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Comércio, serviços e turismo lançam campanha contra votação da escala 6×1 antes das eleições
A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) lança neste domingo (30)…
há 5 horas
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A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) lança neste domingo (30)…
há 5 horas
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Uma família de Ibititá está de luto após a morte de dois de seus integrantes em um período de um dia. Tio e sobrinho, Otacílio Marques Dourado e Edésio Marques Dourado Sobrinho não resistiram às complicações provocadas pela Covid-19. Otacílio era pai do vereador Paulo Dourado.
Otacílio, 87 anos, faleceu na terça-feira (01), em Salvador, onde estava internado. Já o sobrinho, Edésio, 67 anos, veio a óbito no Hospital Regional de Irecê, também na terça.
Aumento dos casos da Região de Irecê
Na Região de Saúde de Irecê, o primeiro caso de COVID-19 foi confirmado em 26/03/20 no município de Canarana. Até o dia 27 de novembro foram confirmados 8.413 casos nos dezenove municípios da região e 6.764 pessoas já estão recuperadas representando 81% do total de infectados. Na presente data, todos os municípios da Região de Saúde registram casos ativos. Foram confirmados 92 óbitos por COVID-19, sendo 11 óbitos a mais do que na última semana e o registro ocorreu em 18 municípios, apenas Gentio do Ouro não registrou óbitos por Covid até a presente data. Estes registros seguem a tendência do Estado da Bahia com uma aceleração de crescimento dos casos.
Cuidados
Devido a falta de uma vacina e medicamentos que permitam proteger ou curar as pessoas expostas ou doentes, a região vive um contexto onde as medidas mais eficientes até o momento são: a higienização das mãos, a etiqueta respiratória, o uso das máscaras faciais, o distanciamento social seletivo ou ampliado.
Ações como essa, além de reduzirem o número de casos, tem o potencial de reduzir o impacto para os serviços de saúde, por reduzir o pico epidêmico
Após retirar a Organização Social (OS) Associação de Proteção à Maternidade e à Infância da gestão do Hospital Regional da Chapada (HRC), no município de Seabra, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) realizou uma reunião com funcionários da unidade e médicos plantonistas, na última sexta-feira (27), que contou com a presença da subsecretária de saúde do Estado, Tereza Paim.
O encontro resultou no pedido da Sesab em suspender demissão coletiva proposta pelos médicos da unidade, após denúncia do diretor do HRC, na qual constava atrasos dos salários, a necessidade de “renovação do contrato, com alterações, que garantisse o pagamento nas respectivas datas e direitos aos médicos”, solicitando reajuste nos valores diante justificativa de sobrecarga no trabalho, em escala de 24 horas na UTI do Hospital, com remuneração de R$2.400 brutos.
“A Sesab pediu um prazo de 10 a 15 dias para regularizar os pagamentos em atraso dos médicos, que não recebem desde agosto, e demais funcionários, que ainda não receberam os salários de outubro e pediu para continuarmos e, nós decidimos que o pedido de demissão coletivo está suspenso”, afirma médico plantonista do quadro do HRC, que integra equipe das UTIs Geral e Covid.
O vínculo dos médicos com o hospital é feito mediante contrato de prestação de serviço de pessoa jurídica à OS gestora. Já os funcionários são contratados com registro em carteira de trabalho. “Do jeito que estava não dava para continuar. Foi uma vitória não só dos médicos e dos funcionários, mas de todos os moradores da Chapada que precisam e merecem receber um atendimento digno”, desabafa um funcionário.
Segundo informações, a Sesab se dispôs a arcar com os custos da rescisão contratual, utilizando o repasse à APMI que foram retidos, após constatação de irregularidades na prestação de serviços, entre os meses de outubro e novembro. A Sesab decide que a administração do hospital ficará sob responsabilidade de três mediadores nomeados pela Secretaria, até uma nova empresa assumir o Hospital Regional da Chapada.
A Secretaria Estadual de Saúde publicou, no último sábado (28), chamamento para “contratação emergencial de organização social gestão, operacionalização e execução das ações e serviços de saúde do Hospital da Chapada Diamantina”, salienta publicação. As propostas puderam ser apresentadas na sede da Sesab, em Salvador, até esta terça-feira (1°).
Segundo o site Bahia.Ba, a Sesab apenas declarou que “estamos em processo de rescisão contratual com a empresa gestora do Hospital da Chapada”, afirma a nota da assessoria.

Mesmo após a redução do isolamento social no país, com a reabertura da maioria das atividades econômicas, o movimento observado por microempreendedores ainda é consideravelmente menor do que no período pré-pandemia. É o que mostra uma nova pesquisa da SumUp, instituição financeira que presta serviços de maquininha de cartão para pequenos negócios. A quarta rodada da pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 16 de novembro, com 1.500 clientes da empresa em todo o país, para entender o impacto da covid-19 na atual fase da pandemia.
Os números mostram que 58% dos pequenos negócios que estão reabertos dizem que o movimento ainda é inferior ao início do ano. Entre os que mantêm pontos de venda fechados, 90% informam baixo movimento nos negócios.
Proprietário de uma tapeçaria em Ferraz de Vasconcelos, município da região metropolitana de São Paulo, Rubens Rodrigues de Souza afirma que os primeiros meses da pandemia foram aquecidos, principalmente, por causa dos efeitos do auxílio emergencial de R$ 600 e com o comércio fechado por decisão das autoridades. Porém, não demorou muito para que as vendas caíssem.
“Quando começou o ano, o comércio estava devagar, mas entrou a pandemia, aqueceu o comércio, por causa do auxílio emergencial, creio. Foram os dois meses em que prestadores de serviço tinham bastante trabalho. Mas, depois, começou a cair e estamos chegando ao fim do ano com movimento abaixo do anterior”, relata. O microempreendedor também foi um dos que recorreram ao auxílio emergencial do governo. Agora, no entanto, ele demonstra certo pessimismo para os próximos meses.
“Eu estou muito pessimista, principalmente com o começo do ano, acho que vai cair ainda mais o movimento. Tem a ameaça dessa nova onda, e pode ter restrições no comércio. Além disso, já não vai ter auxílio, o que piora as condições”, argumenta. Trabalhando com reforma de estofados, Rubens Rodrigues também já percebe a falta de matérias-primas básicas para o seu trabalho. “Está faltando espuma no mercado, e o preço já subiu mais de 100%”. Insumos como madeira, papelão e tecidos, esse último muito importado da China, também tiveram oferta reduzida, relato o microempresário.
Em seu levantamento, a pesquisa da SumUp mostra que 37% dos donos de pequenos negócios acreditam quem o movimento vai melhorar com a proximidade do natal. Outros 10% acreditam que o movimento vai aumentar muito e 24% demonstram pessimismo e preveem queda nas vendas.
Para a pequena empresária Bruna Schnorr, dona de uma agência de turismo em Brodosqui, no interior paulista, o movimento ainda é 70% menor do que o período pré-pandemia, mas há uma expectativa de melhora para os próximos meses. “Já estivemos pior na nossa área de turismo, que foi extremamente afetada pela pandemia, mas hoje eu acredito que a expectativa é bem melhor, digamos que estou uns 60% otimista”, afirmou.
Venda online consolidada
Outro ponto nessa rodada de pesquisa da SumUp é a consolidação da venda online como uma das principais estratégias de negócios. O setor teve adesão de quase 100% dos empreendedores, que formam a base de clientes da empresa. Esse movimento de adoção da venda online tem sido progressivo e já foi observado desde o início da pandemia.
“Tenho trabalhado bastante com vendas online, o que não fazíamos tanto antes do início da pandemia”, reconhece Bruna. Entre os novos serviços oferecidos pela empreendedora, está o atendimento personalizado em casa, tendo como principais canais as redes sociais. “É uma ferramenta que veio para ficar, embora um pouco a contragosto no meu caso, porque sempre preferi o atendimento mais presencial. Porém, se não fossem as mídias sociais e as vendas online, eu não teria podido manter meu negócio, que chegou a ficar mais de dois meses e meio fechado”.