📣
O SEU ANÚNCIOPODERIA ESTAR AQUI!
SAIBA MAIS728 × 90
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Mais de 1.000 pessoas participaram na última quarta-feira (19), em Jacobina de uma audiência pública promovida pelo Ministério Público estadual para debater os impactos ambientais da atividade de extração de ouro no município, especialmente as consequências das atividades mineradoras da Jacobina Mineração e Comércio Ltda. (JMC) para a qualidade das águas, solo, subsolo e ar, bem como as consequências para as comunidades tradicionais locais. A audiência foi realizada pela manhã e tarde no auditório do Colégio Gilberto Dias de Miranda (Comuja), em Jacobina.

 A audiência pública objetivou debater com a população local, sociedade civil organizada, empresas e órgãos públicos os impactos ambientais da atividade de extração de ouro e colher elementos para atuação do Ministério Público. Também foi discutida a possibilidade de prejuízo para os mananciais que fornecem água para consumo humano da cidade de Jacobina, bem como as medidas mitigatórias e compensatórias necessárias.

A iniciativa de realização da audiência foi do promotor de Justiça Pablo Almeida. Além dele, também se manifestaram com fala na audiência o prefeito municipal de Jacobina, Luciano Pinheiro, o secretário de Meio Ambiente de Jacobina, Daniel Moura Carvalho, o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Itapicuru, Gustavo Negreiros, o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Salitre, Manoel Ailton de Carvalho, Renato Andrade e os representantes do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia, da Embasa, do Inema, da Comissão Pastoral da Terra, do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco, da Associação Comercial e Industrial de Jacobina, da Ordem dos Advogados do Brasil, Subseção de Jacobina, da empresa Jacobina Mineração e Comércio, controlada pela multinacional Yamana Gold e das comunidades de Jabuticaba, Canavieiras e Itapicuru, dentre outras entidades e cidadãos.

 A ampla participação popular marcou a realização da audiência pública, que contou com a manifestação de mais de 70 pessoas, que debateram todos os aspectos da questão da extração de ouro. O promotor de Justiça Pablo Almeida informou, ao final do evento, que o Inema, a Embasa, a Empresa JMC-Yamana e a Agência Nacional de Mineração solicitaram mais prazo para apresentação dos documentos complementares requisitados pelo Ministério Público para instrução do Inquérito Civil, que não foram entregues até a audiência. Após o recebimento deste material, o MP fará sua análise definitiva, seja com a propositura de Termos de Ajustamento de Conduta, Recomendações, Ações Civis Públicas ou outras medidas cabíveis.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiram, por unanimidade, na noite desta terça-feira, 18, que a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em campanhas de candidatos do PT não configura irregularidade. Pela legislação, apoiadores podem aparecer em propagandas em até um quarto do tempo.

A defesa do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) havia apresentado à Justiça eleitoral uma representação contra a coligação “O Povo Feliz de Novo”, originalmente encabeçada por Lula, mas assumida por Fernando Haddad (PT) após o indeferimento da candidatura do ex-presidente. A campanha do militar reformado alegava que todo o tempo da propaganda veiculada em 6 e 8 de setembro havia sido utilizada para fazer apologia a Lula.

O petista está preso em Curitiba desde abril deste ano, após condenação em segundo grau por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A defesa do ex-presidente afirma que não há provas e que ele tem sido perseguido por setores da Justiça.

O ministro Sérgio Banhos, relator do caso, afirmou em seu voto que Lula constava, expressamente, como apoiador de Haddad, que até então constava como candidato a vice. O ex-presidente comparava, na peça publicitária, os anos em que governou o país com o período de Michel Temer (MDB) na Presidência.

Os ministros entenderam que, embora tenha sido barrado como candidato pela Lei da Ficha Limpa, Lula continua a ter direitos políticos e pode continuar a apoiar seus correligionários. Uma proibição desse tipo, concluíram, significaria uma pena de banimento. O vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jaques, afirmou que qualquer medida de impedir a participação de qualquer apoiador em propaganda eleitoral seria incompatível com o regime democrático.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Ocorreu na manhã desta quinta-feira (20), no espaço do Clube Luar de Prata, em Central, na região de Irecê, uma audiência pública que teve o objetivo de discutir e identificar os problemas da educação básica local.

O encontro foi promovido pelo Ministério Público Federal (MPF), onde iniciou à execução do projeto Ministério Público pela Educação (MPEduc), em parceria com  o Ministério Público do Estado da Bahia (MP/BA).

O evento começou por volta das 09h e encerrou ao meio-dia. O espaço ficou completamente lotado de estudantes, professores e pais, principalmente. O MPEduc visa identificar os motivos do baixo índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) de Central – que, no ano de 2015, foi de apenas 3.8 (numa escala de 0 a 10). Em 2017 foi de 4,5 – mesmo assim não alcançando a meta projetada pelo Ideb que foi 4,8 para o ano.

Diversos professores e professoras, bem como alunos, falaram dos principais problemas que afetam a educação local. Dentre eles, citaram o atraso de salários que é recorrente, merenda de baixa qualidade, transporte que não chega no horário, banheiros inadequados, falta de reunião com pais, etc. Para investigação e consequentemente identificar os problemas, informações como essas, sobre diversos aspectos das escolas, como alimentação, transporte, aspectos pedagógicos, inclusão, estrutura física e diretrizes pedagógicas são colhidas.

O projeto Ministério Público pela Educação também tem a finalidade de acompanhar a execução das políticas públicas na área da educação, a adequada destinação dos recursos públicos e verificar a existência e a efetividade dos conselhos sociais com atuação na área de educação.

Participaram do evento, o MPF em Irecê, por meio do procurador da República Márcio Castro, e do promotor de justiça Fernando Souza do MP/BA, representantes da Câmara dos Vereadores, da Prefeitura, da Secretaria de Educação, do Sindicato dos Servidores e membros do Poder Judiciário.

Realizado em três etapas, o Ministério Público pela Educação identifica as condições do serviço de educação ofertado pelas redes públicas de ensino básico, apresenta as medidas corretivas aos gestores públicos e presta contas à população das providências adotadas e dos resultados obtidos.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Câmara Municipal de Barra do Mendes (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O Tribunal de Contas dos Municípios deu início, nesta quarta-feira (19), ao julgamento das primeiras contas de câmaras municipais relativas ao exercício de 2017. Na sessão, o conselheiro substituto Antônio Emanuel de Souza relatou as contas do Legislativo de Barra do Mendes, na região de Irecê, da responsabilidade de Suely Neto Santos.

As contas da Câmara de Barra do Mendes foram aprovadas na íntegra, sem a imputação de qualquer penalidade à gestora. O Legislativo recebeu repasses, a título de duodécimos, no montante de R$1.349.442,05, e promoveu despesas na quantia total de R$1.348.394,88, cumprindo o limite de 7% previsto no artigo 29-A da Constituição Federal. Os gastos com folha de pagamento alcançaram 61,36% dos recursos recebidos, dentro, portanto, do limite máximo de 70%.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail