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O irmão do senador baiano Otto Alencar (PSD), Cícero Alencar, ex-prefeito do município de Itarantim, faleceu no começo da tarde deste sábado (7) após sofrer um infarto agudo do miocárdio em Itapetinga.

Segundo o site Política Livre, o sepultamento será neste domingo (8), no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador. O horário do enterro será às 16h, conforme divulgou a família.

Cícero ensaiava ser pré-candidato a prefeito de novo do município de Itarantim para o pleito de outubro deste ano. Ele administrou a cidade entre 1993 e 1996.

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A população sertaneja segue comemorando as recentes chuvas que caíram na região de Irecê. O povo do sertão volta a se sentir alegre e ganha força vital. Só em 2004 – há 16 anos -, que a região teve chuvas regulares, proporcionando uma safra excelente, principalmente de milho naquele ano.

Localizada no povoado de Riacho Largo, interior do município de Central, a Barragem do ‘Brejo das Canas’ está completamente cheia. Em um vídeo publicado nas redes sociais, o professor Romilson Queiroz, mostra as belezas naturais do local.

Conheça a Barragem do Brejo das Canas

Segundo a meteorologia, o tempo segue instável na região e com possibilidade para chover até a próxima quarta-feira, dia 11 de março. De acordo com o site clima tempo, neste domingo (08), a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e a circulação de ventos sobre o Brasil ainda vão deixar o tempo instável na maior parte do Nordeste. Por isso, o alerta permanece para chuva forte e volumosa em praticamente todo o estado da Bahia.

Veja outras informações da região no Central Notícia

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A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro analisou 107 processos em tramitação nos tribunais do júri fluminense, que julgam casos de atentado contra a vida, e traçou panorama das mulheres vítimas de feminicídio ou de tentativa de feminicídio no estado. A pesquisa analisou casos de mulheres entre 21 e 40 anos, a maioria atacadas em casa pelo companheiro ou ex-companheiro. O levantamento foi divulgado nesta sexta (6) no contexto do Dia Internacional da Mulher, lembrado no domingo (8).

Segundo a pesquisa, uma em cada três agressões é atribuída, pelo autor do crime, à dificuldade em aceitar o fim do relacionamento. Outros motivos foram discussão por razões diversas, vingança, ciúme, estupro e recusa da vítima em manter relação sexual. A maior parte dos crimes ocorreu entre pessoas que namoravam, estavam casadas ou vivendo em união estável (40%) ou tinham uma relação anterior (42%), sendo que 62% dos relacionamentos eram de até cinco anos. Quase todas as mulheres foram submetidas a episódios anteriores, registrados ou não em delegacia, de violência doméstica.

Segundo o estudo, muitas não denunciaram os agressores por medo ou porque foram coagidas por eles. A maioria dos crimes ocorreu de noite (39%) ou de madrugada (34%). Juntos, observa-se que 73% dos crimes foram praticados no período de descanso. Além disso, em 72% dos casos, a agressão ocorreu na residência da vítima. Os autores utilizam, em 44% dos casos, uma faca para cometer o crime, seguida da arma de fogo (17%).

Violência anterior

O trabalho consistiu na leitura e análise documental de processos sobre o assunto. Dos 107 processos estudados, ajuizados entre 1997 e 2019, 40 foram julgados, dos quais 31 terminaram em condenação. No total, 69 contêm relatos de violência doméstica anterior, apenas 23 dos quais anotados na folha de antecedentes criminais do autor.

“O que chama a atenção é que vários processos têm relatos de violência doméstica anterior, mas em muito poucos foi acionada a polícia ou houve o registro de ocorrência dessas violências anteriores. A gente tem que procurar entender por que tantas mulheres ainda vivenciam o ciclo da violência, mas não se socorrem das medidas protetivas de todo o sistema que a Lei Maria da Penha oferece para prevenir um fato mais grave”, disse a coordenadora de Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria, Flavia Nascimento.

De acordo com a defensora pública, é preciso investir mais na qualificação e sensibilização dos profissionais que atuam na rede de proteção à mulher nos sistemas de justiça e de segurança pública para as questões de gênero.

Segundo Flavia, a dificuldade em intimar o réu é um dos motivos para o atraso nos julgamentos, mas a maior demora para a conclusão dos casos ocorre ainda na fase de inquérito policial. “Isso contribui para que a mulher desacredite no sistema de justiça como uma das alternativas para a solução do seu problema de violência doméstica”, acredita.

Para a diretora de Estudos e Pesquisas de Acesso à Justiça, Carolina Haber, coordenadora da pesquisa, o ciclo de violência atinge principalmente mulheres muito vulneráveis, vivendo em áreas carentes, com forte relação de dependência econômica com o agressor. “O que o poder público tem que fazer é dar condições para que a mulher se sinta acolhida num primeiro momento. Se ela não chega a fazer registro na delegacia é porque, de fato, ela não vê o Estado como passível de prover uma política pública que dê acolhimento”.

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Com indignação e revolta. Foi assim que o deputado estadual Jacó (PT) recebeu nesta semana a denúncia de moradores de Xique-Xique, que se queixam da qualidade da água que anda saindo das torneiras da cidade.

Com cor amarelada e aparência poluída, a água distribuída em áreas do município é de responsabilidade do prefeito Reinaldinho (MDB) e da SAAE, empresa autônoma de água e esgoto da cidade.

“É revoltante ver o descaso do prefeito com esse problema do abastecimento. Essa questão já se arrasta a muitos anos e Reinaldinho, no seu terceiro mandato, não resolve o problema”, reclamou Jacó. “Nosso mandato não vai se calar sobre essa situação”, avisou.

O petista lembrou que a população de Xique-Xique está abandonada com o descaso da gestão municipal e que ingerir a água com aparência amarelada pode fazer mal a saúde. “O prefeito Reinaldinho tem uma postura de coronel. Ele faz isso para as pessoas ficarem doentes e dependentes do favor dele como estratégia de se perpetuar no poder. É o que chamamos de indústria da seca. Manter as pessoas dependentes do gestor municipal”, completou.

Jacó também criticou as políticas da prefeitura para a área de saúde. “O prefeito não quis se associar a policlínica do governo do estado e os equipamentos de saúde da cidade não atendem a população do município”, disse.

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