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Uma equipe da Companhia Independente de Policiamento Especializado CIPE-Semiárido apreendeu quantidade maconha e cocaína durante patrulhamento realizado na noite desse domingo (10), às 22h, na cidade de Irecê.

A corporação informou que havia recebido uma denúncia sobre a existência de tráfico de drogas, no bairro Boa Vista.

Segundo a polícia, na Rua São Vicente, um homem ao perceber a presença da CIPE-Semiárido tentou fugir, mas foi neutralizado. Com suspeito, a polícia entrou 06 invólucros de maconha, 08 pinos de cocaína e 01 invólucro de cocaína.

Ainda conforme nota divulgada pela polícia, o suspeito estaca acompanho de uma mulher, que foi flagrada com  01 pedra de tamanho médio de cocaína, 45 dichavadores de maconha [um pequeno aparelho com um sistema interno moedor ou triturante, utilizado para, entre outros fins, preparar o tabaco ou outros tipos de fumo para posterior confecção de cigarros, ou como moedor de ervas finas] e 01 aparelho celular, cor preta.

O casal e todo o material foram apresentados à Delegacia de Polícia Civil de Irecê.

Veja outras informações da região no Central Notícia

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O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou, na última terça-feira (5), ação civil pública contra a União, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o município de Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina, para que adotem medidas que evitem o processo de arruinamento dos sítios arqueológicos de Paxola e Pedra do Lorde. Assinado pelo procurador da República Gabriel Dalla Favera de Oliveira, o documento requer a restauração, a manutenção e a preservação dos sítios arqueológicos.

Segundo o MPF, o Iphan não adotou qualquer medida para recuperar as áreas degradadas, mesmo existindo relatório técnico, datado de 2012, que identifica ações como pichações e queima de lixo, além de crescimento urbanístico na área. Também não há estudos deste instituto que vise promover o tombamento das áreas. O município de Morro do Chapéu assumiu, em julho de 2015, compromissos como instituir política municipal de preservação do patrimônio arqueológico, desenvolver projeto de regularização fundiária e campanha educacional, mas não houve cumprimento até o momento.

A ação contém pedido de tutela provisória para que a Justiça Federal determine a conclusão dos estudos que permitam referenciar precisamente os sítios arqueológicos, a instalação de placas de sinalização nos limites dos sítios, a realização de cercamento – com acompanhamento de um arqueólogo – e a apresentação de relatório, no prazo de 30 dias, em que conste as intervenções realizadas até o momento, sob pena de multa diária no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

Ao fim do julgamento, o MPF requer a confirmação dos pedidos liminares. Requer, ainda, que seja determinado aos acionados a restauração dos sítios arqueológicos Paxola e Pedra do Lorde, com a obrigação de vistoriar periodicamente as áreas, apresentando relatórios trimestrais sobre o estado dos sítios e o andamento das obras. Caso tenha havido dano irrecuperável, requer a condenação dos órgãos a indenizar ou compensar os prejuízos ao patrimônio histórico.

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A conclusão da validação do mapeamento das lavouras de café no estado da Bahia está sendo realizada pelos técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Eles visitarão aproximadamente 70 propriedades na região do Planalto, que engloba as microrregiões da Chapada Diamantina, de Vitória da Conquista e de Brejões. Estas são regiões produtoras exclusivamente de café arábica.

A validação mede o grau de precisão do mapeamento das lavouras de café, sendo uma etapa obrigatória a ser cumprida para que os dados de área levantados por meio da técnica de mapeamento com o uso de imagens de satélite possam ser oficialmente adotados pela Companhia.

De acordo com o 3° Levantamento de Safra de Café, divulgado pela Conab em setembro, a Bahia está entre os quatro principais estados produtores de café do país, com volume estimado de 2,8 milhões de sacas de café beneficiado.

Para o café conilon, cultivado no litoral baiano, estima-se produção de 1,6 milhão de sacas e vem ocupando posição de destaque na cafeicultura do estado a cada ano. Os outros 1,2 milhão de sacas beneficiadas correspondem à espécie arábica, cujo cultivo está localizado nas regiões do cerrado e do planalto.

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