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Diante dos diversos roubos a transeuntes que estão ocorrendo nesta cidade, sempre com as mesmas características (dois homens em uma motocicleta). No dia de terça-feira, 26/11/2019, a equipe do Serviço de Investigação desta Unidade Policial, em diligencia, conseguiu recuperar um aparelho Samsung J5, que fora roubado no dia 24/11/2019, na cidade de Irecê, sendo encontrado na casa duas pessoas, sendo elas apresentadas nesta Delegacia e diversos aparelhos celulares e a quantia de R$ 2.000,00.

Verificou-se que a casa pertencia a Kelbert Marley Dourado Feitosa, sendo identificado como dono do veículo utilizado no referido assalto, motocicleta Honda Fan 150, placa NZU-3D44, moto foi flagrada por câmeras de segurança.

No dia seguinte, ou seja, quarta-feira (27), Kelbert se apresentou com advogado, sendo interrogado e negado todas as acusações, sendo então liberado. Realizando diligências no fórum dessa cidade, constou que o mesmo possuía mandado de prisão pelo crime de tráfico de drogas e quando o mesmo estava saindo com seu advogado do fórum foi realizado acompanhamento, logrando-se êxito no cumprimento da prisão do indigitado, sendo apresentado na Delegacia Territorial de Irecê.

Por fim, Kelbert também responderá pelo crime de roubo, sendo investigado em outros crimes contra o patrimônio ocorridos nesta cidade.

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Os territórios indígenas tiveram uma perda de 423,3 km² de floresta para o desmatamento entre agosto de 2018 e julho de 2019, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), programa coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e obtidos pelo UOL. O número representa uma alta de 74% em relação ao território desmatado no mesmo período do ano anterior, que foi de 242,5 km².

A terra do povo indígena Ituna/Itatá, localizada no Pará, foi a mais desmatada. A área protegida teve 119,92 km² desflorestados, o equivalente a 28,33% do total. Trata-se de um dos povos isolados – sem contato com o homem branco – que restam na Amazônia. A área de conservação fica próxima ao município de Altamira, considerado o mais desmatado do Brasil.

Também foram bastante afetadas as áreas dos povos Apyterewa (85,25 km²), Cachoeira Seca (60,2 km²), Trincheira Bacajá (34,62 km²) e Kayapó (20,04 km²), todas localizadas no estado do Pará. As terras indígenas são 4% do total desmatado na Amazônia Legal durante o período. No total, 10,1 mil km² de floresta foram desmatados entre agosto de 2018 e julho de 2019.

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O preço da carne está em alta e não promete descer tão cedo. A dificuldade em comprar o gênero alimentício está fazendo os brasileiros mudarem seus hábitos e consumirem mais ovos, ao invés de outras proteínas. Comparado com as outras proteínas animais como carne ou frango, é a mais barata. E tem reflexo em toda a cadeia de produção. As granjas estão investindo em tecnologia. Em 2019, a produção de ovos no país deve chegar a nove bilhões de unidades. São 93 mil por segundo.

Na casa da professora Célia Martins do Nascimento, eles estão sempre lá, pronto para serem levados da geladeira para a frigideira. “Bem mais econômico, bem mais barato do que carne. Carne está um absurdo de caro”. A cuidadora de idosos Lídia Fátima Prestes compra uma dúzia e meia toda semana. Mas quem come tanto ovo assim? “Eu e meu marido. A gente come bastante. É ovinho quente de manhã. É omelete no almoço. Ovinho frito da tarde. A gente come bastante”.

O ovo está ganhando cada vez mais espaço no nosso prato. Tanto que o Brasil deve alcançar pela primeira vez a média mundial de consumo. Quando 2019 terminar, cada um de nós vai ter comido em média 230 ovos. É quase o dobro do que a gente consumia há dez anos. As fábricas de embalagem têm que acompanhar o ritmo. “A gente acredita no crescimento do mercado, tanto é que a gente está expandindo a empresa na Região Nordeste pelo incremento no consumo e na produção de ovos”, explicou Edson Roberto Donzeli, gerente-geral.

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