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O  Radialista e Jornalista Régis Alói está de volta à bancada do programa Boca do Povo, após 23 dias afastado. Ele foi acometido pela Chikungunya, doença que provoca febre e muitas dores nas articulações. Assim como os vírus da dengue e da zica, o vírus da  chikungunya também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

 “Nesse período fiquei muito mau mesmo, com muita dor de cabeça, dor nas articulações, febre alta e por várias vezes estive na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município para tomar soro para manter a hidratação quer é crucial nestes casos”, disse.

A partir desta segunda-feira (19), o público poderá acompanhar o comunicador, novamente, no jornalístico da Caraíbas FM que começa às 17h.

“ Graças a Deus já estou bem. Agradeço aos amigos e minha família, que são fundamentais nesses momentos difíceis. Esse momento é de muita alegria, de poder voltar ao meu trabalho, de conversar com meus ouvintes ao lado dos colegas Orlando Danton e Gilmar Oliveira”, finalizou.

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Na tarde deste sábado, 17 de julho de 2021, o Boleiros FC enfrenta o Arena Azevedo em um jogo amistoso na Arena Régis Brindes na região da Catuaba de Cima em Jacobina.

Já imaginou uma partida de futebol com dois tempos de 30 minutos ou com substituições ilimitadas? Essas mudanças estão sendo testadas no Future of Football Cup, competição sub-19 disputada na Holanda. Apesar de não apoiar oficialmente o torneio, a Fifa está de olho no impacto dessas mudanças nas partidas, na aposta de alterar as regras e revolucionar o esporte.

Ao todo são quatro mudanças, que podem ser implementadas nos principais campeonatos mundiais, inclusive no Brasil.

Segundo o jornal esportivo espanhol Mundo Deportivo, a Fifa avaliará como foram os testes e poderá fazer uma solicitação formal ao International Board, órgão que define as regras do jogo em todo o mundo.

Confira as quatro regras em teste que serão avaliadas pela Fifa:

  • Dois tempos de 30 minutos no lugar dos dois tempos de 45 minutos. Nesta nova regra, porém, o relógio é parado sempre que o jogo é paralisado, como falta, lateral, tiro de meta ou escanteio;
  • Lateral cobrado com os pés e para si mesmo. O jogador não precisa passar para um companheiro nessas bolas paradas. É só parar a bola no local da infração ou no escanteio e sair jogando sozinho;
  • Cartões amarelos têm uma punição extra. O jogador que receber o amarelo terá que ficar 5 minutos fora, deixando o time com um atleta a menos nesse período. Ele pode retornar normalmente depois desse tempo;
  • Substituições ilimitadas. Um jogador que for substituído pode retornar depois, assim como acontece no basquete, por exemplo. E o técnico pode alterar os jogadores quantas vezes quiser.

Por conta da pandemia, a regra de substituições foi alterada provisoriamente. Hoje, os times podem realizar até cinco alterações durante a partida, anteriormente eram somente três.

As mudanças têm como objetivo aumentar a intensidade das partidas com mais tempo de bola rolando e menos paralisações. Na transmissão da partida entre PSV e Club Brugge, disputada na quinta-feira, 15, é possível observar em poucos minutos as novidades.

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A Justiça suspendeu, em caráter liminar, a atividade de licenciamento ambiental feita pelo Município de Morro do Chapéu, até que ele tenha devidamente estruturado o seu órgão ambiental, com servidores administrativos e técnicos concursados, além do Conselho Municipal de Meio Ambiente com atuação efetiva, bem como com as reformas legislativas indicadas no relatório da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) de 2019. Segundo o autor da ação civil pública acatada pela Justiça, promotor de Justiça Pablo Almeida, o Município não possui capacidade técnica para assumir o licenciamento ambiental, “já que não tem equipe técnica concursada e multidisciplinar responsável pela atividade”.

Na ação, o MP pediu que a suspensão seja mantida até que o Município se ajuste às determinações e realize as reformas legislativas indicadas no relatório da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) de 2019. No relatório da FPI consta que o Município de Morro do Chapéu não tem equipe técnica capacitada para licenciar, apesar do Município emitir licenças; e não possui Conselho Municipal de Meio Ambiente ativo desde, pelo menos 2015, sendo que licenças ambientais foram emitidas neste período, em desconformidade com o que é preconizado pela Lei Complementar Federal 140.

O MP pediu ainda que o Município encaminhe ofício à Superintendência de Políticas e Planejamento Ambiental (SPA), órgão integrante da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), informando a sua não capacidade técnica e administrativa, para que o Estado exerça a competência supletiva para o licenciamento dos empreendimentos e atividades de impacto local. Como pedido final, o MP requer que a Justiça determine que o Município revise a Política Municipal de Meio Ambiente, no prazo máximo de seis meses; mantenha um órgão específico de Meio Ambiente, destacando servidores exclusivos para este setor, no prazo de três meses; e promova, de forma continuada, a capacitação dos técnicos que atuam no Sistema Municipal de Meio Ambiente, permitindo o aperfeiçoamento das ações da equipe de monitoramento e de fiscalização do município.

Pablo Almeida informou que o MP chegou a propor a formalização de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a finalidade de regularizar o Sistema Municipal de Meio Ambiente (Sismuma) de Morro do Chapéu, mas a prefeitura não aderiu à proposta. “A regularização dos Sismumas nos municípios baianos é uma ação do ‘Município Ecolegal’, que integra o rol de programas da Gestão Estratégica do MP”, afirmou.

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