ÚLTIMAS NOTÍCIAS
•

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Instituto Médico Legal – IML de Irecê – Foto: Central Notícia

Um acidente trágico marcou a noite deste domingo (7), na BR-122, trecho que liga Cafarnaum a Mulungu do Morro, na região de Irecê.

Um jovem perdeu a vida após a motocicleta que conduzia colidir com um cavalo que estava na pista. O impacto foi forte e a vítima não resistiu aos ferimentos.

Equipes do Departamento de Polícia Técnica de Irecê estiveram no local e realizaram a remoção do corpo, que foi levado para o Instituto Médico Legal (IML).

 Após os procedimentos, será liberado para o velório e sepultamento, em meio à dor de familiares e amigos.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Divulgação

O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alberto Chebabo, alertou na sexta-feira (5) que casos de covi-19 no Brasil continuam ocorrendo.

“Obviamente não com o mesmo impacto do período da pandemia, mas ela não desapareceu. No momento, vivemos um aumento de casos em várias cidades brasileiras”, disse em uma das mesas da 27ª Jornada Nacional de Imunizações, na capital paulista.

Com o mote Vacinando gerações: um compromisso de todos, o evento, organizado pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), contou com 90 atividades e palestrantes brasileiros e estrangeiros.

Segundo Chebabo, no momento a covid-19 atinge populações muito específicas, principalmente crianças abaixo de 2 anos de idade, que não foram expostas ao vírus e que, se não forem vacinadas, serão impactadas de forma semelhante ao que ocorreu na pandemia, aumentando o risco de complicação e de internação hospitalar.

“Hoje, dois terços das crianças internam. Em 2024, por exemplo, foram 82 óbitos de crianças. É um número bastante expressivo, considerando que são crianças acometidas por uma doença que é imune e prevenível por vacina”, alertou.

Os idosos acima de 60 anos de idade também são uma população sensível aos riscos da covid-19, já que com o próprio envelhecimento do sistema imune, o organismo perde a capacidade de resposta e de proteção.

“Essa população é a de mais risco de complicações e óbito. A maior parte dos óbitos acontece na população dos mais idosos. As gestantes também estão no grupo dos mais suscetíveis e sua vacinação é importante porque também protege a criança até que ela tenha a idade para conseguir ser revacinada”, explicou.

Chebabo ressaltou que para a maioria da população, a covid-19 é uma doença viral como as outras doenças virais que existem em circulação, e que nos quadros leves não faz diferença. Ele recomendou, como medida de saúde pública, testar a todos.

“Como estratégia de saúde pública, com os recursos financeiros que temos, talvez ela não seja importante para a maioria da população, mas para alguns grupos é fundamental. Então, para os idosos, para os imunossuprimidos, para reduzir o risco de complicações, internação hospitalar e morte, a testagem é fundamental”, defendeu.

No caso dos grupos que já foram vacinados e têm menor risco de complicações, Chebabo recomenda como medida individual, caso a pessoa queira, fazer o teste na farmácia ou no laboratório. A ação vale para avaliar uma possível associação em caso de complicações futuras, facilitando o entendimento do quadro de saúde.

Vacinas combinadas

Segundo o professor de epidemiologia na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) Expedito Luna, a comunidade científica tem discutido a possibilidade de combinar a vacina contra influenza com a vacina contra a covid-19, o que permitiria que as pessoas ficassem imunizadas com apenas uma vacina. Entretanto, segundo ele, alguns obstáculos ainda apontam que, por enquanto, ainda não há essa possibilidade.

“No caso da gripe, as vacinas são atualizadas todo ano. Para o mundo, duas vezes por ano, porque tem uma vacina para o Hemisfério Sul e outra para o Hemisfério Norte. Esse processo foi pactuado entre a Organização Mundial da Saúde, de forma que, mesmo com indústrias diferentes, concorrentes entre si, elas produzem a mesma vacina todo ano, porque elas seguem a recomendação de composição da vacina que é padronizada pela OMS”, explicou.

De acordo com Luna, o vírus do SARS-CoV-2 tem uma taxa de mutação muito alta, assim como o vírus da influenza, porém na influenza já se conhece o comportamento, que é sazonal, permitindo que a vacinação seja feita antes do período de maior incidência.

“Com relação à covid-19, tudo isso é muito recente e o dado mundial nos mostra que ela ainda não tem esse comportamento sazonal claro. Aqui no Brasil, estamos vendo dois picos no ano. Então, não valeria a pena termos uma vacina que tem as duas coisas juntas, quando os vírus ocorrem separadamente”, observou.

Luna lembrou que a política atual do Ministério da Saúde recomenda para os grupos de risco para a covid-19 duas doses da vacina por ano, uma a cada 6 meses, o que seria complicado se a vacina fosse combinada.

“Com essas evidências, se estivesse na posição de decidir pelo Brasil, eu decidiria não usar a vacina combinada, continuar com as duas separadas, que dá mais oportunidades de ganhos tanto para uma quanto para outra”, disse.

Dados recentes da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), que reúne empresas responsáveis por mais de 85% do volume de exames realizados na saúde suplementar do Brasil, apontam aumento dos casos de covid-19 no país nas últimas dez semanas de referência. O índice de positividade chegou a 13,2%, o maior desde março deste ano.

Segundo o patologista clínico e líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, Alex Galoro, a alta da covid-19 é explicada pela queda natural dos anticorpos e pelo surgimento de variantes, mesmo em uma população já imunizada.

“As infecções respiratórias têm comportamento cíclico, influenciadas pela transmissibilidade e pela imunidade da população. O inverno favorece aglomerações em ambientes fechados, o que aumenta a transmissão. Porém, a imunidade, gerada por infecções prévias e pela vacinação, ajuda a evitar grandes aumentos”, explicou.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Dez dias após anunciar rompimento político com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), a vereadora Socorro (AGIR), do município de Barra, na região de Irecê, apareceu nas redes sociais ao lado do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). O encontro ocorreu nesta quinta-feira (4), durante a abertura da 1ª edição da Barra Agro Show, e foi costurado pelo deputado estadual Luciano Simões Filho (União Brasil).

“Esses momentos são importantes para estreitar laços e construir parcerias que futuramente podem se transformar em conquistas concretas para o desenvolvimento da nossa querida Barra”, escreveu a vereadora nas redes sociais, ao compartilhar fotos e vídeos ao lado de Neto.

No final de agosto, a edil fez um duro desabafo com críticas à falta de ações do governo estadual na área de abastecimento de água, cobrando reciprocidade do governador com a cidade onde teve 16 mil votos.

“Não apoio a candidatura de Jerônimo. Chega de tanta promessa. Chega de nosso povo sofrer. Quantos telefonemas, quantas ligações para vereadores e para o prefeito? Pedindo água, pedindo caminhão-pipa. A gestão municipal está fazendo a parte dela. Cadê o governo do Estado? A Barra existe no mapa”, declarou à época.

Agora, ao lado de ACM Neto e Luciano Simões, Socorre disse estar “reforçando diálogos e buscando sempre caminhos que possam resultar em benefícios para a nossa Barra”.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Reprodução

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), disse neste domingo, 7, que o tom do seu discurso na Avenida Paulista durante o ato pela anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reflete o sentimento popular. “As pessoas estão cansadas, muito cansadas. Só traduzi um pouco do sentimento das pessoas”, disse ele ao responder sobre o tom adotado no palanque.

Em seu discurso, Tarcísio criticou abertamente o STF e disse que “ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes” e que não irá aceitar a “ditadura de um Poder sobre o outro”. As declarações marcam uma mudança de postura do chefe do Executivo paulista, que normalmente evita criticar diretamente o Supremo, o que já lhe rendeu diversas críticas de bolsonaristas no passado.

Dessa vez, no entanto, pelo menos neste primeiro momento o discurso foi bem recebido pelos aliados do ex-presidente. “Discurso duríssimo do governador Tarcísio. Direto, reto e objetivo (…) Divisor de águas, momento importante”, escreveu no X Fábio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República no governo Bolsonaro. Ainda de acordo com Tarcísio, as manifestações deste domingo mostraram que há “clamor popular” pela anistia e que elas dão forças para a medida ser aprovada no Congresso.

“Tem uma parcela da população que acha injusto o que está acontecendo. Foi uma manifestação de força. Ruas lotadas não só aqui em São Paulo, mas em outras cidades, onde tivemos sucesso. Grande mobilização, muita gente de verde e amarelo. A gente acredita que isso ajuda, dá força às articulações. Vai se estabelecendo um consenso que a gente precisa de um caminho para a pacificação e esse caminho é o da anistia”, acrescentou ele.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail