📣
O SEU ANÚNCIOPODERIA ESTAR AQUI!
SAIBA MAIS728 × 90
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

São 30 vagas gratuitas e as inscrições podem ser feitas pelo site da Funceb

Artistas da literatura fiquem ligados! Estão abertas inscrições para o projeto Escritas em Trânsito, realizado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBa). A oficina que é uma ação dentro da programação do Novembro das artes Negras, será ministradas pelas conceituadas autoras da língua portuguesa, Mel Duarte e Jéssica Balbino. Para participar, você não paga nada, basta clicar  aqui e realizar a inscrição. As 30 primeiras pessoas inscritas serão convocadas para a oficina, sendo que destas vagas, seis são reservadas para participantes do interior do estado, para cada macroterritório.

Para participar da oficina da Poesia à Autogestão, com a jornalista e pesquisadora Jéssica Balbino e a produtora cultural e poetisa, Mel Duarte, as pessoas interessadas precisam fazer inscrição de 30 de Outubro a 05 de novembro. Os encontros serão de  21 a 23 de novembro das 14 horas às 18 horas, na sala da Cia de teatro do Teatro Castro Alves. Nas reuniões serão abordadas as vivências pessoais da literatura marginal e periférica do país, passando pelo slam, autopublicação, publicação via editora e internacionalização da literatura.

Mel Duarte  é poetisa, slammer e produtora cultural formada em Rádio e TV, atua com literatura marginal/periférica e independente desde 2006 na cidade de São Paulo. Mel possui 2 livros publicados de forma independente “Fragmentos Dispersos” 2013 e “Negra Nua Crua” 2016 publicado pela editora Ijumaa. Em 2017 lançou o audiolivro do “Negra Nua Crua”.

Jéssica Balbino é jornalista, pesquisadora, mestre em comunicação pela Unicamp e dirigiu o documentário Pelas Margens: vozes femininas na literatura periférica. É autora dos livros Traficando conhecimento e Hip-Hop: A cultura Marginal. Ela criou o projeto Margens para mapear e dar visibilidade às mulheres na literatura periférica.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

O Hospital Regional da Chapada (HRC), localizado em Seabra, na região da Chapada Diamantina, presenteou os pacientes pediátricos da unidade com um espaço especial e importante para o lazer e conforto da criançada: uma brinquedoteca. A equipe da Comissão do HRC, idealizadora do projeto, assim como os colaboradores da unidade que se envolveram em cada detalhe, manifestaram que estão satisfeitos com a brinquedoteca.

Para a enfermeira Gisele de Oliveira, o espaço valoriza a saúde e o ato de brincar, pois a criança que é internada deve dar continuidade ao seu desenvolvimento físico, motor e de linguagem. “Foi uma grande conquista aos nossos pequenos, que agora podem ter um tempinho para brincar e se divertir, mesmo estando em uma unidade hospitalar. Um lugar aconchegante, colorido que ajuda a minimizar os efeitos das doenças e seus tratamentos”.

O assistente social do hospital, Leonardo Sacerdote, presidente da Comissão de Humanização, garante que “brinquedoteca está proporcionando às crianças momentos de alegria, visto que se trata de um local para brincar e conhecer outras crianças também hospitalizadas. Valorizamos o ato de brincar, compartilhando momentos de descontração, o que contribui de maneira positiva para a recuperação deles”, informou.

Na inauguração, a animação ficou por conta da equipe da Comissão de Humanização, alunos dos cursos de nutrição e enfermagem da Unopar, que se caracterizaram para deixar o dia dos pacientes mais divertido.

Reconhecimento
Joana Santos, mãe da pequena M.A.C, de 3 anos, ficou encantada com o espaço. “Eu e minha filha ficamos surpresas com essa parte do hospital, que lindo! Estou muito agradecida com o atendimento desse hospital e hoje, com essa inauguração, fiquei muito feliz, afinal minha filha mesmo doente conseguiu se distrair e esquecer que está em um hospital”.

Lúcia Santana também está com o filho, M. B. internado no HRC. Ela avalia a iniciativa como positiva. “Essa brinquedoteca é uma diversão para as crianças, geralmente os hospitais deixam a gente abatida e esse espaço transmite alegria e faz com que nossos filhos fiquem menos apreensivos e consigam até esquecer que estão internados. Parabéns a todos que montaram essa brinquedoteca”. 

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável à ação de inconstitucionalidade contra a Lei 13.269/2016, aprovada pelo Congresso Nacional para autorizar a comercialização e distribuição da fosfoetanolamina sintética, a chamada “pílula do câncer”. A lei autoriza o uso da substância por pacientes diagnosticados com neoplasia maligna.

Para Raquel Dodge, o Congresso Nacional não pode ultrapassar a barreira técnico-científica para garantir fornecimento de medicamento de forma genérica e abstrata em contraposição à orientação do órgão regulador – no caso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ela pondera que a lei cria um regime excepcional de produção e dispensação de medicamentos, sem amparo científico e de forma casuística. Sendo assim, torna-se uma ameaça à saúde pública e uma afronta à Constituição.

A procuradora-geral da República lembra que, desde 1976, é preciso que o poder público aprove o medicamento antes que este se torne acessível ao público. Destaca, no entanto, que isso não ocorreu no caso da fosfoetanolamina sintética. “A Vigilância Sanitária é parte indispensável de um sistema no qual o Estado age com responsabilidade em relação à saúde de seus cidadãos”, pontua. Para Dodge, a mobilização pública e os relatos de pacientes são elementos que devem ser integrados ao debate público quando se discute nova legislação, porém são insuficientes para substituírem evidências científicas.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5.501 foi proposta pela Associação Médica Brasileira (AMB). Com a apresentação do parecer da PGR, no último dia 22, o caso está pronto para ter o mérito julgado em definitivo pelo Plenário do STF. Em 2016, o Pleno da Suprema Corte, por 6 votos a 4, acolheu o pedido de liminar urgente da AMB, e suspendeu a eficácia da polêmica norma legal até a apreciação final do mérito. O relator é o ministro Marco Aurélio Mello.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

No final da tarde desta terça-feira (30), a juíza da comarca de Jaguarari, na região de Senhor do Bonfim, Maria Luiza Nogueira Cavalcanti Muritiba recebeu vaias e xingamentos de simpatizantes do ex-prefeito Everton Rocha, que foi cassado recentemente.

Segundo a imprensa local, o grupo formado por aproximadamente 600 pessoas estava aglomerado ao lado do fórum e o motivo das vaias e xingamento seria uma decisão da magistrada que impediu o retorno de Rocha ao comando da prefeitura. A decisão agora cabe ao Tribunal de Justiça do Estado da Bahia.

A Polícia Militar foi acionada e conseguiu desobstruir a via e realizar um corredor para que o veículo da magistrada deixasse o local. Ninguém foi levado à delegacia.

No dia 19 de outubro, uma decisão que favoreceu a Everton Rocha foi publicada no Diário Oficial da Justiça. A sentença proferida pela Presidência do TJ-BA referente aos processos políticos administrativos, de cassação do seu mandato, revogava medidas de suspensões das liminares que levaram o vice-prefeito a assumir o comando do município. A expectativa era de que Rocha pudesse voltar ao cargo nas próximas horas, mas o município recorreu da decisão e o vice continuou no comando da prefeitura.

No episódio de ontem, a magistrada disse em nota, que “a revolta popular por uma ação tão corriqueira” levou a julgadora “a cogitar que a população foi induzida ao erro por alguém que estimulou o tumulto”. A juíza disse estar indignada quanto ao que chamou de falta respeito da população à autoridade de Justiça. Maria Luiza ainda afirmou não compreender a “revolta popular” já que disse não se posicionar “em decisões de cunho político-administrativo”, reservando essas decisões ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail