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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi autorizado a comparecer ao funeral de seu neto, Arthur Araújo Lula da Silva, que morreu nesta sexta-feira (1), aos 7 anos, em decorrência de meningite meningocócica, informou a Justiça Federal.

A decisão foi tomada pela juíza Carolina Lebbos e revelada em nota divulgada pelo governo do Paraná. “O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seguirá para São Paulo em avião do governo do Paraná. A aeronave foi liberada pelo governador [Ratinho Júnior], atendendo a pedido da Polícia Federal”, diz o texto.

A autorização foi concedida com base no artigo 120 da Lei de Execução Penal, que autoriza a saída de “condenados, mediante escolta, quando ocorrer falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão”.

O Ministério Público Federal deu parecer favorável para a saída de Lula, que está preso desde abril de 2018 em uma sala especial na sede da PF em Curitiba. No entanto, o processo corre em sigilo e não se sabe se a decisão já foi decretada. A defesa do ex-presidente, por sua vez, se comprometeu na petição a “não divulgar qualquer informação relativa ao trajeto que será realizado”. Arthur era filho de Marlene Araújo e Sandro Luis Lula da Silva – filho de Lula e da ex-primeira-dama Marisa Letícia. A criança faleceu devido ao “agravamento do quadro infeccioso de meningite meningocócica”.

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No final do mês de fevereiro de 2019, o baixo volume de tomates rasteiros nas praças nordestinas favoreceu as cotações em Irecê (BA). Na parcial de fevereiro (1º a 22/02), o tomate foi comercializado à média de R$ 38,30/cx, alta de 121% frente a janeiro, quando as cotações estavam em R$ 17,30/cx.

O motivo da oferta reduzida é que, além de o Agreste Pernambucano ainda estar no início da colheita, as roças de Irecê tiveram significativas perdas de produtividade, devido ao clima seco. De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), as chuvas de janeiro acumularam apenas 25,4 mm, valor 78% menor que a normal climatológica da região (de 117,2 mm).

A baixa umidade, atrelada às altas temperaturas, prejudicou o desenvolvimento das plantas e favoreceu a incidência de traça-do-tomateiro. Segundo colaboradores, as produtividades médias atuais são de 200 cxs/mil plantas, quando o normal para a região seria de 250 cxs/mil plantas. Além disso, na semana passada (18 a 22/02), as chuvas interromperam as atividades de colheita em alguns dias, favorecendo ainda mais as cotações, as quais ficaram na média de R$ 47,75/cx – 15,81% superiores às da semana passada.

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Um homem identificado por Janiel de Souza Oliveira, conhecido por “Xamba”, se apresentou à Polícia Civil na quinta-feira (28), mas não ficou preso. Ele é acusado de ter assassinado Daniel Bento da Silva, fato que ocorreu no dia 22 de fevereiro de 2019.

O crime aconteceu na localidade Besouro, nona rural do município de São Gabriel, região de Irecê.

O suspeito confessou o crime. Ele disse à autoridade policial que a vítima havia pegado R$ 50 reais do seu bolso e ainda andava lhe ameaçando de morte, devido as cobranças.

O autor ainda falou à polícia que agiu sozinho na consumação do homicídio, apesar de estar acompanhado de dois amigos.  Janiel foi interrogado e depois liberado, já que não houve flagrante e nem tinha nenhum mandado de prisão contra ele.

Veja mais informações da região no Central Notícia

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Em 2018 a dedicação maior dos apicultores à sua atividade e o clima razoavelmente favorável resultaram no crescimento de mais de 100% da quantidade de mel entregue na Casa de Mel Flor Nativa, localizada no Vale do Capão, no município de Palmeiras, Chapada Diamantina. Mais de dois terços das 17,2 toneladas de mel beneficiado foram classificados como orgânico. A vistoria anual pelo Instituto Biodinâmico de Botucatu ocorrida na virada do ano aprovou a produção de 13 apicultores de Palmeiras e 10 apicultores de Lençóis. Os produtores seguem à risca as normas da Lei Federal Nº 10.831 que dispõe sobre a Produção orgânica, entre os quais a limitação de alimentação artificial e a distância de segurança de mais de três quilômetros de possíveis fontes de contaminação.

Os 30% restantes de mel comum foram colhidos nos apiários de 46 associados dos municípios de Bonito, Boninal, Iraquara, Lençóis, Novo Horizonte, Palmeiras e Seabra. Pedro Constam, o presidente da Associação dos Apicultores do Vale do Capão explica que de comum este mel não tem nada, e alguns apiários só não podem ser certificados por ter uma única plantação de hortaliças em seu raio de ação de três quilômetros: “Ao contrário, em sabor é um mel tão excepcional quanto a linha orgânica, pois é oriundo da flora diferenciada de nossa Chapada. E o fato de nós o colhermos em sistema de mutirão e conduzir a produção para o único estabelecimento de nosso território com Selo de Inspeção Federal (SIF), onde é beneficiado, classificado e preparado para comercialização, o diferencia de todos os outros méis”, afirmou.

Constam apenas se queixa dos altos custos envolvidos nesta operação. “Alguns apiários ficam a 200 quilômetros da Casa de Mel. Por mais que tentamos juntar um máximo de produtores no mesmo dia, o atual preço do combustível quase inviabiliza a colheita nestes locais.” Soma-se a isto às novas exigências do Ministério da Agricultura, que desde 2016 vem recadastrando todas as Unidades de Produtos de Origem Animal.

O tesoureiro da associação, Lars Rellstab explica. “A cadeia do Mel, que é um alimento durável e inclusive usado na conservação de outros alimentos, infelizmente cai na mesma categoria da Carne, Pescado, Derivados do leite e ovos, que são todos produtos que estragam rapidamente. Mas as exigências para a construção física da Unidade de beneficiamento e o rigor na fiscalização são os mesmos! Só nestes dois anos já gastamos R$ 50 mil para nos adequar! Tudo isto eleva o preço de nosso produto, e fica difícil concorrer em nossa região com o mel informal oferecido nas beiras de estrada”, disse.

Pedro Constam vai além e adverte da compra deste mel. “Às vezes até que se trata de mel centrifugado com cuidado na casa de apicultores que ainda não atingiram escala de produção, ou desconfiam da associação, mas outras vezes nem sabemos de onde vem o produto muito menos em quais circunstâncias foi colhido. E para piorar, pode não ser mel verdadeiro ou inclusive ser produto de roubo, só no mês passado nos furtaram mais de 200 litros de mel nos apiários”, denunciou.

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