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A deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA) recebeu, na manhã de sábado (27), o título de cidadã de Andaraí, na região da Chapada Diamantina. A proposição, apresentada pelo vereador Edgarzinho, foi aprovada por unanimidade pela Câmara do município.

A parlamentar participou das comemorações pelo aniversário de emancipação 128 anos de emancipação política de Andaraí.

Ao lado do prefeito João Lucio, do ex, Wilson Cardoso, e do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, Rodrigo Hita, ela também participou de reuniões com lideranças locais, da inauguração da segunda etapa de requalificação da orla fluvial, da entrega do letreiro turístico “Eu amo Andaraí “, que reforça a divulgação da cidade e das solenidades de entrega de um ônibus e dois microonibus, bem como de duas novas ambulâncias e dois tratores para a cidade. “Andaraí é um lugar muito especial, onde tenho grandes amigos como o prefeito João Lucio, o ex-prefeito Wilson e cidade onde tenho grandes desempenhos nas urnas. Vou, junto com o secretário Rodrigo Hita e o companheiro Angelo Almeida, continuar trabalhando por esse povo é esse município que tanto amo”, disse.

Nas eleições de 2018, Lídice teve 3134 votos para a deputada federal em Andaraí, sendo a candidata mais votada do município.

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Uma decisão liminar expedida pelo juiz Jeferson de Castro Almeida, substituto da Vara do Trabalho de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, obriga o frigorífico avícola Naturaves a adotar uma série de medidas de proteção à saúde e ao meio ambiente de trabalho de seus funcionários. A liminar é resultado de uma ação civil pública (ACP) do Ministério Público do Trabalho (MPT) que, após um caso envolvendo intoxicação alimentar de 20 funcionários, instaurou inquérito e constatou irregularidades nos setores de manipulação de alimentos, depósito, área de lavagem de utensílios, refeitório, poços e caixa de água da empresa. Mais de 400 funcionários que ali trabalham tinham a vida colocada em risco com aquelas condições.

Dentre as medidas deferidas pelo magistrado, a Naturaves terá que disponibilizar aos trabalhadores água potável em condições higiênicas; manter local específico para pré-lavagem dos hortifrutigranjeiros; manter a temperatura adequada para o armazenamento de produtos no depósito de alimentos e emitir a devida Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) para qualquer acidente de trabalho, mesmo em caso de confirmação ou mera suspeita de doenças profissionais ou do trabalho. As multas podem chegar a R$ 300 mil a cada constatação de descumprimento.

INTOXICAÇÃO ALIMENTAR – O episódio envolvendo a intoxicação alimentar dos empregados aconteceu em agosto de 2018. Eles passaram mal após consumo de água e alimento no refeitório da empresa e foram atendidos no Hospital Regional de Eunápolis com quadros de diarreia e vômitos. Segundo o MPT, a empresa não preservou as amostras de alimentos e água consumidos para a inspeção da vigilância sanitária e não emitiu as Comunicações de Acidente de Trabalho, sob alegação de que o fato ocorrido não passara de “fatalidade”.

No entendimento do magistrado, porém, o evento jamais poderia “servir como esteio de sonegação de informações a órgãos públicos e emissão de documentos obrigatórios que visam a saúde e vida do trabalhador”. “Se acaso um trabalhador viesse a óbito quando estivesse já na sua residência após a “fatalidade”, como ficaria o seu direito perante o INSS? Essa resposta deve ser dada pela empresa ré”, ponderou o juiz na sua decisão. A audiência para instrução e julgamento dos fatos está designada para ocorrer no dia 27/07/2019, às 8h50, na Vara de Eunápolis.

Todas as obrigações impostas pela liminar atendem às Normas Regulamentadoras (NRs) nº 7 e 24 do Ministério do Trabalho, à Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), bem como ao relatório de inspeção do Departamento de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde do Município de Eunápolis, os quais deveriam ser seguidos espontaneamente pelo frigorífico.

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A Comissão Organizadora  confirmou a participação  cantor romântico Amado Batista no São João de Irecê 2019, que vai ocorrer entre os dias 21 a 25 de junho, na Praça Clériston Andrade.

Amado Batista já vendeu mais de 30 milhões de discos em 40 anos de carreira. Sucessos como Amor Perfeito (O Fruto do Nosso Amor), Serenata, Reclamando sua Ausência, Meu Ex-Amor, Secretária, Carta Sobre a Mesa, Princesa, Meu Doce Amor e Folha Seca serão relembrados pelo público.

A banda de forró Limão com Mel, a dupla Zé Neto & Cristiano e os cantores Tayrone e Dorgival Dantas, também já foram confirmados para o evento.

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Vários profissionais da saúde se mobilizaram na última semana para fazer a primeira captação de órgãos no Hospital Regional da Chapada (HRC), localizado no município de Seabra. O doador, identificado apenas pelas iniciais O. J. A, teve o diagnóstico de morte encefálica confirmado e, após realização de todos os testes comprobatórios determinados pela Legislação Brasileira, e seguidos os requisitos do processo, foram captados: coração para válvula e rins.

A captação no HRC aconteceu na última sexta-feira (19), foi coordenada pelo médico Daniel Viriato e contou com a participação de profissionais da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes, (CIHDOTT), da gerente de enfermagem Erica Baleeiro e da psicóloga Fernanda Dourado. A coordenadora da CIHDOTT, Giselle Oliveira, informou que o paciente com diagnóstico de morte encefálica é um doador em potencial, e após essa confirmação, o diálogo com a família é crucial.

“Para se tornar um doador de órgãos não é necessário registrar por escrito, mas é importante informar aos familiares o desejo de ser doador, por isso, o contato e os esclarecimentos à família são essenciais para que a autorização seja dada e, desse modo, realizada a captação. Sabemos que é um momento de dor, respeitamos e buscamos dar o máximo de orientação à família”, explicou.

A psicóloga Fernanda Dourado sinaliza que conversar com a família, entender que é um momento de dor é essencial no contato para autorizar ou não a doação. “Precisamos conversar com os familiares e, principalmente, tirar todas as dúvidas, até a decisão final”, disse. “Contamos como empenho de profissionais para que essa captação tivesse êxito. Mas nada disso seria possível se não fosse a decisão da família, que em um momento de dor fez esse ato nobre”, concluiu a gerente de enfermagem Erica Baleeiro.

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