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Presidente Dutra está com 193 dias sem homicídios – Foto: reprodução

A cidade de Presidente Dutra, localizada na região de Irecê está com 193 dias sem registro de “Crimes Violentos Letais Intencionais” (CVLI), que incluem homicídios, feminicídio, latrocínios e lesão corporal seguida de morte, segundo informações da Polícia Civil.

Para obter a marca de quase 200 dias sem esses crimes, um fator foi determinante: o trabalho em conjunto das instituições, como as Polícias Civil e Militar, Ministério Público e Judiciário.

Em 2018, a cidade chegou a ficar um ano sem homicídios (veja aqui). Na oportunidade, Ezerlina Rocha, titular da delegacia de Polícia Civil de Presidente Dutra disse que a ação dos poderes constituídos e o engajamento de cada um dos responsáveis pelas instituições foram importantíssimos para a redução do índice de violência.

A delegada destacou ainda, que o fato de, a cada tentativa de homicídio, ter sempre pedido a prisão preventiva do suspeito e da Justiça prontamente atender à solicitação afastou da cidade o clima de impunidade.

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Cocaína apreendida pela Polícia Militar em Canarana — Foto: Divulgação

Após denúncia sobre tráfico de drogas, uma equipe da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Semiárido apreendeu na tarde da última sexta-feira (14) cerca de 90 gramas de cocaína dentro de um açougue localizado no distrito de Salobro, em Canarana, região de Irecê.

Assim que os militares chegaram no local, encontraram um suspeito com a droga. A ocorrência foi registrada na delegacia de Polícia Civil de Irecê.

Material apreendido:

  • 90g de cocaína
  • 01 aparelho celular
  • 01 balança digital
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A farmacêutica forneceu ao Butantan as doses da vacina para a realização de testes clínicos de fase 3 – Foto: Reprodução

A vacina ‘Coronavac’ se mostrou eficaz e segura, segundo estudo publicado na semana pela farmacêutica chinesa Sinovac Life Science. O trabalho analisou o comportamento de 600 voluntários vacinados na China durante a fase 2 dos testes clínicos. A vacina é desenvolvida pela Sinovac Life Science em parceria com o Instituto Butantan. De acordo com o coordenador dos ensaios clínicos da vacina Coronavac e diretor médico de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, o produto é muito promissor e eficaz.

“Os estudos feitos até agora, na China, demonstraram que mais de 90% dos voluntários que receberam as vacinas tiveram anticorpos capazes de neutralizar o coronavírus, isso é um diferencial”, afirmou. Segundo Palácios, os testes mostraram que entre duas e quatro semanas a pessoa está imunizada. “Duas semanas após a segunda dose as pessoas têm níveis de anticorpos capazes de neutralizar o vírus da covid-19”, afirmou Palácios, em entrevista à Agência Brasil.

Cada voluntário recebeu duas doses, sendo metade a vacina propriamente dita e a outra metade placebo. De acordo com o que foi identificado nos estudos, não existe nenhuma preocupação com relação segurança da vacina utilizada nos voluntários. Dentre as principais reações está leve dor no local da aplicação, comum em outros tipos de vacina. O laboratório asiático já realizou testes em cerca de mil voluntários na China, nas fases 1 e 2. Antes, o modelo experimental aplicado em macacos apresentou resultados expressivos em termos de resposta imune contra o coronavírus.

A farmacêutica forneceu ao Butantan as doses da vacina para a realização de testes clínicos de fase 3, a última fase, em voluntários no Brasil, com o objetivo de demonstrar sua eficácia e segurança. Os testes estão sendo feitos com os profissionais de saúde. Serão 9 mil voluntários da área de saúde em seis estados brasileiros: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. “A vacina é aplicada em voluntários, profissionais de saúde, que estão na alinha de frente nos hospitais e que têm maior risco de contrair a doença, e isso é muito importante`, porque são profissionais que vão cuidar da gente, se ficarmos doentes”, disse Palacios.

Caso a vacina seja aprovada, será realizada a transferência de tecnologia para produção em escala e fornecimento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, antes, segundo Palacios, é preciso instalar a estrutura industrial para a produção. “A parte de produção do vírus inativado propriamente dito é um pouco mais complexa, tem as adequações da própria estrutura, mas já começamos com essas adequações de equipamentos para, no término dos estudos, já estarmos com isso planejado”. O passo seguinte será o registro do imunizante pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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