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Rendimento domiciliar per capita dos baianos cresce 8,5% em 2019, diz IBGE

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE, indicam que o valor do rendimento domiciliar per capita médio dos baianos em 2019 foi de R$ 912,81, o que representa um crescimento de 8,5% em relação a 2018 (R$ 841, em valores correntes daquele ano), em termos nominais.

“Este crescimento fez a Bahia subir três posições no ranking nacional, refletindo as políticas públicas acertadas do Governo do Estado na geração de trabalho e renda. Precisamos manter este ritmo, ressaltando, ainda, que a Bahia liderou a geração de empregos com carteira assinada no Nordeste em 2019, com saldo positivo de 30.858 novos postos de trabalho”, destacou o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

Maranhão (R$ 635,59) e Alagoas (R$ 730,86) se mantiveram com os menores rendimentos domiciliares per capita do país, seguidos pelo Pará (R$ 806,76). Além destes estados, a Bahia ainda ficou à frente de Piauí (R$826,81), Amazonas (R$842,08), Amapá (R$879,67) e Acre (R$889,95).

Os rendimentos domiciliares são obtidos pela soma dos rendimentos do trabalho e de outras fontes recebidos por cada morador no mês de referência da pesquisa. O rendimento domiciliar per capita é a divisão dos rendimentos domiciliares pelo total dos moradores. Esses rendimentos são calculados para cada unidade da Federação e para o Brasil, considerando sempre os valores expandidos pelo peso anual da pesquisa.

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São Gabriel – Na madrugada deste domingo (01) por volta de 04h30, quando no circuito de uma festa, populares informaram que na entrada da Rua Deocleciano Miranda  tinha uma homem caído ao solo e que possivelmente teria sofrido uma emboscada, pois estava sangrando pelo nariz e pela boca, com o rosto bastante machucado e desacordado. A vítima foi identificada por Álvaro Henrique Alves de Almeida, 27 anos.

Ao chegar no local foi confirmado o fato e de imediato foi mantido contato com os plantonistas do hospital local onde foi deslocado uma ambulância e, em seguida foi realizado os primeiros procedimentos, posteriormente foi transferido para o Hospital Regional de Irecê, mas segundo o médico, sem maiores gravidades.

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Produtores de Ituporanga (SC) relataram maior envio de cebolas catarinenses para o Nordeste, que está praticamente sem o bulbo diante do período de entressafra. Este cenário favoreceu o escoamento de mercadoria de Ituporanga, que fechou as cotações em R$ 0,92/kg nesta semana, reação de 9,2%. Além do baixo volume nordestino, o produto apresenta baixa qualidade, favorecendo a entrada das mercadorias do Sul. A expectativa para março é que as cotações permaneçam nesses patamares até a intensificação da colheita nordestina, em meados de abril.

Produtores baianos devem iniciar a retirada dos bulbos em abril e o pico é esperado para maio. O plantio em Irecê (BA) deu uma reduzida nesta semana (24 a 28/02) devido ao receio de produtores em competir com o Cerrado (Triângulo Mineiro e Cristalina/GO). No Vale do São Francisco (BA/PE), o volume também segue insuficiente para o abastecimento local, tornando-se necessária a compra dos bulbos do Sul.

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O perito da Polícia Federal (PF), Roberto Brunori Junior, admitiu que os documentos copiados do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, que seria o setor responsável pelos repasses financeiros da empreiteira aos políticos, podem ter sido adulterados. Os arquivos originários do setor foram utilizados para argumentar que a construtora doou R$ 12 milhões ao ex-presidente Lula (PT) como forma de suborno e teria sido utilizada para comprar o terreno do Instituto Lula.

De acordo com a Polícia Federal (PF), os arquivos utilizados para denunciar o ex-presidente foram diretamente copiados dos sistemas “MyWebDay”, que seria o sistema utilizado pelo setor responsável pelos repasses financeiros. Segundo a defesa do ex-presidente, antes dos documentos terem sido enviados a PF, a construtora teria ficado em posse deles por quase um ano e teria adulterado as informações.

De acordo com Roberto Brunori Junior, perito criminal da PF, em entrevista ao site ConJur, ao contrário do que o Ministério Público havia afirmado, os arquivos foram repassados pela empreiteira, e não extraídos do servidor do sistema na Suíça. “Agora só um parêntese aqui, já que está gravando, um parêntese, de cabeça, lembrando, não é certeza, a Odebrecht recebeu [os documentos] da autoridade suíça e ela abriu isso, e mexeu nisso, durante muito tempo ficou com isso lá”, afirmou ao ConJur.

Ainda segundo Brunori, está comprovada a existência de arquivos “gerados pela Odebrecht” que possuem “datas posteriores às apreensões” do material. No parecer complementar, a defesa do petista apontou irregularidades nos arquivos da empreiteira. Na ocasião, foi constatada que o código hash do material não foi indexado. O código é tido como uma impressão digital eletrônica do dado coletado e é utilizado para comprovar se determinado arquivo bate com a versão original.

O laudo complementar requerido pela defesa concluiu que “a imperícia do Ministério Público Federal, satisfazendo-se com o recebimento do material entregue pela Odebrecht, extrapolou a falta de atenção às normas e procedimentos necessários para assegurar a idoneidade das mídias pretendidas como prova na acusação”. Para a defesa, como não existe comprovação de que os documentos vieram diretamente dos servidores na Suíça, não é possível utilizar como prova na acusação.

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