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Promoção da economia e do desenvolvimento territorial da cultura, preservação do patrimônio cultural, requalificação e ampliação dos espaços culturais e do projeto Escolas Culturais. Essas foram algumas das ações prioritárias da Secretaria da Cultura (Secult) que foram debatidas durante reunião, nesta quinta-feira (18), na sede da Secretaria do Planejamento (Seplan), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, entre os titulares da Seplan, Walter Pinheiro, e da Secult, Arany Santana.

Ao final da reunião, o secretário Pinheiro destacou o empenho da equipe da Secult com o cumprimento das metas estabelecidas pelos diversos instrumentos de planejamento do Estado. “Encontro importante em vários aspectos: primeiro pela compreensão, inclusive, dos dirigentes da Secult em relação ao envolvimento nos diversos instrumentos, a exemplo do Plano Estratégico Organizacional, do Plano Plurianual e do Plano de Desenvolvimento Integrado Bahia 2035, além da preocupação central no que diz respeito à execução das metas do plano de governo, e a questão da gestão dos recursos numa área que é extremadamente importante, com bastante capilaridade. Com isso, a Secult vem buscando atingir os objetivos centrais daquilo que foi anunciado pelo Governador Rui Costa como compromisso com a cultura para o povo baiano”, disse.

A secretária Arany Santana destacou a importância da cultura ser reconhecida como um eixo estratégico nos instrumentos de planejamento e citou algumas ações. “Vamos continuar ampliando o fomento à cultura e às artes, além das possibilidades de acesso às atividades, experiências e à produção cultural. Vamos ampliar o projeto Escolas Culturais e a preservação e salvaguarda do patrimônio material e imaterial da Bahia. Precisamos assumir esse protagonismo neste momento de pouco orçamento e da extinção de órgãos do Governo Federal”, disse.

Participaram ainda do encontro representantes do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), fundações Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e Pedro Calmon (FPC), que são órgãos que compõem a estrutura da Secult.

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O confronto ocorreu na manhã de hoje, em Central (Foto:Divulgação)

Na manhã desta sexta-feira (19), por volta das 11h, três suspeitos de roubo, tráficos de drogas e homicídio, morreram em confronto com a polícia na cidade de Central, região de Irecê.

Em nota, a polícia informou que o trio estava na cidade com o objetivo de resgatar presos da delegacia local. Eles estavam em uma casa na avenida João Durval Carneiro, sendo monitorados pela Polícia Militar.

Ainda segundo a nota, a polícia disse que em conjunto com a Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO) do 7º Batalhão da Polícia Militar, Polícia Militar local e a Companhia de Ações Especiais do Semiárido – Caesa, foi feito o cerco e abordagem a casa, onde os suspeitos fizeram disparos de arma de fogo contra os militares, que reagiram.

No confronto, foram atingidos Cleiton Gomes de Jesus, 23anos, Sávio Cosmo Eduardo da Silva, 22 anos e Luciano Martins de Lima, 20 anos. Eles ainda foram socorridos ao Hospital Municipal Dr. Antônio Carlos Ribeiro, mas não resistiram.

Com o trio, a polícia apreendeu uma pistola calibre 22 ,com numeração suprimida, seis munições calibre 38 deflagradas e 04 intactas, e quatro munições cal 22 intactas, 134 gramas de maconha, 14 gramas de crack e uma balança de precisão.

Todo material foi apresentado na Delegacia Regional de Polícia Civil de Irecê (Foto: Divulgação).

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No início da madrugada desta sexta-feira (19), um grave acidente entre uma van e um caminhão-baú causou ao menos quatro mortes no KM/835 da BR/242, no município de Barreiras, oeste do estado. As informações são do Blog Braga.

Entre as vítimas está Neuza Rosa de Souza, 52 anos, natural de Central, região de Irecê. De acordo com a publicação, o condutor do caminhão que seguia sentido Barreiras estava em zig-zag na pista e em alta velocidade quando colidiu contra a van que tinha saído de Jacobina com destino a Luís Eduardo Magalhães.

A van ficou completamente destruída. Não há informação sobre o estado de saúde dos feridos que foram levados para o Hospital do Oeste. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Barreiras.

Nota

A equipe do Central Notícia se solidariza com as famílias enlutadas e, sobretudo com a da centralense Neuza. A Deus pedimos também que dê a nossa leitora o merecido repouso eterno em seu reino. Muito respeitosamente, prestamos as nossas condolências e deixamos os nossos mais sinceros pêsames.

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, decidiu nesta quinta-feira, 18, arquivar sua decisão que impediu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de conceder entrevistas à imprensa.

Desde 7 de abril do ano passado, Lula está preso na carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba para cumprir pena inicial de 12 anos e um mês de prisão, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP).

Com a medida, o ex-presidente poderá conceder uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que teve pedido rejeitado pela Justiça Federal em Curitiba.

Após a decisão, Toffoli enviou o caso para Lewandowski, que deverá determinar a autorização para a entrevista. “Determino o retorno dos autos ao gabinete do relator para as providências cabíveis, uma vez que não há impedimento no cumprimento da decisão proferida pelo eminente relator nesta ação e naquelas apensadas”, decidiu.

No ano passado, durante as eleições, Toffoli suspendeu uma decisão do ministro Ricardo Lewandowski que liberava a entrevista.

Nesta quinta, ao analisar a questão novamente, o presidente informou que o processo principal do caso, relatado por Lewandowski chegou ao fim e a liminar de Toffoli perdeu o efeito.

Antes de o caso chegar ao STF, a juíza federal Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, negou o pedido de autorização solicitado por órgãos de imprensa para que o ex-presidente conceda entrevistas.

Ao decidir o caso, a magistrada entendeu que a legislação não prevê o direito absoluto de um preso à concessão de entrevistas. “O preso se submete a regime jurídico próprio, não sendo possível, por motivos inerentes ao encarceramento, assegurar-lhe direitos na amplitude daqueles exercidos pelo cidadão em pleno gozo de sua liberdade”, entendeu a juíza.

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