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Foto: Reprodução/Statkraft 

O Santa Eugênia Solar realiza, trimestralmente, o monitoramento da qualidade da água, da fauna local e dos níveis de ruído nas áreas próximas ao projeto, localizado em Uibaí e Ibipeba, na Região de Irecê. As ações têm o objetivo de assegurar o desenvolvimento sustentável de suas atividades na região e acompanhar possíveis impactos ambientais, garantindo que tudo esteja dentro dos padrões exigidos pela legislação vigente.

O cuidado com o meio ambiente é parte essencial das operações do complexo. Para garantir que o crescimento do projeto aconteça em harmonia com a natureza e a comunidade local, a equipe técnica acompanha de perto três frentes fundamentais.

O monitoramento da qualidade da água é realizado em recursos hídricos naturais e nascentes próximas. Durante as campanhas de campo, são avaliadas as Áreas de Preservação Permanente (APPs), observando-se a vegetação nativa, as matas ciliares e as condições dos corpos d’água. Amostras são coletadas para análises físico-químicas em laboratório, com o objetivo de acompanhar a qualidade da água e verificar se permanece dentro dos parâmetros adequados para o ecossistema e para a população.

Já o monitoramento de ruído verifica se os sons das obras estão dentro dos limites legais, protegendo o bem-estar das comunidades vizinhas. As medições seguem critérios técnicos rigorosos e são realizadas a cada trimestre. Os resultados indicam que os níveis de ruído seguem em conformidade com as normas estabelecidas.

Além disso, o projeto conta com o programa de monitoramento de fauna, que acompanha a presença e diversidade de aves em cinco áreas definidas. Com pontos de escuta específicos, o levantamento contribui para a conservação da biodiversidade, observando eventuais mudanças no comportamento das espécies. Os dados coletados mostram estabilidade nas populações monitoradas, reforçando a efetividade das medidas adotadas.

As iniciativas reforçam o compromisso da Statkraft e do Santa Eugênia Solar com a geração de energia limpa aliada à responsabilidade socioambiental. Para conhecer mais sobre as iniciativas e o compromisso da Statkraft, acesse o Instagram @complexosantaeugenia.

Sobre o projeto:

O Santa Eugênia Solar, da Statkraft, é um projeto de geração fotovoltaica localizado em Uibaí e Ibipeba (BA) com 162,5 MW de capacidade instalada. O projeto segue rigorosamente os processos de licenciamento ambiental e desenvolve uma gestão socioambiental robusta, com programas voltados à preservação da fauna, flora, recursos hídricos e ao cuidado com o bioma Caatinga. 

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Foto: Reprodução

As ações de bancos brasileiros registraram forte queda nesta terça-feira (19) após o ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), sinalizar a possibilidade de punir instituições que aplicarem sanções financeiras contra Alexandre de Moraes, seu colega de corte.

A desvalorização puxou o desempenho da Bolsa brasileira, que fechou em queda de 2,10%, a 134.432 pontos. A maior queda do setor bancário foi do Banco do Brasil, que despencou 6,02%, seguido de Santander (-4,87%), BTG (-3,48%), Bradesco (-3,42%) e Itaú (-3,04%). No total, os bancos perderam R$ 41,3 bilhões em valor de mercado nesta terça.

As quedas ocorrem dias após a temporada de divulgação de balanços dos bancos.

Dino afirmou na última segunda (18), em uma decisão concedida em ação sobre o rompimento da barragem de Mariana (MG), que ordens judiciais e executivas de governos estrangeiros só têm validade no Brasil se confirmadas pelo Supremo.

A eventual punição aos bancos passou a ser considerada no STF após ministros terem uma rodada de conversas com banqueiros sobre as ações do governo Donald Trump contra Moraes e considerarem a resposta insatisfatória.

Moraes foi sancionado em julho com o uso da Lei Magnitsky, dispositivo da legislação americana usado para impor sanções econômicas contra indivíduos envolvidos em corrupção ou violações de direitos humanos.

Por meio da lei, o governo americano determina o congelamento de qualquer bem ou ativo que a pessoa sancionada tenha nos Estados Unidos e também pode proibir entidades financeiras americanas de fazerem operações em dólares com ela.

A medida incluiria o uso das bandeiras de cartões de crédito Mastercard e Visa, por exemplo. Os efeitos para as transações de Moraes em reais no Brasil ainda estão sob análise dos bancos.

A avaliação dos ministros do Supremo após a conversa com banqueiros foi a de que nenhum deles garantiu que as sanções financeiras não seriam aplicadas contra o ministro no Brasil, apesar de as restrições impostas até o momento se restringirem às transferências para o exterior.

A decisão de Dino gerou ainda mais incerteza no mercado sobre possíveis punições contra bancos que operam no Brasil, impactando o desempenho das ações.

Segundo Rodrigo Marcatti economista e CEO da Veedha Investimentos, a situação coloca o setor em uma encruzilhada. “Os bancos, por terem operações no exterior, podem enfrentar diferentes riscos, como o de atender uma ordem do Supremo e lidar com multas que comprometam seus negócios [no mercado internacional]”.

Para Hulisses Dias, sócio da Beginity Capital e especialista em investimentos, a decisão de Dino gerou apreensão entre investidores ao levantar dúvidas sobre conflitos de jurisdição e sobre o cumprimento de normas internacionais.

“Como o cenário ainda é incipiente, é difícil antecipar desdobramentos concretos, mas não se descarta questionamentos sobre a integração das instituições brasileiras ao sistema financeiro global”, afirma.

Donato Souza, advogado especialista em direito bancário, diz que a medida pode expor as instituições financeiras a sanções e multas ou a perda do acesso ao sistema Swift. “A reação do mercado era previsível, uma vez que a insegurança jurídica nesse contexto afeta contratos, governança e eleva o custo do capital”, afirma.

Os bancos mencionados foram procurados, mas a maioria não respondeu até a publicação desta reportagem.

Em nota, o Banco do Brasil, responsável por pagar os salários dos ministros do STF —entre eles, de Alexandre de Moraes—, disse “atuar em conformidade à legislação brasileira, às normas dos mais de 20 países onde está presente e aos padrões internacionais que regem o sistema financeiro”.

A instituição também afirmou estar preparada para lidar com temas complexos e sensíveis que envolvem regulamentações globais.

O Bradesco, a Caixa e o BTG disseram que não irão comentar o tema.

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Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados pode analisar nesta quarta-feira (20) a possibilidade de acelerar a tramitação do projeto de lei que prevê a isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil. A urgência da medida está prevista na pauta de votações do plenário e é tratada como pauta prioritária pelo governo Federal, já que foi uma das promessas de campanha do presidente Lula em 2022.

Segundo matéria do InfoMoney, deputados da base petista defendem a celeridade na tramitação, sob o argumento de que a aprovação pode representar um estímulo imediato à economia, já que o aumento da renda disponível tende a impulsionar o consumo interno.

A expectativa é de que a urgência seja votada no plenário ainda nesta quarta, o que abriria caminho para a análise detalhada do texto na sequência. O mérito, contudo, deve ficar para semana que vem.

Outros temas, no entanto, ainda disputam a atenção dos parlamentares, como o projeto de lei que proíbe desconto automático de beneficiário, a pauta sobre a “adultização” de menores de idade e a votação do fim do foro privilegiado e da ampliação de prerrogativas parlamentares, amplamente defendida pela oposição.

Além disso, a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que vai apurar o esquema de fraudes que afetou aposentados e pensionistas da instituição também deve ser destaque nesta quarta.

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Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (19) a Operação Lei do Retorno para desarticular uma organização criminosa suspeita de desviar mais de R$ 50 milhões de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Foram cumpridos 45 mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas, empresas e servidores públicos, nas cidades maranhenses de Caxias, São Luís, São José do Ribamar, Buriti Bravo, Presidente Dutra e Joselândia, e em Teresina.

O ministro da Educação, Camilo Santana, informou que a Controladoria-Geral da União (CGU) é responsável pelas denúncias relacionadas ao uso indevido de recursos federais, inclusive os repasses do Ministério da Educação aos municípios e aos estados, e contribui nas investigações e análises de cada caso, em parceria com o Ministério Público e com a Justiça.

“É importante ter transparência do uso de recursos públicos e todas as medidas serem tomadas para evitar o desvio de qualquer centavo que deve ir para a educação de crianças e jovens do país”, destacou o ministro Camilo Santana.

Fraudes

A investigação policial apura fraudes em licitações municipais ocorridas entre 2021 e 2025. Também foi identificado que parte dos valores contratados com recursos do Fundeb retornou aos servidores públicos envolvidos nas fraudes.

O alvo da operação é o núcleo que teria manipulado licitações públicas nesses municípios do Nordeste e que também teria atuado no desvio de recursos públicos repassados pelo governo federal, por meio do Fundeb, além da apropriação de parte dos valores desviados pelos servidores públicos envolvidos no esquema criminoso.

“Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção, peculato, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro”, diz nota da PF. 

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