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ÚLTIMAS NOTÍCIAS

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Está desaparecido desde à tarde desta sexta-feira (18), Adeládio Ferreira dos Santos, de 33 anos, natural de Xique-Xique, cidade localizada na região do Vale do São Francisco.

De acordo com informações da família, Adeládio saiu de Xique-Xique há cerca de uma semana com o intuito de trabalhar em Luís Eduardo Magalhães, oeste do estado. Ontem ele foi visitar uma irmã na localidade de Roda Velha, em São Desidério, na mesma região,  e quando retornava para LEM, simplesmente desapareceu.

Se alguém tiver informações que leve a sua localização pode ligar para o (74) 99932 8414.

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Denúncia foi feita pela Revista Veja em 2012 (Foto: Divulgação)

No dia 1º de abril de 2012 chegava as bancas uma edição da revista Veja com uma reportagem acusando o ex-assessor do Ministério da Saúde, Edson Pereira de Oliveira, de ter recebido propina para nomeação de servidores no Ministério. A notícia deu origem a dois procedimentos investigativos, um administrativo através da CGU e outro pela Polícia Federal.  Dr. Edson, como é mais conhecido, foi candidato a Deputado Federal pela região de Irecê em 2006 e a prefeito de Ibititá no ano de 2008.

Passados quase sete anos da publicação, Dr. Edson comemora o fato de ter se encerrado uma longa investigação feita pela Controladoria Geral da União, lhe inocentando da prática de qualquer ilícito noticiado pela revista. No último dia 08 de Janeiro, o Diário Oficial da União publicou uma Decisão do Ministro da CGU, o absolvendo e determinando o arquivamento do processo.

Ainda no ano de 2012, o Ministro Marco Aurélio de Mello, do Supremo Tribunal Federal havia determinado o arquivamento do inquérito conduzido pela Polícia Federal, que investigava os mesmos fatos. Na decisão o Ministro afirmou que não havia indícios dos crimes investigados e que a matéria jornalística, por si só não constituía provas de ilícitos. Assim, a investigação criminal foi arquivada logo no início.

Segundo Dr Edson, não era suficiente o arquivamento precoce do inquérito policial, pois ele desejava uma decisão com análise dos fatos, por isso, fazia questão da investigação completa. No processo da CGU, bastante longo, foram ouvidas testemunhas, com análise de dados bancários e fiscais do investigado, onde, segundo ele, foi possível chegar a uma conclusão dos fatos.

O relatório da comissão processante concluiu, “não ser possível configurar o cometimento de qualquer irregularidade”. Por essa razão, o ministro Wagner de Campos Rosário, acatando o parecer da Conjur (Consultoria Jurídica do Ministério), decidiu pela absolvição do investigado e arquivamento do processo. “Ainda que tardia, a decisão da CGU traz um alento”, declarou Dr Edson, após a publicação da decisão no Diário Oficial. “Nesse período, sofri com a injusta acusação feita pela Veja, que publicou mentiras, sem qualquer indício de veracidade e ainda tive de aguentar pessoas que desconheciam os fatos, fazendo insinuações”, desabafou.

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A cidade de Irecê – BA (Foto: Reprodução)

Irecê – Uma agente de trânsito identificada por Gigliana Oliveira Santos foi agredida por uma motorista após cobrar pelo serviço de estacionamento rotativo. A vítima que está grávida de dois meses foi agredida com gestos e palavras.

A situação ocorreu na última quinta-feira (17) na Praça Góes Calmon, imediações da Catedral Bom Pastor, região central da cidade. Após a agressão, a vítima registrou ocorrência na 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), em Irecê e fez exame de corpo de delito. O CN tentou falar com a polícia, mas não conseguiu contato até a publicação desta reportagem.

De acordo com informações divulgadas na imprensa, a agressão foi provocada pela motorista Edna Santos Bastos que não aceitou a cobrança pelo serviço de estacionamento do rotativo. Segundo a vítima [Gigliana] a condutora jogou o dinheiro de maneira brusca e a mão acabou resvalando contra seu rosto. A suspeita disse que não iria pagar pelo serviço, pois ficaria apenas 20 minutos no local.

A agente é funcionária da Soma Park, empresa que explora o serviço de estacionamento Zona Azul, em Irecê. A empresa não emitiu ainda nenhuma nota sobre o caso.

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou, através de sua assessoria de imprensa, as acusações feitas pelo ex-ministro Antônio Palocci, delator da Operação Lava Jato. As declarações, tornadas públicas nesta sexta-feira (18), apontam que Lula recebeu dinheiro vivo como propina da Odebrecht.

Palocci disse que entregou ao ex-presidente, “em oportunidades diversas”, remessas que chegaram a até R$ 80 mil e eram escondidas em caixas de celular ou de uísque. O ex-ministro contou também que, em encontro com então presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto no início de 2011, ela não autorizou pagamentos da Andrade Gutierrez ao PT.

Na delação, Palocci ainda afirmou que Lula recebeu propina pela obra da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará. Segundo ele, a Odebrecht teria destinado R$ 15 milhões ao ex-presidente. A Andrade Gutierrez também foi mencionada.

Em nota, Lula declarou que Palocci falou “mentiras sem provas” para manter boa parte do patrimônio. Ele ainda destacou que nenhum dos delatores da Lava Jato apresentou provas. Confira a íntegra:

“A Lava Jato tem quase 200 delatores beneficiados por reduções de pena. Para todos perguntaram do ex-presidente Lula. Nenhum apresentou prova nenhuma contra o ex-presidente ou disse ter entregue dinheiro para ele. Antônio Palocci, preso, tentou fechar um acordo com o Ministério Público inventando histórias sobre Lula. Até o Ministério Público da Lava Jato rejeitou o acordo por falta de provas e chamou de “fim da picada”.

Mas o TRF-4 decidiu validar as falas sem provas de Palocci, que saiu da prisão e foi para a casa, com boa parte de seu patrimônio mantido em troca de mentiras sem provas contra o ex-presidente. O que sobra são historinhas para gerar manchetes caluniosas.

Todos os sigilos fiscais de Lula e sua família foram quebrados sem terem sido encontrados valores irregulares. Há outros motoristas e outros sigilos que deveriam ser analisados pelo Ministério Público, que após anos, segue sem conseguir prova nenhuma contra Lula, condenado por “atos indeterminados”. Curiosa a divulgação dessa delação sem provas justo hoje quando outro motorista ocupa o noticiário.

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