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A vítima morava em Irecê e atualmente estava ‘passando um tempo em Jacobina’ (Foto: Montagem/CN)

Uma mulher de 52 anos identificada por Doralice Reis dos Santos, conhecida por Dora,  foi morta a tiros na tarde do último sábado (30), em Jacobina. A vítima já morou em Irecê.

Segundo o site Augusto Urgente, a vítima estava em um apartamento onde morava na Rua José Prado Alves, próximo ao Cemitério Jardim da Saudade, quando foi surpreendida pelos criminosos que estava em uma moto.

Após os disparos que ceifaram a vida da vítima, os suspeitos fugiram. A autoria e motivação para o crime são desconhecidas. O corpo da mulher foi levado para o Instituto Médico Legal de Jacobina.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

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Lula foi condenado na primeira e na segunda instâncias da Justiça Federal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro nesse caso. A pena foi fixada pelo TRF-4 em 12 anos e um mês de prisão. O petista está preso em Curitiba desde abril do ano passado.

O STJ é a terceira instância da Justiça, e uma confirmação da condenação nessa corte esvaziaria, no caso de Lula, a discussão no Supremo Tribunal Federal sobre prender ou não condenados em segunda instância – esse julgamento está marcado para 10 de abril.

No último dia 25, o recurso especial no STJ estava pronto para ser julgado. Desde então, há a possibilidade de que o relator, o ministro Felix Fischer, leve o processo em mesa (sem inclusão na pauta, no jargão jurídico) para ser apreciado nas próximas sessões.

Diante dessa expectativa, a defesa de Lula protocolou no STJ, no dia 26 de março, um novo pedido. Os advogados querem que a corte anule o processo na 13ª Vara Federal em Curitiba e no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), sediado em Porto Alegre, sob o argumento de que o julgamento deveria ter sido realizado pela Justiça Eleitoral.

A defesa se baseou no entendimento firmado no último dia 14 pelo plenário do Supremo, de que crimes de corrupção e lavagem de dinheiro associados a caixa dois devem ir para a Justiça Eleitoral, e não Federal. A decisão do STF foi considerada uma derrota para a Lava Jato.

Segundo a defesa – que nega os crimes -, o processo do tríplex tratou de um esquema de arrecadação de dinheiro, liderado por Lula, que visava garantir 1) a governabilidade do PT no Congresso, 2) a perpetuação do partido no poder, a partir dos recursos de empresas que tinham contrato com a Petrobras e 3) enriquecimento ilícito.

“O enquadramento jurídico da versão acima descrita aponta na direção da ocorrência de delitos contra a administração pública (corrupção passiva) e contra a administração da Justiça (lavagem de capitais), como também de crimes eleitorais (falsidade ideológica eleitoral e/ou apropriação indébita eleitoral). Em havendo conexão entre crimes de natureza eleitoral e crimes comuns, é obviamente competente a Justiça Eleitoral”, alegaram os advogados de Lula.

Eles também pediram ao ministro Felix Fischer que divulgue previamente a data do julgamento do recurso para assegurar o acompanhamento e a participação da defesa.

No último dia 18, os advogados de Lula já haviam pedido para o STJ realizar novas diligências antes de julgar o recurso.

Eles apresentaram a Fischer fatos novos que ensejariam uma nova análise, como o acordo entre a Petrobras e autoridades americanas – que gerou o fundo bilionário que a força-tarefa da Lava Jato pretendia gerir – e documentos juntados a um processo trabalhista que apontariam que Leo Pinheiro, da OAS, pagou ex-funcionários com o objetivo de “modular” suas delações.

Para a defesa, isso “torna ainda mais passível de descrédito o depoimento prestado pelo corréu [Leo Pinheiro] para incriminar o ex-presidente Lula em troca de benefícios”.

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Ele apresentou índice de embriaguez cerca de 3 vezes maior do valor considerado como crime.

Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) efetuava fiscalização preventiva de acidentes, quando, às 10h40 deste sábado (30), no Km 375 da BR 242, trecho do município de Seabra , na região da Chapada Diamantina, avistou em sentido contrário e em alta velocidade um veículo VOLVO/Fh 540 de cor branca, tracionando dois semi-reboques. Aparentava estar fora de controle.

Dessa forma, os PRFs retornaram e avistaram o caminhão tombado na pista. Os policiais prestaram os primeiros socorros ao motorista que estava desacordado. Foi acionado o Corpo de Bombeiros de Lençois que conduziu o condutor para o Hospital Regional da Chapada.

O motorista foi submetido ao teste com etilômetro, cujo resultado aferiu 1,01 mg/L (miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões), comprovando a embriaguez. O teste no aparelho apresentou índice 3 vezes maior do valor considerado como crime que é de 0,34 mgL.

Após alta hospitalar, o condutor será encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

Além de detenção por crime de trânsito, a multa por alcoolemia custa R$ 2.934,70, valor que é duplicado em caso de reincidência. Ademais, ocorre a penalidade administrativa que suspende ou proíbe o motorista de obter a habilitação ou permissão para dirigir veículo automotor por um período de 12 meses.

A PRF alerta sobre as consequências da combinação de álcool e volante e atua no policiamento ostensivo e preventivo, sendo priorizada a fiscalização de condutas de risco como ultrapassagens proibidas, alcoolemia ao dirigir, excesso de velocidade, dentre outras, com foco na redução de acidentes.

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Presa e torturada no período ditatorial no Brasil, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) criticou a liberação para que os órgãos militares celebrem o golpe militar. “Não há nada a comemorar neste dia. Só rezar pelos mortos e manter a certeza de que resistiremos ao autoritarismo para construir uma nação sem ódios, mágoas e perseguições”, declarou a petista ao blog Painel, da Folha de S. Paulo.

Para Dilma, o chamado do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para que se realizassem “comemorações devidas” neste 31 de março é uma demonstração de que o país vive “tempos sombrios” — a data marca a sucessão de eventos que culminaram na instauração do golpe no dia seguinte.

“São tempos que evocam prisão, tortura, morte e exílio. (…) É duro ver que após a incansável luta pela democracia, pagamos com dor e sacrifício para assistir agora uma comemoração do golpe forjada pelo chefe de Estado”, acrescentou Dilma em mensagem enviada à coluna. No texto, ela lembra que brasileiros foram assassinados, alguns estão desaparecidos até hoje.

A ex-presidente foi presa pela ditadura aos 22 anos, acusada de integrar uma organização que fazia luta armada contra o regime. Durante mais de três anos, ela ficou encarcerada e relata que foi vítima de tortura nesse período.

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