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Em 24 horas, foram registrados 4.129 casos de covid-19 no Brasil e 61 mortes, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 21.957.967 casos e 611.342 óbitos pela doença.

Segundo o boletim, há 21.151.342  recuperados da doença, o que representa 96,3% dos casos. Também há 195.342 casos em acompanhamento e 2.887 mortes de síndrome respiratória aguda grave (Srag) em investigação.

Estados

No número de casos, São Paulo é a unidade da Federação com maior número de casos, com 4.422.424. Em seguida aparecem Minas Gerais (2.197.873) e Paraná (1.569.361). Os menores números de casos estão no Acre (88.109), Amapá (124.057) e Roraima (127.869).

São Paulo também lidera no número de óbitos por covid-19, com 153.059, seguido por Rio de Janeiro (68.726) e Minas Gerais (55.940). Os estados que tivera.

Vacinação

Segundo o Ministério da Saúde, em seu último boletim, foram aplicados, no total, 296,6 milhões de doses, sendo 157,2 milhões de primeiras doses e 127,7 milhões de segundas doses e doses únicas.

Também foram aplicadas 498.732 doses adicionais e 11,2 milhões de doses de reforço.

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Para Reinaldinho, as diferenças políticas e ideológicas devem ficar de lado quando o assunto são os benefícios para a população –  Foto: Reprodução/Nova Salvador

O prefeito de Xique-Xique, Reinaldo Braga Filho (MDB), sugeriu ao governador Rui Costa (PT) que realize duas cerimônias para inaugurar a ponte que liga o município à cidade de Barra. Por enquanto, está marcada apenas uma solenidade para o próximo dia 3 de dezembro, em Barra.

“Enviarei um ofício ao governador Rui Costa sugerindo que realize duas cerimônias: uma em Xique-Xique e uma na Barra”, disse. Ele recordou que, em 1998, na inauguração da estrada que liga Xique Xique a Barra houveram duas solenidades, uma em cada cidade.

“Espero que o governador aceite a nossa sugestão e possa vir a Xique-Xique, onde o receberei com toda deferência que merece e aproveitarei para lhe entregar demandas da população Xique-Xiquense”, afirmou o prefeito, que integra a oposição ao governo petista.

Para Reinaldinho, as diferenças políticas e ideológicas devem ficar de lado quando o assunto são os benefícios para a população.

“As pessoas não querem acirramento do debate político. Querem trabalho e melhoria de qualidade de vida. A disputa política, ideológica e eleitoral deve ficar para o momento adequado”, ponderou.

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O ex-governador Geraldo Alckmin, que esta de saída do PSDB, se pronunciou pela primeira vez, na sexta-feira (12), sobre a possibilidade que vem sendo ventilada nos bastidores políticos de ser candidato a vice em uma chapa com Lula (PT) à presidência em 2022.

Segundo o quase ex-tucano, que deve ir para o PSB ou PSD, suas diferenças com o petista não são “intransponíveis”. “Já disseram que vou ser candidato ao Senado, a governador, a vice-presidente. Vamos ouvir. Fico muito honrado da lembrança do meu nome”, declarou Alckmin.

A fala se deu durante a gravação do reality show “Político”, comandado por Márcio França (PSB), pré-candidato ao governo de São Paulo. Ciro Gomes (PDT) também esteve presente. “A política tem de ser feita com civilidade, temos de resgatar a boa política, precisa ser feita com quem tem apreço pela democracia”, disse ainda Alckmin, que emendou afirmando que Lula possui essas características.

Perguntado diretamente se seria candidato a vice na chapa do petista, o ex-governador declarou: “Vamos amadurecer e depois a gente vai conversar”. Segundo ele, uma decisão sobre a candidatura “não é para já”. Márcio França, por sua vez, defendeu a aliança entre Alckmin e Lula: “Ele (Lula) precisa buscar um eleitor que não é dele, que não votou nele”.

Gleisi nega

Apesar das notícias darem conta de que há conversas entre lideranças do PT e interlocutores de Alckmin para uma possível aliança, a presidenta do partido de Lula, deputada Gleisi Hoffmann (PT), foi às redes sociais na última quarta-feira (10) para dizer que não há tratativas neste sentido.

“AVISO: a agenda de conversas do PT e do presidente Lula é do tamanho do Brasil, mas ñ estamos tratando c/ ninguém s/ candidato a vice. A formação de uma chapa será fruto do processo político e ñ será condicionada por disputas regionais em nenhum estado, por mais importante q seja”, escreveu a dirigente.

Marinho confirma

As conversas entre lideranças partidárias neste sentido, já noticiadas pela Fórum em abril deste ano e que se tornaram destaque na mídia comercial nos últimos dias, foram confirmadas no último domingo (7) por Luiz Marinho (PT), presidente do PT paulista.

“O momento é de conversas, diálogo, construções de pontes. Para o primeiro e o segundo turnos. Assim é a política. Sabemos identificar quem são nossos adversários para a retomada do Brasil da esperança”, disse o petista, que é ex-prefeito de São Bernardo do Campo, ao jornal Diário do Grande ABC.

Marinho, assim como outros correligionários que têm falado sobre o assunto, porém, procurou ponderar: “Tem muita água para correr sob a ponte das eleições. Aguardemos”.

“Único tucano que gosta de pobre”

De acordo com a jornalista Thais Oyama, Lula já teria dito a aliados que, apesar dos embates políticos do passado, “sempre” gostou do ex-governador e que Alckmin seria “o único tucano que gosta de pobre”.

Ambos já teriam se encontrado ao menos três vezes este ano para discutir a possibilidade. A maior rejeição de Lula está justamente em São Paulo, estado que Alckmin já governou por 12 anos, em mandatos diferentes. Uma ida do tucano para o PSB seria uma das condições para viabilizar a chapa.

Segundo a jornalista, Alckmin teria dito a aliados que Lula não é uma ameaça à democracia como Bolsonaro e que a “atitude extrema” de estar ao lado dele seria justificada pela oposição ao presidente. A maior dificuldade para o avanço dessas conversas, no entanto, seria o fato de que o ex-governador teria interesse em, mais uma vez, disputar o Palácio dos Bandeirantes.

De saída do PSDB e flertando com o PSD de Gilberto Kassab, a articulação para que Alckmin fosse candidato a vice na chapa de Lula passaria por sua filiação ao PSB, legenda historicamente aliada ao PT.

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Colheita de cebola no povoado de Lagoa Vermelha no mês de maio de 2021, em Mulungu do Morro, Região de Irecê – Foto: Reprodução

No Nordeste, as cotações de cebola reagiram nessa semana, mas o mercado continua retraído. E Irecê (BA), houve um aumento de 9,40%, fechando a R$ 1,14/kg ao produtor.

No Vale do São Francisco (BA/PE), a média dos preços foi de R$ 34,00/sc para a caixa 3 beneficiada, acréscimo de 37,40%. De acordo com os colaboradores, na região de Irecê há pouco volume e menor área sendo plantada em razão da falta de capitalização dos produtores e principalmente por conta do aumento dos custos de produção.

Além disso, as chuvas registradas no Nordeste impossibilitaram a colheita na região de Irecê (BA) e também impactaram a qualidade dos bulbos da região do Vale do São Francisco (BA/PE), deixando grande parte da mercadoria com calibre menor. No entanto, assim como nas demais regiões nordestinas, em Mossoró os preços também se elevaram em virtude da diminuição do volume de cebola disponível no mercado nacional. A previsão para as próximas semanas é de vendas aquecidas e aumento da oferta nessas praças.

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