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Atualmente, a cidade de Irecê se encontra com índice de infestação de baixo risco para a ocorrência de doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, como Dengue, Zika e Chikungunya, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Dulce Nunes, o bom resultado se deve ao empenho constante dos agentes de endemias e ao envolvimento da população que vem colaborando, mas reforça que é necessário manter os cuidados. “Sabemos que as larvas do mosquito se reproduzem todos os dias e a infestação pode aumentar em pouco tempo, favorecendo a ocorrência de casos e até mesmo de surtos”, alerta.

Ainda de acordo com Dulce, as ações preventivas devem ser feitas principalmente nos domicílios onde se encontram a maioria dos criadouros. “É importante que cada um realize uma busca em seu quintal sobre todo e qualquer recipiente que tenha ou possa acumular água. A contribuição de todos é importante para nos mantermos longe do Aedes Aegypti”.

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No dia 5 de janeiro de 2019, foi lançando o livro intitulado “O sem-fim da infância”, na Arena Central. A autora, Eumara Maciel, é do povoado de Nova Vista I, o Serra Queixo,  no município de Central, mas trabalho em Barra, na Universidade Federal do Oeste da Bahia. Atualmente, está afastada e morando em Salvador para terminar o doutorado na Universidade Federal da Bahia.

O livro trata das experiências que ela teve enquanto criança na nossa região, enfim, sobre modos de vidas, pois é também sobre identidades culturais centralenses.

A autora assim define o livro: “Essas são crônicas das cartografias de uma infância repleta de fatos memoráveis do cotidiano de uma comunidade no interior da Bahia, que têm dimensões humanas e ultrapassam qualquer geografia ou particularidades, quando tratam de temas universais, tais como: o nascimento, a infância, a velhice, a morte, a chuva, o ato de comer, as enfermidades, a escola, entre outras abordagens que, de maneira leve, local e global ao mesmo tempo, traçam  mapas das gentes, das imagens e das emoções como um modo particular de voltar até aquele lugar. De rever as pessoas. De reviver, através desta escrita, o que não é mais tangível.”

A obra está disponível para aquisição no site da Editora Penalux.

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Uma mulher de 56 anos foi morta a golpes de faca na tarde desta segunda-feira (28), em Xique-Xique, no Vale do São Francisco. De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu após uma discussão. O suspeito que foi preso em flagrante, Edson Pereira de Jesus, 32 anos, disse à PM que levou dois tapas no rosto, por isso, reagiu a matou a mulher.

A vítima identificada por Maria Novais dos Santos, conhecida por Maria Preta morreu na hora. O corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica.

O suspeito foi levado para a Delegacia de Polícia Civil onde está preso. A vítima era suspeita de praticar vários furtos na cidade de Irecê.

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O tenente-coronel Flávio Godinho, da Defesa Civil de Minas Gerais, declarou ao jornal “O Globo” que, o risco de rompimento da barragem 6 é real e, embora a quantidade de água e terra seja menor do que a da primeira barragem, ela descerá “sem freio”, com velocidade a alcance maior.

“Há um risco real de rompimento da barragem da repre

sa, que chama-se B6. A água não tem freio agora. Quando romperam as barragens da mina do Córrego do Feijão, as próprias instalações da Vale serviram como freio, e o rejeito parou. Agora, não se sabe o alcance”, afirmou Godinho.

O risco de rompimento da barragem 6 da represa da mina de Brumadinho passou de nível 1 para 2 às 4h da madrugada deste domingo (27).

O sonar instalado no local detectou movimentação anormal na área, e moradores acordaram em pânico. Pouco antes da alvorada, mais precisamente às 5h30, a Vale acionou as sirenes de alerta da região da Mina Córrego do Feijão ao detectar aumento dos níveis de água nos instrumentos que monitoram a barragem 6.

Os moradores que moram nas zonas mais baixas de Brumadinho foram orientados a procurar regiões altas.

Segundo o porta-voz dos Bombeiros, Pedro Aihara, as principais regiões evacuadas de Brumadinho por conta do novo risco de rompimento da barragem 6 são: Pires, Centro, Parque da Cachoeira e Progresso.

A orientação é para que os se direcionem para três pontos de encontro: Igreja Matriz, no centro; Delegacia; Morro do Querosene.

O evacuamento previsto é de 24 mil pessoas.

A Vale continuará monitorando a situação, juntamente com a Defesa Civil.

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