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O Congresso Nacional derrubou nessa sexta-feira (17) um veto presidencial e, com isso, ampliou o valor do Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões para mais de R$ 5,7 bilhões. Em agosto, o presidente da República havia vetado essa ampliação quando sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022. O trecho, antes vetado e agora derrubado, agora segue para promulgação.

O veto foi primeiro analisado na Câmara e os deputados o derrubaram por um placar de 317 votos a 143. No Senado, foram 53 votos pela derrubada do veto e 21 por sua manutenção. No Senado, assim como na Câmara, o assunto foi alvo de debates.

Para o senador Telmário Mota (Pros-RR), ser a favor do veto, e contra os R$ 5,7 bilhões para as campanhas, é adotar um “discurso fácil e demagógico”. Ele defendeu a derrubada do veto para, segundo ele, trazer igualdade de condições aos candidatos e fortalecer a democracia.

“Como um líder comunitário vai conseguir disputar uma eleição com um grande empresário ou um descendente de uma oligarquia? O sistema de financiamento privado [de campanha] quase comprometeu a democracia brasileira. Escolheu-se o financiamento público. É preciso o financiamento ser igualitário para todos”, afirmou.

Já o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) se disse “indignado” com tal quantia para o Fundo Eleitoral. Para ele, não é momento do país reverter tal quantia para campanhas políticas. “A manutenção do veto é o mínimo de respeito com um país machucado pela pandemia, com mais de 20 milhões de pessoas passando fome e que agora, no apagar das luzes, se vê no direito de premiar presidentes de partidos e candidatos nas próximas eleições com montanhas de dinheiro público.”

Fundo Eleitoral

O Fundo Especial de Financiamento de Campanha, ou apenas Fundo Eleitoral, foi criado em 2017. Sua criação se seguiu à proibição do financiamento privado de campanhas. Em 2015, o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu doações de empresas a campanhas políticas, sob alegações de haver desequilíbrio na disputa política e exercício abusivo do poder econômico.

Sem a verba privada para custear campanhas eleitorais, foi criado o Fundo Eleitoral. Ele é composto de dotações orçamentárias da União, repassadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em até o início do mês de junho, apenas em anos eleitorais. Em 2018, por exemplo, foi repassado aos partidos pouco mais de R$ 1,7 bilhão do Fundo Eleitoral para financiamento de campanhas.

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Professor Jorjão é homenageado pela Câmara de Irecê – Foto: Reprodução/ Facebook

A Câmara de Vereadores de Irecê concedeu ao professor Jorge Carvalho Brito, o título de cidadão ireceense.

O projeto de lei foi votado e aprovado por unanimidade no dia 10 deste mês. A indicação foi feita pelo vereador Moisés Filocre (PCdoB).

O título é uma espécie de honraria que uma pessoa de importância recebe de alguma localidade. O homenageado passa a ser um conterrâneo, um “filho da cidade”.

Jorjão, como é conhecido é natural do município de Central. Ele nasceu em 28 de junho de 1959. É filho de dona Edna e seu Vital. É  graduado em Geografia pela Universidade Católica do Salvador – UCSal.

Após lecionar em alguns colégios particulares de Irecê, Jorjão e o professor Marcos Carvalho, fundaram em 2001 o Grupo Cometa de Educação, que é composto pela Faculdade Irecê (FAI), Unopar e o Colégio Cometa.  

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Na sessão dessa quinta-feira (16), os conselheiros do TCM emitiram parecer prévio indicando a rejeição das contas de 2020 da Prefeitura de Central, da responsabilidade de Uilson Monteiro da Silva. Segundo o relator do parecer, conselheiro Fernando Vita, o gestor não deixou em caixa recursos suficientes para cobrir os restos a pagar no último ano do seu mandato, contrariando o disposto no artigo 42 da LRF.

Pela irregularidade, foi determinada a formulação de representação ao Ministério Público Estadual, para que seja apurada a ocorrência de crime contra as finanças públicas, nos termos do artigo 359-C do Código Penal. Os conselheiros do TCM, após a apresentação do voto sugerindo a rejeição das contas pela Câmara de Vereadores, também aprovaram Deliberação de Imputação de Débito – DID, propondo a imputação de multa de R$10 mil ao gestor pelas demais irregularidades apuradas durante a análise do relatório das contas.

Cabe recurso das decisões.

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O diretor do instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, afirmou, em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia publicada na terça-feira (14), que a eleição do próximo ano não será fácil para o pré-candidato ao governo da Bahia, o senador Jaques Wagner. Hildaldo apontou uma “exaustão de PT” no estado.

“A eleição vai ser muito equilibrada na Bahia. Muito equilibrada. Neto vai largar muito na frente, porque é uma vantagem muito boa. Não é fácil para o Jaques Wagner. Fora que há uma exaustão de PT, há muito tempo de governo do PT. Isso joga a favor do Neto”, avaliou Hidalgo, em entrevista à Tribuna da Bahia.

Para Hidalgo, as pesquisas também demonstram a perda de terreno eleitoral do ex-presidente Lula (PT) no estado. “(A pesquisa) mostra que Neto é muito forte e, ao mesmo tempo, o Lula é muito forte. Só que o Lula não é tão mais forte quanto era. Lula não é tão forte quanto era quatro, oito, 12 anos atrás. Basta saber se conseguirá passar os votos para o Jaques Wagner ou não”, analisou.

A última pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisas no início do mês apontou ACM Neto (União Brasil) com 54,8% das intenções de voto na disputa pelo governo estadual, enquanto Wagner aparece com 23,1%. Eles são seguidos pelo ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), com 3,9%, a ex-secretária de Saúde de Porto Seguro, Raissa Soares, com 2,6% das intenções. Em seguida, surge o vereador de Salvador, Alexandre Aleluia com 0,9%, e o ex-vereador Marcos Mendes (PSOL) 0,3%.

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