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O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) voltou a criticar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) após uma fala do petista durante entrevista à Rádio Metrópole nesta semana. Jerônimo negou ter declarado que iria “trocar arma e violência por carinho e amor” ao falar sobre segurança pública.
Na ocasião, o governador afirmou no ar: “Onde eu falei isso, rapaz? Isso é fake, é mentira”. Neto reagiu publicando o vídeo original e confrontando a versão do governador. “Disse ou não disse? Chama o VAR”, ironizou o ex-prefeito.
“O governador tem memória seletiva. A condução de Jerônimo no combate à violência é um desastre, as declarações dele são péssimas. Tem que ter coragem para enfrentar a bandidagem, governador”, completou Neto.As informações são de assessoria.
Assista ao vídeo:
Foto: Divulgação
A cidade de Jacobina registrou três tremores de terra em sequência na tarde da última terça-feira (11). Os abalos, embora próximos entre si, foram de baixa magnitude e não chegaram a ser percebidos pelos moradores. A ocorrência foi identificada pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), que monitora continuamente a atividade sísmica na região.
Os dados mostram que o primeiro tremor ocorreu às 14h43, com magnitude de 1.3. Dez minutos depois, às 14h53, foi registrado o mais forte da série, atingindo magnitude de 2.2. O terceiro evento ocorreu às 15h11, marcando 1.7 na escala de magnitude. A análise foi realizada pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), responsável por interpretar os registros no Nordeste.
Segundo especialistas, abalos dessa intensidade são comuns no Brasil e não provocam danos estruturais. No Nordeste, a movimentação natural da crosta terrestre favorece o surgimento de tremores leves, geralmente imperceptíveis para a população.
Região já havia registrado tremores recentes
No dia 10 de novembro, um tremor de magnitude 1.7 já havia sido detectado em Jacobina, demonstrando que pequenos abalos fazem parte do comportamento sísmico da área. Para os pesquisadores, essa repetição representa apenas a liberação normal de energia no subsolo, sem qualquer indicação de risco elevado.
Instituições como o Observatório Nacional e o Serviço Geológico do Brasil reforçam que a população não precisa se alarmar. A atividade sísmica registrada segue dentro do padrão esperado para a região, e novos tremores de baixa magnitude podem ocorrer sem representar ameaça ao município.
Ex-lateral Diogo Crédito: Acervo Pessoal
De promessa do futebol brasileiro a empresário bem-sucedido no ramo de gás, Diogo, hoje com 40 anos, transformou completamente sua trajetória. O ex-lateral, que encerrou a carreira em 2018, afirma que o ponto de virada veio após o casamento com Tatiana Paz. “Foi a minha esposa, graças a Deus, que conseguiu me ajudar. Sem ela, não sei o que seria de mim hoje”, reconhece, em entrevista ao GloboEsporte.com.
O casal administra uma distribuidora de gás que começou pequena e se tornou um negócio de grande porte na Região Metropolitana do Recife. Atualmente, a empresa conta com uma sede principal e outras seis unidades, comercializando entre 25 e 30 mil botijões por mês. Embora evite falar em faturamento, o volume de vendas indica uma movimentação de até R$ 3 milhões mensais. “O pessoal até brinca: ‘por isso que você quis parar de jogar bola, né?’”, conta, rindo.
A decisão de abandonar o futebol veio em 2018, quando o negócio da esposa passou a crescer rapidamente. “Em 2016, 2017, ela já não podia me acompanhar mais nos clubes. E foi dando certo. Eu falo o seguinte: se eu estivesse no Corinthians, no Flamengo, eu não ia parar de jogar. Mas Deus estava abrindo a porta de outra forma, então decidi parar de jogar para ficar ao lado dela e ajudar na empresa”, explica.
Além do comércio de gás, Diogo lançou uma marca de roupas e acessórios e, há dois anos, se converteu ao evangelho. “Hoje vivo nas graças do Senhor Jesus Cristo”, diz.
De promessa no Corinthians à perda de foco
Antes de se tornar empresário, Diogo teve uma carreira marcada por altos e baixos. Em setembro de 2008, chegou ao Corinthians cercado de expectativa. Na época, tinha 23 anos e vinha do Sport, clube pelo qual havia conquistado a Copa do Brasil. O nome do lateral era cobiçado por gigantes como Santos, Cruzeiro e Fluminense.
No mesmo ano, fez parte do elenco que garantiu o retorno do Corinthians à Série A, sob o comando de Mano Menezes, que elogiava seu desempenho. No início de 2009, teve sequência, marcou gol no Paulistão contra o Botafogo-SP e atuou ao lado de Ronaldo Fenômeno. “Eu olhava para o Ronaldo e pensava: ‘Será que é ele mesmo? Não é possível um negócio desse”, relembrou.
Mas a convivência com o astro não bastou para evitar a queda de rendimento. “Aí eu comecei a sair: festa, balada, bebedeira… Meu foco já não era mais o futebol. Comecei essa bebedeira. Então já comecei a não entrar no jogo, depois não ser relacionado. E fui saindo do trilho, fui saindo, saindo…”, confessa.
O ex-lateral reconhece que a falta de estrutura pessoal o prejudicou: “No futebol, você tem que ter uma família por trás, ter pessoas que possam te orientar, porque no futebol é tudo fácil. Se você não tiver centrado, perde as oportunidades e vai ficando para trás. E comigo foi assim. A gente pensa que já chegou lá em cima, e apenas era um passo.”
Transferências e lesão
Mesmo com propostas para defender Santos e Fluminense, o Corinthians vetou os empréstimos, e Diogo acabou cedido ao Bahia, em 2009. Sem foco, teve poucas oportunidades. “Apareceu o Santos, o Corinthians não quis me emprestar. O Fluminense, eu troquei até de apartamento, já tudo certo, e de última hora o Corinthians pegou e ‘não vai mais’. Eu fiquei bravo. E fui perdendo espaço. Minha concentração já não era mais a mesma, né?”, admite.
Depois, seguiu para o Ceará, onde retomou boas atuações até sofrer uma grave lesão – a ruptura total do adutor da coxa direita – que o afastou dos gramados por quase seis meses. “Tudo por falta de foco, porque começa a aparecer dinheiro, você começa a ganhar dinheiro. Dinheiro que você nunca ganhou e você já acha que não precisa mais, o foco já não era mais como era antes e você vai perdendo espaço, futebol…”, reflete.
Diogo ainda vestiu as camisas de São Caetano, CRB e Santa Cruz, onde foi campeão pernambucano em 2012 sob o comando de Zé Teodoro. Continuou no futebol nordestino até encerrar a carreira no Confiança, aos 33 anos.
Novo rumo e nova fé
Pai de três filhos, Diogo garante que todos herdaram o talento com a bola. O mais velho, Carlos Alberto, chegou a jogar no sub-17 do Santos.
Hoje, o ex-jogador comemora a estabilidade que não teve nos gramados e atribui sua transformação à fé e à família. “Deus abriu outra porta. Eu saí dos trilhos, mas Ele me colocou de volta no caminho certo.”