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Pesquisa divulgada pela Record TV Itapoan na manhã desta quarta-feira (22) mostra o cenário para a disputa no Senado. Conforme estudo feito pela Real Time Big Data, o ex-governador Jaques Wagner (PT) lidera o cenário estimulado com 36%, seguido pelo deputado federal Irmão Lázaro (PSC) com 15%.

O tucano Jutahy Magalhães Júnior aparece empatado com o pessedista Angelo Coronel com 10%. O comandante Rangel (PSL) aparece na última colocação com 1%.

Os votos nulos somam 14% e outros representam 1%.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob número de identificação BA-05201/2018 foi contratada e realizada pelo instituto Real Time Big Data. O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre os dias 16 e 17 deste mês de agosto, tem nível de confiança de 95% e margem de erro é de até 3% para mais ou para menos.

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Em entrevista concedida à rádio Caraíbas na tarde desta quarta-feira (22), o Secretário de Educação do Município de Irecê, Agnaldo Alves de Freitas, disse que se porventura for deflagrada a greve dos professores, a gestão municipal vai trabalhar para ter aula normalmente. “Se tiver greve, vai ter aula (sic),  eu respeito o direito de greve de todos, de reivindicar seus direitos (sic), mas quem não gosta de participar de greve (por questões religiosas e por não agradar do movimento),  temos também que respeitar”.

O sindicato enviou para rede municipal de Educação um comunicado sobre a decisão da categoria em iniciar a greve na manhã de quinta-feira (23), a partir da 11h. “A secretaria e o governo foram notificados sobre a greve a partir de amanhã, só que antes da deflagração vai ter uma nova assembleia e nós estaremos apresentando uma nova proposta”, ressaltou Freitas.

Agnaldo disse ainda que o município sempre negociou com a categoria. “ Quero deixar claro para a sociedade que o município em nenhum momento fechou as portas para negociação e nunca deixou  a categoria sem resposta”. O secretário ainda alfineta: “Uma coisa a sociedade tem que perceber sobre  a  greve dos professores e o que tem por trás da greve que estão querendo fazer”.

A categoria pede 6,81% retroativo a janeiro  e que não seja perdido nenhum dos direitos. Segundo Agnaldo, o município fez uma proposta na última assembleia, atendendo os 6,81% retroativo a julho, mas a categoria não aceitou,  culminando com a greve.  “Criou-se um grupinho paralelo que quer falar em nome da APLB e isso não pode”, disse o secretário.

De acordo com Agnaldo Freitas, a Rede Municipal de Educação de Irecê é composta por  479 professores. “ Nosso governo é de diálogo, abertura e nosso foco é com a qualidade da educação”, finaliza.

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Foto: Reprodução/ Rede Social

O Colégio Municipal Odete Nunes Dourado, em Irecê, realizou uma gincana que teve a participação de 1150 alunos da unidade.

A gincana teve o objetivo de arrecadar alimentos e roupas para entidades de apoio a pessoas carentes de Irecê.

Os estudantes recolheram junto à população uma tonelada e meia de alimentos e aproximadamente 4.500 peças de roupas, que foram doadas para pessoas carentes e entidades de proteção social que atuam em Irecê, como a Cáritas Brasileira e  Abai (Associação Beneficente ao Ancião de Irecê).

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A Lei da Ficha Limpa não será aplicada para o candidato a deputado federal Luiz Caetano (PT-BA). A 2ª vice-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargadora Maria das Graças Osório, reconsiderou  e deferiu o pedido de efeito suspensivo do recurso especial apresentado pela defesa do ex-prefeito de Camaçari para suspender a aplicação da Lei da Ficha Limpa nesta eleição de 2018. O Ministério Público Federal (MPF), na última semana, pediu a impugnação do candidato à reeleição com base em uma decisão do TJ-BA, de 2016, que o condenou por improbidade administrativa.

No recurso, a defesa de Luiz Caetano aponta que houve omissões e obscuridades ao julgar embargos de declaração da ação civil pública por irregularidades em uma licitação com a Fundação Humanidade Amiga (Fhunami), para confeccionar camisas e mochilas para rede municipal de ensino. Luiz Caetano e a fundação foram condenados a ressarcir o erário em R$ 304 mil. Entre as omissões, estava o não exame de documentos apresentados na apelação, não indicar onde estaria a comprovação de que houve dano ao erário e dolo e a obscuridade no julgado de “entender pela existência de ato de improbidade pela ausência de prova da execução do objeto contratado, ao passo que atribuiu ao recorrente o ônus de provar aquela execução, quando o ônus da prova do dano seria, antes, do Ministério Público”.

No despacho, a desembargadora afirma que, ao analisar a questão, observou que o tribunal contrariou “especificamente (i) ao art. 1.022, I e II, e paragrafo único , II,” do Código do Processo Civil”, “por não ter o acórdão apreciado a existência e o teor dos documentos apresentados com a apelação, e por não ter indicado em que ponto dos autos existiria a prova do dano ao erário ou do dolo”. O acórdão foi proferido pela 3ª Câmara Cível do TJ-BA. Para a desembargadora, “tais questão eram e são capazes de descaracterizar a regularidade do julgamento adotado, porque inexistente no acórdão, afinal, a necessária fundamentação do Juízo do Tribunal local quanto às alegadas irregularidades e, sobretudo, quanto ao suposto – e não provado – dano ao erário”.

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A fábrica vai extrair a polpa integral do fruto que será envazado em embalagens adequadas de 200 litros que poderão ser armazenadas sem refrigeração por até 2 anos ( Foto: Divulgação )

Quando alguém ouve falar em Chapada Diamantina pensa logo em turismo de aventura, a região é considerada um dos melhores lugares do mundo para este tipo de passeio. Mas as agroindústrias também têm mirado a Chapada e planejam torná-la um polo de alimentos orgânicos. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), cinco empreendimentos estão em implantação e juntos somam investimentos na ordem de R$ 2,15 bilhões.

Um exemplo é a Bioenergia Orgânicos, instalada em Lençóis. Na sua primeira fase, investiu R$ 40 milhões em pesquisa e no cultivo de oito frutos (abacaxi, acerola, manga, maracujá, limão, umbu, banana e goiaba). Na fase de industrialização, que está prevista para 2019, serão investidos mais R$ 60 milhões.

“Nós entendemos que o alimento orgânico é o futuro, por isso, investimos no negócio. A Bahia foi escolhida após uma pesquisa entre três estados do Nordeste e a Chapada foi a que melhor se adequou ao projeto que inclui sustentabilidade, respeito ao meio ambiente e inclusão social. Há sete anos mantemos uma parceria com a Embrapa para encontrar a fruteira adequada para o clima da região”, afirma Osvaldo Araújo, um dos sócios-proprietários da Bioenergia.

De acordo com Araújo, a fábrica vai extrair a polpa integral do fruto que será envazado em embalagens adequadas de 200 litros que poderão ser armazenadas sem refrigeração por até 2 anos, dependendo da fruta, e serão vendidas para o mercado nacional e externo. A Bioenergia já é certificada pelo Instituto Bio-Dinâmico (IBD) que permite a comercialização dos produtos para o Brasil, a comunidade européia, Estados Unidos e Canadá.

Quando a unidade industrial estiver funcionando na sua capacidade máxima, em três turnos, serão gerados em torno de 2 mil empregos diretos. “Nosso objetivo é implantar uma MZP [Macro Zona de Produção], com unidades próprias de cultivo, parceiros produtivos de agricultura familiar e grupos quilombolas. Vamos fornecer mudas, composto orgânico, monitorar a produção e garantiremos, via contrato, a compra de 100%. Em contrapartida, o parceiro terá o compromisso de vender no mínimo de 50% da sua produção”, explica Araújo.

“Uma equipe técnica da SDE percorreu recentemente os municípios de Lençóis, Mucugê, Morro do Chapéu, Ourolândia, Várzea Nova e Jacobina, para acompanhar de perto as obras e o desenvolvimento destes negócios na Chapada, oferecendo todo suporte necessário para a efetivação pactuada nos protocolos de intenções com o Governo da Bahia. São os investimentos saindo do papel e gerando emprego e renda para o baiano”, afirma Luiza Maia, secretária de Desenvolvimento Econômico.

Ventos e Turismo

E se o turismo é uma vocação da região, o projeto PIVOT 30, implantado pela Fazenda Progresso, está alinhando industrialização e diversão em Mucugê, com a produção de vinhos, espumantes, geleias e sucos. O investimento previsto é de R$ 50 milhões e a previsão de operação é 2021. O complexo vai integrar a produção das bebidas ao turismo e contará com visita guiada, hotel e restaurante. Segundo o produtor e administrador, Fabiano Borré, a ideia de aliar o turismo ao vinho, vem exatamente do interesse que a bebida desperta.

“Geralmente onde existe a produção, o enoturismo está presente, justamente porque as pessoas se sentem atraídas para conhecer o vinho e a origem, além de desfrutar de alguma experiência diferenciada na região. A Chapada Diamantina já possui um turismo muito consolidado, então acredito que o projeto vai tornar a região ainda mais atrativa. Além de contribuir com o desenvolvimento cultural da região e promover uma interação maior com a sociedade e o comércio local”, afirma.

Os complexos eólicos que há alguns anos vêm mudando a paisagem do interior baiano, com seus imponentes aerogeradores, ainda são responsáveis pelos maiores investimentos na região (Foto: Divulgação)

Borré acrescenta dizendo que o projeto PIVOT 30 é o mais arrojado que a sua família já se envolveu. “De fato ser pioneiro em algo tão complexo quanto a cultura e preparo do vinho é mais desafiador do que qualquer um dos outros negócios que nós já tivemos. Mas de certa forma isso acaba contribuindo para elevar nossos padrões de negócios, governança e gestão familiar. Acreditamos muito no potencial que a Chapada tem a oferecer. Esse projeto, em especial, pode nas próximas décadas vir a contribuir não só para nossa empresa mas para região como um todo”, finaliza.

Os complexos eólicos que há alguns anos vêm mudando a paisagem do interior baiano, com seus imponentes aerogeradores, ainda são responsáveis pelos maiores investimentos na região. A EDP Energias Renováveis investiu aproximadamente R$ 1 bilhão na construção do Complexo Babilônia, que tem um total de 65 aerogeradores e geração de 142,8 MW. Os parques eólicos Babilônia I a V ocupam os municípios de Ourolândia, Morro do Chapéu e Várzea Nova. O empreendimento aguarda a autorização da Chesf para iniciar a fase de testes e a liberação da Licença de Operação pelo Inema para começar a operar comercialmente ainda este ano.

O Complexo Morro do Chapéu Sul entrou em operação comercial no mês passado, no município que leva o mesmo nome. A Enel Green Power investiu mais de R$ 1 bilhão na construção dos seis parques eólicos: Ventos de Santa Esperança (28 MW), Ventos de Santa Dulce (28 MW), Ventos de São Mário (30 MW), Ventos de São Paulo (28 MW), Ventos de São Abraão (28 MW) e Boa Vista (30 MW). Juntos somam 86 aerogeradores e possuem umas das melhores médias mundiais em potencial energético. A Enel possui 78 MW contratados no último leilão e a intenção é contratar mais 172 MW no próximo do dia 31 de agosto.

Implantada em 2015, a Torres Eólicas do Nordeste vai ampliar sua fábrica em Jacobina. A previsão de investimento é de mais de R$ 6 milhões, com a criação de 40 novos postos de trabalho. A empresa, que produz uma média de cinco torres por semana, já investiu aproximadamente R$ 100 milhões e gera 461 empregos.

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