também caiu, danificou um poste e provocou a interrupção no fornecimento de energia elétrica.
A cidade tem um sistema de bombeamento, para escoar a água da chuva, mas, por causa do problema na rede elétrica, o serviço foi interrompido. Horas depois, com a energia retomada, agentes da Secretaria Municipal de Obras deram continuidade ao serviço para diminuir os danos provocados pela chuva.
Uma central de atendimento e apoio foi montada na Escola Municipal Ida Bastos, no Centro da cidade, para onde as famílias foram levadas. Uma campanha para arrecadação de alimentos e outros donativos às pessoas atingidas. Para doar, os moradores podem fazer a entrega na própria escola.
A prefeitura orienta que moradores que, caso percebam situações de risco por causa da chuva, acionem a Defesa Civil pelo telefone (74) 9 9922-0657, que também funciona como contato de aplicativo de mensagem.
No ano passado, a previsão de chuva em João Dourado era de 400 milímetros. No entanto, somente nos meses de novembro e dezembro, mais de 700 milímetros de chuva foram registrados no município.
Pista interditada
A via que dá acesso à localidade de Passagem Molhada, na zona rural de Chorrochó, também no norte baiano, foi alagada por causa da chuva e impede a passagem de veículos. Motoristas reclamam de prejuízo porque a pista foi danificada.
Pedras e pedaços de tronco estão soltas na pista e moradores dizem que também vivem transtornos por causa do acesso comprometido.
Três abalos sísmicos foram registrados pelas estações do Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), nos últimos três dias em Jacobina.
De acordo com o LabSis, no domingo (9), dois tremores foram captados em Jacobina. O primeiro evento, de magnitude 2.1 mR, ocorreu às 20h51, e o segundo, com magnitude calculada em 2.0 mR, aconteceu três minutos depois, às 20h54.
Nessa quarta-feira (12), mais um tremor de terra foi registrado pelas estações do laboratório em Jacobina. O evento ocorreu às 4h27 da madrugada e teve magnitude preliminar calculada em 1.8 mR.
Não há relatos de que os abalos registrados no domingo e nesta quarta tenham sido sentidos ou ouvidos por moradores. O LabSis segue monitorando todas as atividades sísmicas que ocorram na região Nordeste do Brasil.

Chegaram ao Brasil, às 4h45 dessa quinta-feira (13), as primeiras vacinas contra covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (São Paulo).
O lote será distribuído a estados e municípios para iniciar a aplicação. A previsão é que o Brasil receba em janeiro um total de 4,3 milhões de doses da vacina. A remessa é a primeira de três que serão enviadas ao país.
Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.
Na semana passada, o ministério anunciou a inclusão dos imunizantes pediátricos no plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Segundo a pasta, a criança deve ir aos postos de vacinação acompanhada dos pais ou responsáveis ou levar uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações.
A distribuição será feita na seguinte proporção (confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado):
Região Centro-Oeste (8,17%)
Distrito Federal – 1,30%
Goiás – 3,55%
Mato Grosso do Sul – 1,47%
Mato Grosso – 1,85%
Região Sudeste (39,18%)
Espírito Santo – 1,93%
Minas Gerais – 9,02%
Rio de Janeiro – 7,49%
São Paulo – 20,73%
Região Sul (13,17%)
Paraná – 5,25%
Rio Grande do Sul – 4,73%
Santa Catarina – 3,19%
Região Nordeste (28,43%)
Alagoas – 1,77%
Bahia – 7,07%
Ceará – 4,42%
Maranhão – 4,02%
Paraíba – 1,89%
Pernambuco – 4,80%
Piauí – 1,62%
Rio Grande do Norte – 1,67%
Sergipe – 1,17%
Região Norte (11,05%)
Acre – 0,57%
Amazonas – 2,77%
Amapá – 0,55%
Pará – 4,99%
Rondônia – 0,93%
Roraima – 0,38%
Tocantins – 0,86%