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O SineBahia divulgou duas vagas de emprego disponíveis para esta terça-feira (24), em Morro do Chapéu, região da chapada diamantina.

Os interessados devem se apresentar a unidade do órgão com carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Em Morro do Chapéu, o SineBahia fica localizado na Praça Flaviano Guimarães, 314 – B, área central da cidade. Para mais informações, o telefone para contato é o (74) 3653-1025.

Vagas exclusivas para Morro do Chapéu (24/04)

AUXILIAR DE PRODUÇÃO

Ensino Fundamental completo

Obrigatório possuir habilidade para seleção e armazenamento de morangos

02 VAGAS

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Um homem identificado por Renesson Alves da Silva, Vulgo Chó, que havia sido preso em e autuado por trafico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, em Canarana, região de Irecê, conseguiu fazer um buraco na parede da cela que estava custodiado, conseguindo evadir-se no último sábado (21).

Após buscas das Polícias Militar e Civil, o foragido foi encontrado na residência de sua genitora. Renesson foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil local onde está preso em umas das celas.

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O presidente da Assembleia Legislativa – ALBA, Angelo Coronel, recebeu o apoio de representantes oficiais da Assembleia de Deus para as eleições 2018 na Bahia. No encontro, o deputado estadual Samuel Júnior (PDT), que é pré-candidato à reeleição, e o também pastor Alex Santana, que concorrerá a uma cadeira na Câmara Federal no próximo pleito, disseram marchar com a pré-candidatura do atual presidente da ALBA, do PSD, ao Senado Federal. As Assembleias de Deus da Bahia congregam cerca de 400 mil membros, sob a liderança espiritual de cerca de 1.700 pastores.

“Coronel reúne importantes requisitos para representar o Estado no cenário nacional e a Bahia será a maior beneficiada com essa decisão. O povo baiano ganhará uma forte representação no Congresso. Ele é um homem de trato fácil com as pessoas, fala a linguagem do povo, mas sabe comandar e tem atitude. Carrega a experiência política de sete mandatos como deputado estadual, e tem exercido uma excelente gestão à frente da Assembleia Legislativa, revelando suas habilidades também como um político agregador. Posso afirmar, sem medo: Coronel é hoje uma unanimidade na ALBA, seja entre servidores e deputados, de centro, esquerda ou direita”, destacou Samuel Junior.

“Toda glória e louvor para Deus e os pastores Samuel Junior e Alex Santana, da Assembleia de Deus, pelo apoio. Fico lisonjeado. Agora, parafraseando o ex-presidente Tancredo Neves, Senado é mais destino do que projeto. E o destino só a Deus pertence. Os apoios são importantíssimos, mas a decisão não cabe a mim, mas ao conjunto de partidos que compõe a aliança em torno do governador Rui Costa. Se o meu nome for somar na candidatura à senatoria, estarei pronto para entrar em campo. Se for o de outra pessoa, mesmo assim estarei marchando e lutando pela vitória de Rui e de nossa base aliada”, destacou Coronel.

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Tornar obrigatórios investimentos em dispositivos para caixas eletrônicos, instalação de sistema de câmeras dentro e fora das agências, além de padronizar a segurança patrimonial 24 horas em todas as agências da Bahia, são algumas das propostas que serão colocadas num Projeto de Lei (PL) Estadual, discutido pela Secretaria da Segurança Pública e Sindicato dos Bancários, na tarde desta segunda-feira (23), pelo secretário Maurício Barbosa e representantes da categoria. O encontro foi realizado, no Centro de Operações e Inteligência, localizado no Centro Administrativo da Bahia.

Os sindicalistas reconheceram as reduções, nos últimos dois anos, nos roubos a banco na Bahia e o canal de diálogo aberto com a SSP. Destacaram que, ainda assim, em alguns locais, os bancários se sentem inseguros e que um trabalho em conjunto com os bancos pode melhorar esta situação.

Maurício Barbosa lembrou que é preciso, antes de qualquer coisa, de um parecer da Procuradoria Geral do Estado sobre a constitucionalidade do PL. “Todos os tópicos conversados são pleitos antigos e já expostos para os bancos. A criação de uma legislação estadual voltada para esta área seria fundamental para o trabalho da polícia”, enfatizou o secretário.

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Ao som de marchinhas de carnaval e muita animação, a Prefeitura de Irecê promoveu a Micareta da Melhor Idade na sexta-feira (20), percorrendo ruas do centro comercial da cidade. A iniciativa faz parte das atividades do grupo de convivência Arte do Bem Viver, vinculado ao CRAS Merenice e Secretaria de Assistência Social.

Acompanhada do prefeito Elmo Vaz, a primeira-dama e madrinha do grupo, Cynara Barbosa, marcou presença no evento. “É muito gratificante participar desse projeto que visa o atendimento e acolhida lúdica das pessoas da melhor idade”, destacou. “São 16 grupos distribuídos pelos bairros e povoados com encontros semanais, onde são desenvolvidas oficinas de artesanato, dança e música, e a micareta é um momento mais do que especial. Foram semanas de preparação e viemos aqui celebrar e homenageá-los”.

Para o secretário de Assistência Social e vice-prefeito, Erício Batista, “estar entre as pessoas da melhor idade é muito importante, e o que a Prefeitura tem buscado através desse trabalho é a valorização dos nossos idosos”.

Vilma Dalva Dourado afirmou estar muito feliz com o evento, e agradeceu. “Amei a micareta, um evento que mostra que nós, da terceira idade, estamos aproveitando e curtindo cada momento”. “Deus ajude que todo ano tenha, pois somos merecedores de toda essa felicidade”, finalizou.

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Entrou em vigorar na última quinta-feira (19) a Lei 13.546/2017, que ampliou as penas mínimas e máximas para o condutor de veículo automotor que provocar, sob efeito de álcool e outras drogas, acidentes de trânsito que resultarem em homicídio culposo (quando não há a intenção de matar) ou lesão corporal grave ou gravíssima. A nova legislação, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, modificou artigos e outros dispositivos do Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/1997).

Antes, a pena de prisão para o motorista que cometesse homicídio culposo no trânsito estando sob efeito de álcool ou outras drogas psicoativas variava de 2 a 5 anos. Com a mudança, a pena aumenta para entre 5 e 8 anos de prisão. Além disso, a lei também proíbe o motorista de obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente. Já no caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão, que variava de seis meses a 2 anos, agora foi ampliada para prisão de 2 a 5 anos, incluindo também a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.

As alterações no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) também incluem a tipificação como crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas, os chamados rachas ou pegas. Para reforçar o cumprimento das penas, foi acrescentada à legislação um parágrafo que determina que “o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no Artigo 59 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime”.

Para a professora Ingrid Neto, doutora em psicologia do trânsito e coordenadora de um laboratório que pesquisa o tema no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), uma legislação que endureça as penas para quem comete crimes de trânsito é importante para coibir a prática, mas não pode ser uma ação isolada. “Quando a gente fala em segurança do trânsito, estamos tratando desde as ações de engenharia e infraestrutura das vias, o trabalho de educação no trânsito [voltado à prevenção], e o que chamamos de esforço legal, que é justamente uma legislação dura, que as pessoas saibam que ela existe, mas combinada com um processo efetivo de fiscalização”, argumenta.

Para Ingrid, por mais dura que seja um legislação, ela não terá efeitos se não vier articulada com outras iniciativas complementares. “Na lei seca [que tornou infração gravíssima dirigir sob efeito de álcool] nós vimo isso. No começo, houve uma intensa campanha de educação e fiscalização, o que reduziu de forma significativa o índice de motoristas que bebe e insistem em dirigir, mas a partir do momento que a fiscalização foi reduzida, as pessoas se sentiram novamente desencorajadas a obedecer a lei”, acrescenta.  

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