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ACM Neto lidera pesquisa para o governo da Bahia com 49,8%; Jerônimo tem 44,4%
O candidato ACM Neto (União) aparece com 49,8% das intenções de voto ao governo da…
há 3 minutos
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O candidato ACM Neto (União) aparece com 49,8% das intenções de voto ao governo da…
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O presidente do Democratas e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, afirmou, nessa segunda-feira (4), que o novo partido, no qual será criado pela fusão do DEM com o PSL, será batizado de União Brasil, e o intuito é “não estar ao lado do presidente da República [Jair Bolsonaro (Sem Partido)]”, disse ACM em entrevista ao Uol.
A legenda contará com 54 deputados vindos do PSL e 28 do DEM, formando a maior bancada na Câmara. “Nosso caminho é ter um projeto próprio de candidato à Presidência. Esse partido não nasce debaixo das asas do governo e não há nenhum interesse de estar fazendo jogo com perspectiva de negociar o que quer que seja com o governo”, pontuou em entrevista ao Uol.
Com essa perspectiva, o político afirma que acredita que alguns aliados de Bolsonaro, parlamentares do PSL, vão deixar a legenda, assim como deputados e senadores que sejam contra o direcionamento do partido. De acordo com Neto, os bolsonaristas mais radicais vão acabar acompanhando o presidente no partido ao qual ele irá se filiar.
Neto acredita que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, poderá seguir na nova legenda, apesar de fazer parte do governo Bolsonaro. Assim como acredita que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) se aliará com o ‘União Brasil’
Eleições 2022
Segundo ACM, o líder do ‘União Brasil’ no Congresso será “fruto de uma nova bancada”, pontuou. Dentre os representantes do partido para as eleições do ano que vem, Neto cita o apresentador José Luiz Datena (PSL), o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o próprio Rodrigo Pacheco. Neto ainda chega a lembrar também de Ciro Gomes (PDT).

Na última sexta-feira (01/10), com a presença do prefeito Robertão, foi realizado o”Projeto Um Olhar Para a Comunidade” no povoado de Sapecado e adjacências, interior do município de Presidente Dutra.
De acordo com publicação na página da prefeitura no Facebook, teve emissões de carteira do idoso e ID Jovem, que dão gratuidade na passagem a pessoa idosa (60 anos) e jovens (15 a 29 anos), atendimentos do Cadastro Único e Bolsa Família, e muito mais.

“Gratidão a comunidade de Sapecado e Povoados vizinhos pela receptividade e participação”, pontua o texto.
A realização foi da Prefeitura Municipal de Presidente Dutra, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social em parceria com as demais secretarias.

Mais de 5 bilhões de pessoas poderão ter dificuldade de acesso à água em 2050, alertou hoje (5) a Organização Mundial de Meteorologia (OMM).
Em 2018, já eram 3,6 bilhões que não tinham acesso suficiente à água por pelo menos um mês, segundo novo relatório da organização.
A OMM insistiu ainda no fato de, nos últimos 20 anos, o armazenamento de água no solo ter diminuído um centímetro por ano, tendo em conta a superfície, o subsolo, mas também a umidade do solo, neve e o gelo.
As perdas mais significativas ocorrem na Antártica e na Groenlândia, mas “muitas áreas densamente povoadas, localizadas em latitudes mais baixas, estão sofrendo perdas significativas em lugares que geralmente fornecem abastecimento de água”, disse a OMM.
Essas perdas têm “consequências importantes para a segurança hídrica”, destacou a organização, sobretudo porque “a água doce utilizável e disponível representa apenas 0,5% da água presente na Terra”.
Ao mesmo tempo, os riscos relacionados à água aumentaram nas últimas duas décadas.
Desde 2000, o número de desastres relacionados às inundações aumentou em 134%, em comparação com as duas décadas anteriores, mas o número e a duração das secas também aumentaram 29% no mesmo período.
A maioria das mortes e danos econômicos causados pelas inundações ocorre na Ásia e a maioria dos problemas provocados pela seca, na África.
Para a OMM, é essencial investir tanto em sistemas que permitam melhor gestão dos recursos quanto em sistemas de alerta precoce.
“Esses serviços, sistemas e investimentos ainda não são suficientes”, observou a organização.
Cerca de 60% dos serviços meteorológicos e hídricos nacionais – responsáveis pelo fornecimento de informações e alertas às autoridades e ao público em geral – “não dispõem de toda a capacidade necessária para prestar serviços climáticos ao setor das águas”.
A organização afirmou que em cerca de 40% dos países-membros “não há coleta de dados sobre as variáveis hídricas básicas” e em “67% deles não há dados hídricos disponíveis”.
Os sistemas de previsão e de alerta para a seca são inexistentes ou inadequados em pouco mais da metade dos países. Em um terço dos países-membros, os sistemas de previsão e alerta para enchentes de rios também são inexistentes ou inadequados.