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Comércio, serviços e turismo lançam campanha contra votação da escala 6×1 antes das eleições
A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) lança neste domingo (30)…
há 5 horas
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A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) lança neste domingo (30)…
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Entre 2000 e 2019, o número de nascidos no estado de São Paulo diminuiu de 699,4 mil para 580,2 mil, com importante mudança no perfil etário das mulheres que tiveram filho. Pesquisa da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) mostra que a proporção de mães com menos de 20 anos caiu pela metade, de 19,5% para 10,4%, de 2000 para 2019. Por outro lado, aumentou a parcela das mães com mais de 30 anos. Aquelas com idade de 30 a 39 anos passaram de 26% para 39,1%, no mesmo intervalo de tempo.
A entidade avalia que o resultado é consequência de mudanças na estrutura etária populacional e no comportamento reprodutivo. A mudança na distribuição dos nascimentos segundo grupos de idade resultou no aumento de quase três anos na média de idade das mães paulistas, que passou de 25,9 a 28,7 entre 2000 e 2019.
Na capital, a média é ligeiramente mais elevada, ou seja, há maior proporção de mães em grupos com mais idade: em 2019, essa média foi de 29,1 anos, 2,5 anos a mais do que em 2000. Para o conjunto dos demais municípios paulistas, o aumento na média foi de três anos, passando de 25,7 para 28,5 anos no mesmo período. Considerando os municípios paulistas separadamente, a idade média das mães variou de 24 a 33 anos, em 2019.
Cerca de 25 mil adolescentes com menos de 18 anos foram mães em 2019. Embora essa parcela represente 4,3% do total de nascimentos e tenha caído pela metade entre 2000 e 2019, a Seade avalia que a gravidez na adolescência permanece como importante tema de estudo, já que pode trazer diversos riscos à saúde materna e do recém-nascido, bem como consequências relacionadas à educação e a questões socioeconômicas e familiares. As regiões de Itapeva e Registro apresentaram as proporções mais elevadas de mães com menos de 18 anos.
A pedagoga Cíntia Garcia teve o filho Gael no fim do mês passado, aos 32 anos. Apesar de sua primeira filha ter nascido quando ainda não tinha completado os 30 anos, ela conta que decidiu esperar um pouco mais pelo segundo filho por causa do cuidado que uma criança exige e para que alcançasse uma estabilidade financeira.
Ela e o marido planejavam ter o segundo quando sua filha completasse três anos, mas a faculdade e a busca por um novo emprego adiaram os planos. “Era o último ano da faculdade e eu queria entrar em uma escola [para trabalhar], então decidimos esperar mais um pouco por causa disso. Até os três, era por conta da diferença deles. Quando ela fez três, foi por causa da faculdade e no intuito de arrumar um emprego primeiro”, contou.
Para a pedagoga, o benefício de ter filhos na faixa entre 30 e 39, e não mais jovem, é que ela conseguiu maior estabilidade financeira. “No nosso caso, [o benefício] é estar com tudo arrumado, casa, emprego, a santa estabilidade – que nunca é estável, mas é mais estável do que mais jovem, porque antes dos dois [filhos] estávamos na casa dos nossos pais.”
Mais um “Novo Curso” é autorizado pelo Ministério da Educação (MEC) na última sexta-feira, 27 de julho, a Faculdade Irecê, por meio de Portaria nº 500 de 26 de novembro de 2020, sem visita in loco, o Curso Superior de Graduação em Educação Física, Bacharelado. A autorização aconteceu com dispensa de visita do MEC, por conta do desempenho e qualificação acadêmica, mais uma vez, já consolidados pela Faculdade Irecê. O Bacharelado em Educação Física será ofertado na modalidade presencial, sendo um dos cursos mais aguardados no território de Irecê.
O curso de Educação Física Bacharelado Presencial da FAI formará profissionais para atuar na melhoria da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida da população, na conquista e na promoção de um estilo de vida mais ativo e saudável, equilibrando o pessoal e o profissional. Além de aprender tudo sobre esportes, atividades físicas e recreações. Durante o curso, o Educador Físico em formação estudará sobre o corpo humano para atuar na prevenção e no controle de doenças, na reeducação motora, no rendimento físico e esportivo e no acompanhamento de grupo de riscos.

A FAI agora passa, com todo rigor, compromisso, seriedade e qualidade acadêmica, a ofertar 13 Cursos Superiores: Educação Física Bacharelado, Fisioterapia, Nutrição, Administração, Direito, Enfermagem, Psicologia, Pedagogia, Ciências Contábeis, Engenharia Civil, Engenharia Agronômica, Farmácia e Medicina Veterinária. Tornando-se referência em Educação Superior no interior da Bahia pelos reconhecidos serviços educacionais ofertados, a FAI qualifica a oferta dos cursos com a melhor equipe de professores especialistas, mestres e doutores, em uma moderna estrutura de excelência, 16 laboratórios equipados, ampla biblioteca física com mais de 14 mil livros e uma digital com mais de 10 mil volumes, propiciando aprendizagem teórica, prática e o profissionalismo tão exigidos pelo mercado.
O Vestibular
As inscrições para o Vestibular 2021 da FAI podem ser realizadas através da página www.faifaculdade.com.br/vestibular. O candidato também pode optar em utilizar a Nota do Enem(2010-2019) para ingressar em um dos 13 cursos ofertados.
A PROVA será on-line e acontecerá dia 10 de janeiro.
Mais informações sobre os Cursos, Bolsas(ProUni), Financiamentos(FIES e ProFai) e Descontos fale com os atendentes através dos telefones: (74)9.9904-3106 / 9.9932-0795 / 3641.8000/4234
O pacamã (Lophiosilurus alexandri), uma espécie nativa da bacia hidrográfica do rio São Francisco e ameaçada de extinção no Médio São Francisco, está reaparecendo na região a partir de um trabalho de pesquisa, produção e repovoamento por meio de peixamentos da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Na última quinta-feira (26), a Companhia introduziu cerca de 57 mil alevinos de pacamã em trechos do rio nos municípios baianos de Bom Jesus da Lapa (BA) e de Xique-Xique (BA). A reintrodução da espécie é fruto do trabalho do Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Xique-Xique da Codevasf.
Em Bom Jesus da Lapa, o peixamento introduziu 20 mil alevinos de pacamã no trecho do São Francisco localizado na comunidade Barrinha. “O que nós estamos fazendo é trazer sustentabilidade para o rio. Esse repovoamento, principalmente do pacamã, traz mais vida não só para o rio, mas também para os ribeirinhos que aqui habitam. No sentido social e financeiro”, diz o artista regional e morador do município, Paulão Araújo.
Já em Xique-Xique, a soltura dos 37 mil espécimes aconteceu em um trecho do rio São Francisco tradicionalmente utilizado como local de pesca pelas comunidades de Nova Iguira, Marreca Velha, Alto Grande e Mendonça, que juntas reúnem mais de 350 pescadores.
“É uma coisa muito boa para a comunidade, pois ajuda a manter nossas pescarias. O que nós temos visto é que o pacamã está cada vez mais difícil de encontrar e, se Deus quiser, daqui a dois anos, vamos poder pegar esses pacamãs que foram soltos”, disse o pescador Carlos Antônio Cruz, morador do povoado de Nova Iguira.
De acordo com o técnico da Codevasf Rodrigo Bernardes, lotado no Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Xique-Xique, a unidade iniciou o trabalho de repovoamento com o pacamã devido a ameaça de extinção da espécie, que já consta na lista do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) de peixes ameaçados.
“O pacamã está sendo considerada como uma espécie vulnerável. Normalmente, nós trabalhamos com as espécies migradoras, como surubim, dourado, curimba e piau. No entanto, iniciamos o trabalho também com o pacamã por causa desse risco de extinção”, revelou o técnico da Codevasf.
Já o chefe do Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Xique-Xique, Antônio Nascimento, detalhou as ações da unidade para domínio da tecnologia de reprodução da espécie. “Estamos realizando vários estudos com o objetivo de desenvolver a reprodução, larvicultura e alevinagem do pacamã. Com isso, pretendemos ampliar os programas de repovoamento. E os resultados têm sido bastante positivos. Até o momento, já foram soltos mais de 120 mil alevinos da espécie no Médio São Francisco através do trabalho do Centro”, afirmou.
Ainda segundo o chefe do Centro de Aquicultura da Codevasf, a tecnologia reprodutiva do pacamã também é desenvolvida por outros centros integrados da Codevasf, como o de Três Marias (MG), Bebedouro, em Petrolina (PE), Itiúba, em Porto Real do Colégio (AL) e Betume, em Neópolis (SE).
“O pacamã é uma das espécies nativas do rio São Francisco e faz parte da cadeia alimentar do rio e fonte de alimento e renda para o ribeirinho. Essa espécie tem um grande interesse comercial na região. Esses peixamentos de pacamã foram realizados no início da piracema, que é justamente agora em novembro” comenta Isabel Denis, técnica da Unidade de Desenvolvimento Territorial da Codevasf em Bom Jesus da Lapa.