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Um rapaz identificado por João Victor de Moura Siqueira, 19 anos, natural de Irecê, foi morto com diversos tiros na noite desta sexta-feira (11), em Luís Eduardo Magalhães, oeste do estado.

Segundo informações do Blog Braga, a vítima estava nas proximidade de uma bar na Avenida JK, bairro Jardim das Oliveiras, quando foi surpreendida pelos criminosos que estavam em uma moto.

A polícia encontrou no local do crime cerca de 23 cápsulas de munição de arma de fogo tipo pistola. A autoria e motivação do crime são desconhecidas.

O corpo do rapaz foi levado para o Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Civil vai abrir inquérito para apurar o caso.

Veja mais informações da região no Central Notícia

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Mesmo que não estejamos vendo nenhuma apresentadora de TV com um colar de arroz pendurado no pescoço, estão com a faca no pescoço os brasileiros mais pobres que precisam ir ao supermercado para comprar o cereal. É que em alguns estabelecimentos, o pacote de cinco quilos de arroz pode chegar a R$ 40, e já tem gente parcelando a mercadoria para ser paga em oito meses, embora o pacote mal dê para terminar o primeiro mês após a compra.

Sabemos que muitos países seguraram seu estoque de suprimentos básicos para abastecer a população interna durante esses períodos críticos de pandemia, uma questão lógica de segurança alimentar interna. Por outro lado, o valor do dólar em alta estimula a exportação dos nossos produtos. Ou seja, não temos de onde importar e não há estoque para o consumo interno, uma vez que o nosso vasto território está quase que exclusivamente ocupado por plantações de soja e milho, que são destinados ao mercado internacional.

A farinha de trigo e o feijão também já estão ficando escassos nas gôndolas dos supermercados. O que deixa claro que não há um programa governamental voltado a assegurar que os itens necessários para uma cesta básica familiar estejam disponíveis para os cidadãos e cidadãs pagadores de impostos. A agricultura familiar, tão desprezada por esse governo, mais uma vez está confirmando o seu papel fundamental para garantir comida na mesa dos mais necessitados.

Para se ter uma ideia, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que já distribuiu gratuitamente mais de 3.400 toneladas de alimentos frescos para as populações vulneráveis em todo o país, segue vendendo arroz a um preço justo e livre dos venenos encontrados nos produtos vendidos por aí. Os produtos da agricultura familiar vendidos pelo movimento podem ser encontrados em pequenas lojas e distribuidores espalhados pelo país e também no site do Armazém do Campo.

O MST é o maior produtor de arroz orgânico da América Latina. Todo o processo agrícola desenvolvido nos assentamentos é pensado também para proteger a natureza, respeitar a dinâmica ecológica dos ambientes, estimular a plantação de árvores, o reflorestamento de locais degradados e a recuperação de nascentes. E tem preocupação social e não financeira; no mês de abril, só no Rio Grande do Sul, o MST doou 12 toneladas de arroz orgânico para completar a cesta básica de populações carentes.

O arroz barato e de qualidade comercializado pelas cooperativas ligadas ao MST mostra que incentivar a agricultura familiar é garantir que nunca faltará alimentos para o consumo interno, uma vez que tudo é produzido, em pequenas propriedades espalhadas por todo o território brasileiro, não têm como finalidade obter lucro a qualquer custo. De acordo com a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), o Brasil registrou, entre os anos de 2017 e 2019, 43,1 milhões de pessoas vivendo na situação de segurança alimentar moderada.

Em entrevista ao site Reconta Aí, Nelson Krupinski, coordenador da Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre do MST, falou sobre os motivos que têm feito o preço do arroz e deu detalhes sobre a produção do cereal através da agricultura familiar.

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O Partido Avante oficializou, durante convenção partidária nesta sexta-feira (11), a candidatura de Osmar Torres à Prefeitura de Central. O candidato a vice pela sigla é o Gildásio Dourado, Dazinho.

Durante a convenção, Osmar Torres falou que emprego, agricultura, saúde, educação e infraestrutura serão prioridades durante sua campanha.

O partido também homologou nove nomes que vão disputar uma das onze cadeiras na Câmara de Vereadores.

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Cinco municípios são beneficiados – Foto: Ascom/Codevasf

Diversas comunidades na região de Irecê, no Médio São Francisco baiano, estão sendo beneficiadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) com serviços de pavimentação. Foram investidos, no total, R$ 6,6 milhões nas ações, beneficiando diretamente oito mil pessoas em cinco municípios – Barro Alto, Canarana, Ibipeba, Irecê e Lapão – que integram a área de atuação da 2ª Superintendência Regional da Companhia, sediada em Bom Jesus da Lapa (BA).

 No município de Lapão, a pavimentação asfáltica de 11,45 quilômetros de estradas vicinais representou um investimento de R$ 3,1 milhões. “Essa ação busca minimizar o sofrimento da população da zona rural, que é prejudicada com a falta de acesso, principalmente no período chuvoso, comprometendo não só o deslocamento das pessoas a outros centros, como também o escoamento da produção agrícola, já que o município de Lapão é um dos maiores produtores de hortifrutigranjeiras da Bahia”, explica Luiz Alberto Souza, chefe do escritório da Codevasf em Irecê. Ainda em Lapão, foram investidos R$ 250 mil em pavimentação no povoado rural de Boa Sorte.

 Barro Alto foi outro município atendido com obras e serviços em duas comunidades – foram R$ 242 mil investidos para construção de uma praça no Povoado de Gameleira e outra praça no valor de R$ 195 mil no Povoado de Barreiro.

 A Codevasf realizou, ainda, serviços de pavimentação em paralelepípedo em duas localidades da zona rural do município de Ibipeba. No povoado de Salva Vidas, foram investidos R$ 105 mil e outros R$ 120 mil, no povoado de Olhos D’Água.

 Já na sede do município de Canarana, a pavimentação em paralelepípedo acontece na rua Lagoa Velha, em que foram investidos R$ 370 mil. “A comunidade está muito contente porque sofria muito. Tudo virava um atoleiro quando chovia. Então, é uma alegria imensa agora que a obra está sendo concluída, e não tem nem três meses que começou, via Codevasf, depois do pedido da comunidade. Está tudo muito bonito”, conta o morador local Sebastião Santos.

 No município de Irecê, a pavimentação asfáltica é executada na Fazenda Nova Canaã, zona rural, representando um investimento de R$ 2,2 milhões. O local é sede da Associação Beneficente Projeto Nordeste, que funciona há cerca de 20 anos e, segundo o coordenador de projetos, Darlan Lira, já beneficiou cerca de 1,5 mil famílias com aulas em tempo integral, incluindo assistência psicossocial, alimentação, uniforme e transporte.

 “Antes da ação da Codevasf, todas as ruas da instituição eram de terra batida. Com isso, a poeira no lugar era sem igual. Agora, esse problema já não é mais uma realidade. Todas as ruas da instituição foram asfaltadas, e o impacto social e de saúde que isso representa para cada aluno é incalculável. Imagina poder estudar em um local que não tem poeira? Isso é uma maravilha”, comemora Lira.

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