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Foto ilustrativa: modelo da espingarda citada no texto

Um homem de 37 anos identificado por Sidcley Antônio da Silva foi assassinado na tarde desta segunda-feira (14) por um disparo de arma de fogo – uma espingarda artesanal (socadeira).

Segundo a Polícia Civil, a vítima estava ingerindo bebida alcóolica juntamente com Josileia Rosa de Jesus, conhecida por ‘Taíse’, suspeita de ter praticado o crime. O fato ocorreu após uma briga do casal.

O fato aconteceu na localidade de Cafarnauzinho, zona rural da cidade de Cafarnaum, região de Irecê. O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico (IML) de Irecê.

O caso está apurado pela Polícia Civil.

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A mata nativa da região de Morro do Chapéu, no centro norte da Bahia, está recebendo um aporte significativo de plantas nativas, graças ao projeto de reflorestamento desenvolvido por estudantes do Centro Territorial de Educação Profissional (Cetep) da Chapada Diamantina II, localizado no município. Em um viveiro construído no Cetep, os estudantes plantam, cultivam e distribuem mudas. Já são cultivadas mais de 900 mudas nativas de 12 espécies, como Angico, Tamboril, Jatobá, Licuri, Mucunã e Pereiro Rosa.

A ação é realizada a partir de parceria com a empresa de energia renovável Enel Green Power e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industria (Senai). As sementes das plantas são disponibilizadas pela própria Enel Green Power que, depois de crescidas, as adquire para viabilizar os plantios em áreas da região. O viveiro também serve como campo de estágio para os estudantes, ampliando o processo de aprendizado e contribuindo para que eles vivenciem na prática o que aprendem em sala de aula.

Até agora, 975 mudas já foram plantadas no Parque São Mário e Morro do Cristal. Outras 300 mudas foram doadas a donos de propriedades rurais. O aluno Ariel Mahatman, 18 anos, do curso técnico de Agropecuária, conta que a experiência “foi muito importante porque pude colocar em prática o que aprendi em sala de aula, ampliando os meus conhecimentos. Foi muito proveitoso atuar na área da silvicultura (ciência que se dedica ao estudo dos métodos de regenerar os povoamentos florestais), principalmente porque temos na nossa região muita área degradada e, com este projeto, estamos contribuindo para melhorar a situação”.

O projeto foi apresentado e selecionado para a 7ª edição da Feira de Ciências, Empreendedorismo e Inovação da Bahia (Feciba), no ano passado. “Considero que a iniciativa tem agregado um grande valor à unidade escolar e à comunidade, que já se tornou o nossa parceira. A população nos traz sementes, a gente oferta uma muda e assim realizamos uma troca que tem transformado a consciência da população”, ressalta a responsável pelo viveiro, a técnica em Meio Ambiente Jaqueline Gonzaga, formada pelo Cetep da Chapada Diamantina II.

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O garoto Gabriel Serrano Ursule, de 11 anos, e sua família estão na luta para conseguir fazer com que ele possa viver uma experiência única. A de ser bailarino na Escola Bolshoi de Ballet, que é Russa, mas tem sua única filial fora do país em Joinville, Santa Catarina. Gabriel, é natural de Seabra, na Chapada Diamantina, e passou por todas as etapas de seletiva da escola, tendo ido para Ilhéus – sul da Bahia -, para a primeira seletiva e depois para a cidade catarinense.

“A segunda seletiva, em outubro, aconteceu em três etapas, em dois dias. A fisioterápica primeiro e depois seleção artística e cognitiva, todas três eliminatórias”, contou a mãe Andrea Serrano ao Jornal da Chapada. O menino estudou em uma escola que desenvolve as questões artísticas das crianças e foi lá que Gabriel ele se aproximou da dança. “Ele ficou cinco anos na escola. Lá sempre fez circo e sempre trabalhou com artes em geral, música e teatro. Ano passado uma professora de ballet de uma academia da cidade perguntou se ele estava bem fisicamente para fazer o teste do Bolshoi. Aí começou tudo”, disse Andrea.

Gabriel foi selecionado entre 4.870 inscritos e faz parte dos 40 alunos que passaram para 2019, lembrando que a concorrência é de 120 para uma vaga. Sendo confeiteira, Andrea não tem uma reserva de dinheiro para levar a família toda para Santa Catarina, Gabriel é o filho mais novo de quatro irmãos, e por isso criou uma vaquinha virtual (acesse aqui).

A criança já tem as passagens e a papelada. No entanto, para seu conforto e adaptação, toda a família quer estar ao seu lado, e o custo é muito maior. “Estava tudo pronto. Íamos deixar ele com uma cuidadora, uma mãe social, mas não achei que seria adequado para ele deixar com uma pessoa estranha. Como foi tudo acontecendo muito rápido eu não estava estruturada, mas vai a família inteira, com vaquinha ou sem”, afirmou Andrea.

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