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Caminhão carregado de soja tomba na BR-242 e deixa trânsito congestionado em Itaberaba
Um caminhão carregado de soja tombou na tarde desta quarta-feira (12), na BR-242, em Itaberaba,…
há 2 horas
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Um caminhão carregado de soja tombou na tarde desta quarta-feira (12), na BR-242, em Itaberaba,…
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A Justiça Eleitoral cancelou 2.486.495 títulos de eleitores em todo o país e no exterior, por ausência nas três últimas eleições consecutivas. As informações foram divulgadas neste mês de maio e podem ser acessadas na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na área Serviços ao Eleitor – Situação eleitoral – consulta por nome ou título. O eleitor também pode comparecer a qualquer cartório eleitoral com um documento de identificação com foto. A maioria dos títulos cancelados está na Região Sudeste (1.247.066), seguido do Nordeste (412.652), Sul (292.656), Norte (252.108), Centro-Oeste (207.213) e 74.800 de eleitores residentes no exterior. Segundo o TSE, cada turno é contabilizado como uma eleição.
O estado de São Paulo lidera o número de cancelamentos, com 674.500 títulos cancelados; seguido do Rio de Janeiro, com 299.121; de Minas Gerais, com 226.761; do Rio Grande do Sul, com 120.190; do Paraná, com 107.815; e de Goiás, com 96.813. Entre as capitais, a cidade de São Paulo (SP) também encabeça o ranking, com 199.136 documentos cancelados. Em seguida, estão o Rio de Janeiro (RJ), com 126.251; Goiânia (GO), com 39.841; Manaus (AM), com 36.372; Curitiba (PR), com 35.539; e Brasília (DF), com 35.063. A cidade de Belém, capital do Pará, teve apenas 12 títulos de eleitor cancelados.
Regularização
Quem teve o título cancelado deverá pagar uma multa no valor de R$ 3,51 por turno faltante. Em seguida, poderá fazer a regularização da sua situação no seu cartório eleitoral, levando documento de identificação oficial original com foto, comprovante de residência e o título, se ainda o possuir. A regularização do título eleitoral cancelado somente será possível se não houver nenhuma circunstância que impeça a quitação eleitoral, como omissão de prestação de contas de campanha e perda ou suspensão de direitos políticos, por exemplo.
Irregularidade
O eleitor que teve o documento cancelado poderá ser impedido de obter passaporte ou carteira de identidade, receber salários de função ou emprego público e contrair empréstimos em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo. A irregularidade também pode gerar dificuldades para inscrição, investidura e nomeação em concurso público; renovação de matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; e obtenção de certidão de quitação eleitoral ou qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado, entre outras.
A ida do diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, à Europa parece ter rendido bons frutos.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, após ele se reunir com a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Michelle Müntefering, o país vai liberar, na próxima semana, a segunda parcela de aproximadamente R$ 4,5 milhões, para a reconstrução do museu brasileiro, que foi destruído em um incêndio em setembro de 2018.
Segundo a publicação, Kellner e Müntefering fecharam ainda uma agenda de atividades de aproximação entre pesquisadores e cientistas dos Brasil e da Alemanha.
“Diante dos fatos, o presidente da Câmara de Vereadores de Irecê, Paulinho do Destack, vem, publicamente, manifestar o seu “apoio e solidariedade” ao prefeito Elmo Vaz e sua família, repudiando a maneira com que tal informação foi veiculada, sem a devida apuração e checagem dos fatos, quando se deveria atender tão somente a veracidade, como deve se nortear o bom jornalismo”, diz a nota.
O Ministério Público divulgou uma nota de esclarecimento sobre o caso afirmando que não apresentou qualquer pedido de prisão do prefeito de Irecê Elmo Vaz. Segundo a Procuradoria Geral do Município de Irecê, o Ministério Público pede apenas para avaliar a necessidade de prisão e afastamento, se por ventura o gestor não atender às diligências de praxe.
A Câmara Municipal de Central discutiu e aprovou na manhã desta segunda-feira (27), durante sessão ordinária um projeto sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2020 (LDO 2020).
O projeto de é de autoria do executivo municipal. Atualmente, a Câmara de Central é composta pelos vereadores Valdir Belarmino (presidente da casa), Roberto Lima, Roberto Cunha, Renato Santana, Hyago Jardel, Suesdras Dourado, Bruno Miranda, Alessandra Coutinho, Nei do Caroá, José James e Valdir Martins.