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Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 2.966 mortes em decorrência de complicações da covid-19. No mesmo período, foram confirmados 77.359 novos casos da doença. Os dados foram divulgados na atualização diária do Ministério da Saúde, liberada na noite dessa terça-feira (4).

Com esses novos dados, o total de vidas perdidas no Brasil para a pandemia chegou a 411.588. Ontem, o sistema de dados do Ministério da Saúde marcava 408.622. Ainda há 3.651 óbitos em investigação. Isso ocorre porque há casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Já o número de casos acumulados desde o início do surto global foi para 14.856.888. Ontem, o total de pessoas infectadas, segundo as autoridades de saúde, estava em 14.779.529.

Ainda há no país 1.002.304 casos em acompanhamento. O termo é empregado para as pessoas infectadas e com casos ativos de contaminação pelo novo coronavírus.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem 13.442.996 pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia. Isso equivale a 90,5% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados

O estado que registra o maior número de mortes é São Paulo (98.012). Em seguida vêm Rio de Janeiro (44.232), Minas Gerais (34.396), Rio Grande do Sul (25.417) e Paraná (22.991). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.514), Acre (1.555), Amapá (1.566), Tocantins (2.601) e Alagoas (4.293).

Vacinação

Até o momento, foram distribuídos a estados e municípios 71,3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, foram aplicadas 44,4 milhões de doses, sendo 30,1 milhões da 1ª dose e 14,2 milhões da 2ª dose.

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Foto: Ascom/SDE

O município de Barra vem se tornando um expoente para novos investimentos devido à implantação do Polo Agroindustrial e Bioenergético do Médio São Francisco, capitaneado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), mas a história de desenvolvimento e progresso da região começou há quase três décadas, na zona rural da cidade, que agora se conectam. No mini documentário “Brejos da Barra, Semente para o Desenvolvimento”, lançado nesta terça-feira (04), a SDE mostra depoimentos de moradores antigos da localidade, que acreditaram na vocação agricultável da região.

“Tudo começou na década de 1990. De lá para cá, muita coisa mudou. Foram mais de 300 km de estradas interligando os Brejos com a sede do município, construção de escola, instalação de energia elétrica e mais de 1,5 mil casas construídas, substituindo as velhas casas de palha e beneficiando mais de 16 mil famílias. Também houve a modernização dos sistemas de cultivo de frutas como manga, caju e mangaba, além da cultura da cana-de-açúcar – que hoje é o carro chefe do Polo Agroindustrial”, explica o vice-governador João Leão, secretário da pasta.

O documentário traz a participação de pequenos produtores, que foram beneficiados na época, presenciaram as mudanças na região e hoje veem surgir o Polo Agroindustrial. Com eles, será possível relembrar a importância histórica daquele momento e falar sobre os passos dados atualmente, que potencializam os novos investimentos agroindustriais na região.

Assista ao mini documentário!

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Circula em grupos de WhatsApp de bolsonaristas, nesta segunda-feira (3), uma imagem da capa do jornal estadunidense The New York Times que dá destaque às manifestações em apoio ao presidente Jair Bolsonaro que aconteceram em algumas cidades no último sábado (1).

A capa, no entanto, não passa de mais uma fake news. Os elementos que mostram a falsidade da notícia são inúmeros. O primeiro deles é que a edição desta segunda-feira (3) do jornal estadunidense não faz nenhuma menção ao Brasil. A manchete é sobre emissões de gases de efeito estufa. Na edição de domingo (2) também não há nada sobre as manifestações e nem sobre Jair Bolsonaro.

O segundo elemento facilmente perceptível de que se trata de uma imagem apócrifa são as fotos utilizadas. A imagem em destaque da “edição bolsonarista” mostra uma foto de uma manifestação na avenida Paulista, em São Paulo, que foi realizada em 2016, em apoio ao impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.

Como se não bastasse, na capa falsa a chamada é escrita com um erro crasso de inglês. “Brazil whants to be free”, diz a manchete. A forma correta, no entanto, seria “Brazil wants to be free”, que em português quer dizer “Brasil quer ser livre”. Além disso, na capa também há a frase “Brazil from Bolsonaro”, quando o correto seria escrever “Bolsonaro’s Brazil” (em português, “Brasil de Bolsonaro”).

Sindicatos pedem vacina. Bolsonaristas, intervenção

Em razão do 1º de Maio, dia do trabalhador, sindicatos e centrais fizeram atos pontuais neste sábado (1º) em algumas capitais brasileiras pedindo o retorno do auxílio emergencial de R$ 600, a vacinação em massa e #ForaBolsonaro, além de promoverem uma superlive com diversas lideranças sociais e políticas e artistas. Por outro lado, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro se mobilizaram em protestos em defesa do mandatário, pedido uma intervenção militar e fazendo ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF).

As centrais concentraram sua mobilização na live do 1º de maio, que voltou a reunir CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, Intersindical, Pública e CGTB em um mesmo ato. O lema da mobilização foi “1º de Maio Pela Vida, Democracia, Emprego, Vacina para todos e pelo Auxílio Emergencial de R$ 600”.

Já os bolsonaristas, decidiram ir para as ruas. Diante do fracasso em diversas capitais, chamou a atenção o contingente reunido na Avenida Paulista. Sem nenhum distanciamento social e com muitos participantes sem máscara de proteção, o grupo se mobilizou em defesa de uma intervenção de Bolsonaro contra o STF. Para “dar um sinal” ao presidente, os bolsonaristas gritavam “Eu autorizo”.

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