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Cursos promovidos pelo Sindicato dos Trabalhadores  Rurais de Seabra, na região da Chapada Diamantina, muda o futuro de muitos jovens. Realizado  na zona  rural do município e Fundado desde 2009, o grupo Jovem Saber desenvolve um trabalho de intersetorialidade com as associações sindicais e escolas da região. O curso já formou cerca de 86 pessoas. Esse programa  promove oficinas de leitura, escrita, análise de vídeos e debates que envolvem a participação ativa das comunidades rurais, debate seus  problemas para juntos reivindicarem os direitos .

Formado pelos funcionários do Sindicato e associados de toda região, o grupo realiza palestras e cursos de formação a distância que é dividido em oito módulos, cujos estudos são voltados ao trabalho no campo. Além da abordagem frequente de questões voltadas á própria realidade social da zona rural.

Para João Batista, morador de uma comunidade quilombola e presidente do setor financeiro do sindicato, a emancipação e o empoderamento dos jovens envolvidos é bem perceptível: “Na minha comunidade mesmo eu percebi muitos avanços. As pessoas estão mais críticas,  não se deixam levar por compras de voto.Estão ingressando em cursos da área do campo nas Universidades”, Afirma João. De acordo com ele,  o Sindicato também desenvolve essa interação com as Universidades como o IFBA E Universidade do Recôncavo.

O próprio presidente se considera um vencedor. Vindo de uma comunidade quilombola, de uma realidade social difícil, desde cedo participa ativamente dos movimentos sociais a favor dos avanços dos negros e da agricultura familiar. Ele conta que  com muito esforço conseguiu ser promovido ao cargo que ocupa hoje no sindicato: “Precisamos  quebrar essa visão retrógrada de que o trabalho no campo é ruim, a união é importante porque a transformação acontece a partir das mudanças nas nossas próprias comunidades”. Afirma o secretário financeiro.

Simone é outra organizadora do grupo e frequentemente vai ás comunidades rurais: “Entrei  recentemente no projeto e já percebo muita motivação das pessoas envolvidas”.

Para Edenilson Souza, também morador de uma comunidade rural  e técnico em agropecuária, o projeto alavancou o seu crescimento profissional:

“Passei a   ter novas visões sobre as possibilidades de crescimento profissional, tenho amigos que ingressaram em cursos de agronomia, engenharia ambiental, hoje estou me preparando para ingressar na faculdade de medicina”. Conforme ele, a formação oferecida pelo programa Jovem Saber tem ajudado os jovens na escolha dos caminhos, bem como esclarecer aos mais velhos acerca de seus direitos, engajando-os nos movimentos sociais do trabalhador rural.

“O Sindicato do Trabalhador Rural é a porta de aperfeiçoamento que é apresentado ao trabalhador e produtor visto que vai dialogar com as múltiplas atividades do campo por meio da promoção de cursos de qualificação”, completa o técnico em agropecuária.

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Na quinta-feira, o presidenciável Jair Bolsonaro se reuniu pela primeira vez com a bancada eleita de seu partido, o PSL, no Rio de Janeiro. Cinquenta dos 52 deputados federais compareceram. Uma ausência, porém, foi sentida: a do candidato a vice de Bolsonaro, general Antônio Hamilton Mourão (PRTB).

Antes onipresente, Mourão sumiu após o primeiro turno. Antes solícito, esquivou-se de entrevistas. Sua última declaração foi no dia da eleição, quando admitiu ter errado ao dizer que o neto era bonito e contribuía para o “branqueamento da raça”. O sumiço é um pedido da equipe da campanha. A capacidade de Mourão de colecionar polêmicas com suas declarações preocupava o entorno de Bolsonaro.

Mourão sempre ignorou a fama de falastrão. Disse que foi justamente a clareza com que expõe suas ideias que o aproximou de Bolsonaro na política.

— Ele sempre soube dos meus posicionamentos – diz o general de 65 anos

Mourão afirma que suas palestras de cerca de 45 minutos só agora começaram a ser criticadas. Em suas explanações, fala desde a formação do povo brasileiro até ao fato do neto de 10 anos estudar filosofia na escola. Foi em ambientes favoráveis que ele afirmou que o brasileiro herdou a “indolência” do índio e a “malandragem” do negro, e que lares apenas com “mães e avós” são “fábricas de desajustados.”

— Quando eu não era candidato ninguém dava bola para isso. Agora passou a ter repercussão – disse Mourão antes de sumir.

A declaração mais delicada de Mourão, que gerou uma reprimenda pública de Bolsonaro, foi uma crítica ao 13º salário. Mas, ao contrário de Bolsonaro, Mourão não se sente perseguido pela imprensa.

— Eu não fico chateado, porque creio na liberdade de imprensa, entendo como um valor. A mídia é feita para os governados, não para os governantes. Os governantes têm que estar sob pressão – diz. – Você vai apanhar sempre. Sei que estou suscetível a críticas.

Foi justamente após uma declaração polêmica que Mourão recebeu o convite de Bolsonaro para entrar na política, no fim de 2017. Na oportunidade, ele havia perdido o cargo de secretário de Economia e Finanças do Exército por defender a possibilidade da intervenção militar caso o Judiciário não conseguisse resolver “o problema político”.

Bolsonaro e Mourão se conheceram em 1986, quando eram tenentes no 8° Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista, no Rio. Em setembro daquele ano, Bolsonaro foi preso por 15 dias após publicar um artigo na revista “Veja” protestando contra os baixos salários. A convivência na Vila Militar, onde ambos moravam,foi curta. Em 1988, Bolsonaro foi eleito vereador.

— Sempre tivemos uma boa relação. Éramos uma dupla de amigos no Exército – contou Mourão.

É essa dupla de amigos que Mourão garante que os dois vão reeditar – e não uma versão verde oliva de Dilma Rousseff e Michel Temer. O fato de ser um general e estar subordinado a um capitão, posição inferior na hierarquia militar, não será uma questão.

— Isso não tem problema – afirma Mourão, cuja patente alta o blinda de ser questionado por outros integrantes da campanha.

O único assunto que Mourão se recusa a comentar é seu casamento com uma tenente-coronel do Exército, de 42 anos, marcado para depois das eleições.

— Isso é particular. Eu sou viúvo. A pessoa com quem eu convivo é divorciada. Nada mais natural que a gente se case – resumiu.

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Idoso é preso em flagrante  pela Polícia Civil, em Irecê (Foto: Divulgação/PC)

O aposentado Célio Acelino Santos, de 64 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Irecê, suspeito de matar e depois atear fogo no corpo da companheira de convívio, Elça Rodrigues de Barros, 44.

O caso ocorreu na madrugada da última sexta-feira (12), na casa do casal, localizada na rua Lucas Cardoso, bairro Lagoa de Vivi, em Irecê. O crime deixou vizinhos e moradores da cidade estarrecidos.

Na delegacia, Célio apresentou vários argumentos, mas nenhum deles convenceu a autoridade policial. Apesar de ter sido preso, ele continua negando a autoria do crime de feminicídio.

Antes de ser preso, a acusado ainda foi levado para uma unidade hospitalar para ser medicado, já que estava ferido. A polícia acredita que os ferimentos no corpo do suspeito são consequência de uma possível briga que teve com a vítima antes de ser morta. Elça Rodrigues ficou com o corpo totalmente carbonizado.

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Estádio lotado, torcida ansiosa, amigos reunidos, pais, filhos e famílias inteiras incentivando o esporte e prestigiando a seleção de João Dourado. Foi assim a tarde deste domingo (14)) no Estádio Municipal Moisés Oliveira, onde João Dourado enfrentou a seleção de Euclides da Cunha pela terceira fase do Compeonato Baiano Intermunicipal de Futebol 2018.

Euclides da Cunha levou a melhor como visitante e venceu João Dourado pelo placar de 2 a 1. A partida de volta está marcada para o próximo domingo (21).

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